terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Serginho: “Eu não jogaria hoje. O esporte não significa nada, diante de uma tragédia dessa”

A tragédia na Colômbia deixou marcas, cicatrizes, que ficarão para posteridade. Homenagens ao redor do planeta por grandes clubes europeus, sul-americanos e o esporte olímpico, entre outras modalidades, sentem o seu luto e querem homenagear os heróis que se foram, como símbolo de respeito, consideração e humanidade.

Serginho e a representação no vôlei, como líder, em um momento trágico, com a equipe da Chapecoense. Acidente que vitimou 71 pessoas, entre atletas, comissão técnica, jornalistas e tripulantes
O líbero do Sesi Serginho, após a vitória sobre o Taubaté pela Superliga, não titubeou em falar sobre sua real motivação para a partida. “Não queria jogar, em respeito a todos, mesmo não sendo ligado de forma direta as pessoas que lá estavam’.

O ‘eterno’ camisa 10 da seleção ainda ressaltou: “Não há clima pra jogar. O que é o esporte diante uma situação como essa?! O esporte não significa nada, diante uma tragédia dessa”, lamenta o maior líbero da história do voleibol. O depoimento foi após o término do jogo do clássico paulista entre Sesi e Taubaté, ocorrido no último sábado (03), no ginásio da Vila Leopoldina.

O acidente com a companhia boliviana LaMia que caiu na Colômbia na madrugada de segunda para terça feira, vitimou 71 pessoas, dentre elas: jogadores da Chapecoense, comissão técnica e parte da imprensa. 

Sobreviveram 6 pessoas, 3 jogadores, 1 jornalista e 2 comissários de bordo. Para as próximas semanas, muitas notícias por vir. Em especial, a análise das caixas pretas, a polêmica do combustível e as supostas negligencias da companhia, com destaque para o piloto e dono da aeronave “Miguel Quiroga”, também falecido no acidente.


Vôlei chora: Bruno, Serginho, Marcos Pacheco, em mais homenagens a Chape

O luto que parou mobilizou o planeta (créditos: Sesi São Paulo Divulgação)

Em mais uma rodada da Superliga Masculina, o Sesi não tomou conhecimento do Taubaté, em impiedosos 3 sets a 0. O Sesi aplicou talvez a melhor partida pela competição nacional, jogando dentro dos seus domínios, no ginásio da Vila Leopoldina. O clássico aconteceu no último sábado (03), no horário das 19h30.

Apesar do grande jogo em que lá aconteceu, a cabeça e o coração estavam todas voltadas para uma mesma direção, um mesmo endereço, á Arena Condá, em Chapecó. A tragédia que abalou o mundo, que teve mais de 71 mortos, se mostra como a dor da alma, do coração que tenta bater, mas de forma arrítmica, se mantém. Atletas de diversas modalidades se pronunciaram, com o vôlei não foi diferente, a pauta “dor” também se sucedeu.

Para o técnico do Sesi São Paulo Marcos Pacheco, o sentimento de tristeza é grande, por ter a cidade de Chapecó, como parte de sua história como atleta. Contrastando com tudo isso, a raiva que abate todos os corações sobre um acidente que hoje repercute, como negligente; o piloto, a companhia e todas as pessoas diretas e indiretamente envolvidas na tragédia. Sucinta o espírito da indignação e tristeza profunda.

“Joguei em Chapecó, é uma cidade de pessoas humildes que amam o esporte, povo trabalhador, que estavam conquistando diante tanta dificuldade. Ouvir uma notícia como essa, acordar cedo, não dá para aceitar, ficamos nos questionando ‘porquê’, principalmente como aconteceu. Foi uma semana dura, difícil de aceitar, o dia a dia. Uma dor muito grande...”lamenta Pacheco.

Para o levantador Bruninho, é hora de resgatarmos nossos valores como seres humanos e aprender a agradecer por cada dia de vida. “Temos que amar mais, valorizar mais. Muitas vezes, a gente vê as pessoas reclamando da vida, por qualquer coisa e esquece-se dos detalhes, dos valores. É sempre importante agradecer por cada dia, pois não sabemos o dia de amanhã”, comenta o levantador da seleção.
Finalizando, a pauta ‘tristeza’ repercutiu de forma latente entre todos os atletas, um deles, e um líder nato, o líbero Serginho, representou o sentimento dos jogadores, diante uma rodada da Superliga.


“Não temos clima para jogar diante o fato, a tragédia. A gente fica muito triste com tudo, mesmo não tendo contato de forma direta. É triste demais ver atletas perdendo suas vidas. Eu não jogaria em respeito a todos, representando a família do voleibol, do Sesi São Paulo, é muito triste tudo isso, mesmo sabendo que nada vai amenizar essa dor. A gente sabe que eles estão no lugar melhor que a gente”, afirma com sensibilidade e o sentimento de luto que passa a cidade de Chapecó, o país, o mundo. 

domingo, 20 de novembro de 2016

Ídolo do vôlei nacional cita Marcelo Mendez como substituto de Bernardinho


Muito se comenta, após as Olimpíadas, a suposta saída do técnico Bernardinho. O titulo olímpico trouxe certas incógnitas, que contrastam com o sentimento do torcedor, se ele deveria sair ou não da seleção.

Com títulos e mais títulos no currículo e uma hegemonia que perdura por mais de 10 anos, Bernardo Resende já demonstra certo desgaste com a CBV (Confederação Brasileira de Voleibol), depois de escândalos envolvendo a entidade e a grande parceira, o Banco do Brasil, um dos pilares de investimento do projeto “Voleibol”.

Nos bastidores corre o nome de Renan Dalzotto, ex jogador da geração de prata do vôlei nacional. Atualmente, diretor de seleções de quadra da CBV (Confederação Brasileira de Voleibol). Outros nomes também são comentados, o mais famoso de todos eles, o atual técnico do Sada Cruzeiro, Marcelo Mendez.

Em entrevista para o “Globoesporte.com”, o ídolo da seleção, o ex ponteiro Giba fez uma declaração sobre quem ele optaria para prosseguir o caminho de Bernardo Rezende. “Por meritocracia, o técnico que deveria assumir é o Marcelo Mendez, pelo os títulos conquistados, etc...”

Giba ainda enalteceu a questão da desconfiança, utilizando como parâmetro, a entrada do levantador Bruninho à seleção. “Na época se falava que não deveria ser o Bruninho, muito se alegava o fato dele ser o filho do Bernardo. O tempo mostrou que ele era o nome para a seleção. Marcelo Mendez viria com o mesmo conceito, mesmo diante algumas desconfianças” , enfatiza o momento de ambos, para o posto de excelência e meritocracia, a chegada à seleção brasileira, posteriormente.


domingo, 30 de outubro de 2016

Sada Cruzeiro e o tricampeonato mundial, o mundo ficou pequeno para os mineiros


A frase que soa como até prepotente, nada se define, só contextualiza o real momento da história do vôlei nacional e mundial. Sada Cruzeiro conquistou no último fim de semana sobre o time russo do Zenit Kazan, campeão europeu, mais uma vez o título mundial. O tricampeonato serviu só de aperitivo, depois de vencer o 3º set por 25 a 15 e colocando os selecionáveis de seus países respectivamente, o americano Matt Anderson, o cubano naturalizado polonês León e o russo Mikhaylov, os colocaram literalmente para sambar.
Depois de mais um título, qual seria o pensamento? Descansar? Para o time celeste, a palavra que já virou meio que doutrina para cada torcedor, jogador, comissão técnica, “título”. Com esse pensamento, os cruzeirenses imbuídos desse sentimento foram em busca de mais uma conquista. O título dessa vez veio contra o Campinas, valendo a Supercopa.
Logo o pensamento que se vem de forma direta, é: ‘qual será o próximo’? Fica difícil ter outra filosofia. Um time acostumado a ganhar, tudo, contra todos, contra a própria entidade CBV ( Confederação Brasileira de Voleibol) que tentou de todas form
as enfraquecer o time mineiro, o famoso ranking que impossibilita que qualquer clube supere a a quantidade de atletas de valor 7 (maior média), no máximo 3 (masculino) e 2 (feminino). A saída de Wallace, Éder, acendeu-se uma luz amarela, pressupondo numa queda acentuada da equipe.
O troco veio na mesma moeda, a chegada do cubano Simon e o oposto Evandro só confirmaram o molde de gestão celeste; contratações pontuais e fortalecimento da equipe que não perde sua espinha dorsal. Rodriguinho, jovem atleta substituiu a altura Filipe mostrando que o elenco está pronto, fechado e preparado para o que der e vier. Renan, destaque em outras temporadas, veio para compor o banco, finalizando o altíssimo nível de preparação e planejamento.
A Superliga está aí. Como as estradas brasileiras, Sada Cruzeiro sabe como ninguém traçar em especial, as sinuosas curvas mineiras, como linha tênue, apenas o desafio próprio, a confiança, o autocontrole, de enfrentar o maior adversário que não são os outros e sim ele próprio.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Superliga no horário nobre?

Depois de muita luta, debates, e várias tentativas, o vôlei vai ter seu espaço ao sol, como merecido, na grade de programação de uma emissora aberta, especialmente, em um horário de destaque.

O canal responsável pelo feito que merece toda reverência e vem transmitindo desde a temporada anterior, em partidas aos sábados é a RedeTv. Com o sucesso de audiência, a emissora de Alphaville, hoje localizada em Osasco, irá ampliar o leque de transmissões com jogos inclusive as quintas, a partir das 21h 45 (horário de Brasília), além das costumeiras partidas, já citadas aos sábados, no período da tarde.

Para o técnico Bernardinho, o envolvimento de uma emissora aberta é de total importância para o pleito de 2ª modalidade do país, principalmente para chegar á casa das famílias brasileiras, a diferentes níveis sociais e econômicos.

“A RedeTV ampliar a participação na Superliga é fundamental para nosso esporte. O voleibol precisa deste apoio. A gente vai estar na casa das pessoas, vamos poder mostrar nosso trabalho e vamos ter mais jovens que podem se inspirar no voleibol e, quem saber, querer praticar”. Afirma o multicampeão da Superliga pela equipe do Rio de Janeiro e atual campeão Olímpico pela seleção masculina.

Além do vôlei, a RedeTv transmite o NBB e a série B do brasileirão.


Minas em abismo total no mundial contextualiza o real patamar com o Cruzeiro


Minas Tênis Clube, talvez o maior clube e formador de atletas pelo o país, com diversas modalidades, títulos e mais títulos confirmam a história e tradição dessa importante equipe. Entretanto, os números no vôlei, que é uma das bases mais formadoras do esporte nacional mostra um declínio, mesmo nos tempos áureos de tricampeonato nacional, título sul americano, etc... Não se consegue investimentos mais profundos e impactantes.

A força aparentemente está no feminino que vem chegando às últimas temporadas, o masculino ora ou outra ressurge das cinzas e conseguem bons resultados, como a 3ª posição na temporada 2014/2015 e a chegada à semifinal e a eliminação para outra equipe mineira, o Praia Clube. Os resultados não são tão ruins como se fala.

A despedida com derrota para o Bolívar da Argentina, encerrou da forma melancólica a atuação do Minas no mundial realizado em Betim. A equipe mineira ficou na última posição

Mas, a grandeza do Minas diz por si só. O time mais vencedor do país junto com os extintos Pirelli, Cimed e atualmente, o Sada Cruzeiro, maior referência do vôlei mundial, atualmente. O mundial realizado em Betim mostrou essa disparidade entre os clubes brasileiros, em especial, equipes mineiras. A dificuldade de conseguir patrocinadores Masters tem sido cada vez maior, e os números de investimentos acabam caindo, por sua vez.

Com uma campanha vexatória, 3 derrotas, nenhuma vitória, a equipe mineira ficou na última posição do torneio. Do outro lado da lagoa da Pampulha, o Cruzeiro vencia seus adversários de forma expressiva, sem pestanejar. O resultado mostrou a realidade entre ambos os clubes. Enquanto um, vive dos loiros do passado. Outros se focam em querer cada vez mais conquistas, um trabalho de planejamento intacto, com contratações pontuais e um elenco enxuto, quantitativo e qualitativo.

A supremacia celeste em mais conquista do estadual, a 8ª na ocasião, confirma a excelência e assimetria entre ambas as equipes, uma hegemonia que perdura por quase uma década. Números que colocam o torcedor do Minas com a cabeça cada vez mais inchada. Existe alguma solução? 

Apenas, buscar investimentos maiores, parcerias e o forte de trabalho de base, que se perderam em termos de qualidade nos últimos anos, em comparação a outros períodos, momentos.

Fica a reflexão e o sonho por dias melhores, ‘dias melhores, pra sempre’... fraseando o grupo Jota Quest...


1, 2, 3, o Sesi é freguês... Mais uma derrota para o Taubaté, a 3ª consecutiva


A equipe da capital mais uma vez foi vítima fácil para o Funvic Taubaté. Depois de ter vencido de forma expressiva a 1ª partida do paulista, por 3 sets a 0. Dessa vez não se viu absolutamente nada, foi praticamente um atropelo, um rolo compressor, que não deu menor chance para o time da Vila Leopoldina.

Os diabos vermelhos foram muito abaixo do esperado, aliada a atuação de gala de Rapha que pôde mesclar jogadas, trazendo um dinamismo para a equipe do vale do Paraíba. Outro destaque foi o ponteiro passador Lucas Loh, contratação essa que veio para substituir Lipe.


Nem o líbero Serginho, responsável pela estabilidade no passe foi eficiente. Ao contrário, passou por maus bocados. Wallace, outro destaque, mostrou que decisão é com ele. O ex-cruzeirense lembrou-se dos bons tempos vestindo o manto celeste e só confirmou a freguesia sobre o Sesi.

Do lado vermelho, Murilo, Lucão e Bruninho, apagados. Sem poder de reação. Os saques fortes do Taubaté foram fundamentais na confirmação de mais um título estadual, o 3º seguido.

Agora, as atenções estão voltadas para a Superliga que começa esta semana. Sesi São Paulo vai em busca do bicampeonato. Enquanto o Taubaté, ainda continua na briga pelo o título inédito.

A partida aconteceu nesta última sexta feira (21) no ginásio do Abaeté, na região do Vale do Paraíba, na cidade de Taubaté.



quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Memes: Serginho do vôlei, em tom de humildade após a conquista do ouro, já Neymar...


O contraste de sentimentos, Serginho, conhecido como ‘Escadinha’, considerado por muitos o maior líbero da história do vôlei mundial, em declaração após a conquista do ouro olímpico, usou e abusou da sua simplicidade, como lhe é característico. “Eu não me acho merecedor, sou um cara normal, só o filho da dona Didi de Pirituba”.

Serginho e Neymar, a guerra do ego contra a humildade

O Neymar já em tom raivoso, cheio de ressentimento, saltou uma das suas. “Vocês vão ter que me engolir”, fraseando o ex-técnico e lendário Zagallo, em uma das conquistas com a seleção, em resposta a imprensa brasileira. O craque brasileiro não é unanimidade, pela postura e atitudes extracampo. A atitude, muitas vezes intempestiva do craque do Barcelona, vai de contra a parte da imprensa, e até alguns torcedores.

Após o término da partida, que enfim acabou com o jejum do Brasil, em nunca ter conquistado a tão almejada medalha de ouro, na vitória sobre os carrascos alemães nos pênaltis, ‘marcou’ o rosto de um torcedor que o criticou durante a partida, em um lance no qual, Neymar tentou fazer uma carretilha. Jogada famosa do ex-camisa do Santos. O torcedor gritou: “Joga sério, Neymar”.

O sentimento de vingança se suscitou ao fim da partida com o titulo da seleção canarinho e o jogador tentou agredir o torcedor que deferiu a frase. Já Serginho, quase sempre, em tom amistoso, respeitoso, ao conquistar o tricampeonato da seleção e o seu bi pessoal deu ênfase aos anos defendendo a seleção, deixando uma camisa da seleção no solo sagrado do ginásio do Maracanãzinho.

São atitudes que muito refletem a realidade das 2 modalidades. O vôlei em muitos anos mantendo o status de excelência e sem qualquer atenção da mídia e o devido reconhecimento. A seleção brasileira de vôlei é a 1ª do ranking mundial há algum tempo. 

Do outro lado, jogadores de futebol são tidos como verdadeiros ‘deuses’, e tampouco vem conquistando, nos últimos anos. Porém, carrega o bastão de popularidade, com atletas ganhando cifras milionárias e a pressão da imprensa, que não mede palavras, ao falar de jogadores vaidosos, como Neymar, entre outros.


O contraste das vaidades, por sua vez, se contextualiza dentro dos gramados, quadras. Personalidades artificiais, com a típica atitude de celebridade. O torcedor, por sua vez, começa a olhar o comportamento de outra forma, tendo uma visão cada vez mais fria e racional, sobre ídolos e pseudo ídolos, abarrotados no esporte ‘brazuca’. 

Bruninho apaga as desconfianças e celebra o tricampeonato olímpico em atuação de gala

O levantador da seleção, sob holofotes, levanta o troféu que muitos questionavam. A titularidade que veio com a aposentadoria da lenda Ricardinho fez muitos repensarem o futuro da seleção. 

Bruno celebra o novo momento na seleção, de ídolo nacional, com o título olímpico
O ídolo e conhecido como um dos maiores levantadores da história do vôlei mundial, Ricardo em sua saída da seleção deixou uma luz amarela, devido a revolução e inovação tão almejada que transformou a modalidade em um esporte não só para gigantes. A velocidade de sua bola consagrou vários ponteiros, opostos, dentre eles: Nalbert, Giba, André Nascimento, Dante, entre vários outros.

Motivos pela desconfiança não faltaram, não pela questão técnica, mas sim, pela responsabilidade em substituir uma referência no vôlei mundial. A situação começou a mudar em 2010 com o título mundial, entretanto, o contínuo crescimento do levantador cruzeirense William Arjona, sendo eleito a cada ano o melhor do país em múltiplas conquistas mineiras, em especial, o bicampeonato mundial, só colocou em xeque, o porquê da sua titularidade.

Com boas passagens pelo o CIMED conquistando o tetracampeonato da Superliga pela equipe catarinense e a conquista da Superliga com o RJX do Rio de Janeiro, gerido pelo ‘milionário’ Eike Batista. Mesmo com as conquistas, a titularidade era sempre questionada.

A chegada do levantador Rapha multicampeão pela equipe italiana do TRENTINO colocou mais pressão sobre Bruno. Os resultados precoces conquistados em tampouco tempo com a equipe do Taubaté foram significativos, deixando muitos estarrecidos, e do outro lado, William colecionava títulos mais títulos.

A confiança do Bernardinho foi fundamental pela retomada. O título italiano pela equipe do MODENA ao lado do central Lucão contextualizou o bom momento. O entrosamento de longos anos na seleção se confirmou, a titularidade trouxe um amadurecimento e uma liderança nata. Talvez, reflexo até do pai e treinador, Bernardo Rezende.

A atuação de ouro sob a Itália, em uma partida cheia de nuances, trouxe todo dinamismo, tranquilidade e excelência. Passes dados com açúcar e perfeição, fazendo muitos se lembrarem da genialidade de Ricardinho, com um novo espírito e demais quesitos como trunfo.


Bruno, além de ótimo levantador, tem um ótimo saque e bom bloqueio, quesitos tão observados pelo o vôlei europeu, além da técnica, extremamente apurada, definitivamente, escreveu o nome na história da seleção. o julgamento de muitos, que não conseguiram ver o talento do ‘filho do treinador’, mas que acima de tudo, foi o ‘pai da equipe’,  se sucumbiram em meio ao jogo qualitativo e quantitativo, do grande e genial Bruno Rezende.  

Opinião: Bernardinho faz história no vôlei mundial


Bernardo Rezende é presenteado com o seu talento, em mais uma conquista olímpica

Recém-completados 3 dias do tricampeonato olímpico, Bernardo Rezende celebra não apenas uma conquista, mas, um legado com vários títulos, uma carreira irreparável. Motivo de orgulho e referência, ‘Bernardinho’, como é conhecido, é um verdadeiro conciliador de ego, um disciplinador, e ‘paizão’, em várias situações.

O ultimo quesito por sua vez, vale toda reverencia, soube lidar com maestria e sensibilidade cada partida, como uma verdadeira decisão. A Olimpíada foi uma amostra disso; evitar as críticas sobre os mais novos, trazendo toda confiança elevando a equipe.

A vitória sobre a Itália no último domingo, só confirmou o status de excelência do treinador. Mesmo sob questionamentos em supostas convocações, que muitas vezes, ‘deixava uma pulga atrás da orelha’, se mostrava por outro lado, uma filosofia. A permanência de vários atletas rechaçava a ideia da ‘família Bernardinho’, mas sempre sob uma proposta, ideia formalizada.

Talvez o maior motivo de todos os resmungões, a insistência do filho Bruno, como titular na seleção, inclusive de quem vos escreve. Bernardinho soube lidar com os bons e maus momentos, como um verdadeiro psicólogo catalisou o melhor de cada grupo, aliando à técnica, parte física, mental, e principalmente, a união do grupo, como fundamental e divisor de águas, em mais uma conquista.

A sala de troféus que pesa como verdadeiro chumbo, toneladas sobre o pescoço de um líder nato, que divide o prêmio, sucesso, competência, com uma comissão técnica e atletas, de alto nível. Rubinho (coordenador técnico) e braço direito, em uma aliança de anos. Filosofia que existe também no banco de reservas. Ligas Mundiais, Olimpíadas, Copa do Mundo, Sul-americano (clubes) e pela (seleção), Superligas, campeonatos estaduais, etc, etc...

A pergunta que não quer calar; Bernardo estaria se desligando da seleção? A resposta que todos querem ouvir, mas com uma torcida para que ele fique. A longa trajetória que por sua vez passa por desgastes, o que é muito comum. Mas, que acentua o poderio de um técnico, treinador, pai e acima de tudo, líder, com o carisma e respeito que perpetuam e contextualizam o verdadeiro conceito da palavra ‘competência’.



segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Jaque e Sheila no Minas, credenciados pelo o título da Superliga?

Jaque e Sheilla mostram o porquê do rótulo de grandes jogadores, ressurgindo com força na Olimpíada do Rio

‘Corre’ nos bastidores, na capital mineira Belo Horizonte, o acerto das selecionáveis, Jaqueline e Sheila. De fato, uma ‘bomba’, se for confirmado à contratação das atletas.

A 1ª Jaque, já é colocada como algo oficial, só esperando o fim das Olimpíadas do Rio para o anúncio. Sheila, em algumas entrevistas, já mostrava o interesse de voltar às raízes, voltar a jogar pelo o Minas, por onde foi formada. Em ano olímpico, qualquer informação pode ser qualificada como desvio de foco e por esse argumento, não foi dito nada a respeito.

2 contratações que viriam não só pra qualificar, mas pra colocar o time mais tradicional do vôlei nacional, na briga direta pelo o título. Em tempos de debandada, a volta de Jaque para o Minas e a repatriação de Sheila, viria como um fator determinante para uma camisa pesada e tradicional do vôlei brasileiro, como é a do Minas.

Jaque e Sheila deram a volta por cima, depois de uma temporada fraca por suas equipes: Sesi São Paulo e VakifBank da Turquia. A 1ª citada, por sua vez, não conseguiu levar a equipe paulista nas finais, se sucumbindo nas quartas, sendo eliminada para o Praia Clube de Uberlândia. As atuações apagadas e a má campanha, só corroboraram o mau momento. Sheila era reserva do time turco, com poucas partidas, de longe, não repetia o desempenho de outrora.

Com o título do Grand Prix conquistado sobre as americanas, como uma fênix, renasceram, e pôde mostrar para o mundo, o vôlei de qualidade, de puro talento, excelência. Caso confirme as informações, o Minas terá feito 2 contratações, com pretensões apenas de conquista do título Nacional, que não vem desde a temporada 2001/2002.


Kubiak elogia estrutura e afirma que gostaria de jogar no Cruzeiro

Leal e Filipe, junto de outras estrelas, os poloneses Kubiak, Kurek, em preparação para jogo épico, em Contagem

O ponteiro, grande destaque polonês, em preparação para a Olimpíada do Rio, pôde conhecer a estrutura do Sada Cruzeiro. Com os resultados expressivos do clube mineiro e a tradição do estado na modalidade, ao lado de outra camisa muito importante, como a do Minas Tênis Clube.

Os poloneses que foram campeões mundiais em 2014 vieram para a capital mineira, além de conhecer a estrutura, fazer um intercâmbio, o que promoveu um bom relacionamento entre os atletas celestes e os poloneses. A vitória cruzeirense só veio a corroborar os elogios dos jogadores europeus, que enfatizaram os cubanos: Leal e Simon, além do ponteiro Filipe, dentre outros. A declaração do ponteiro Kubiak trouxe uma esperança para os torcedores mais fanáticos em poder jogar pelo o clube mineiro.

“Aqui estão alguns dos melhores jogadores do mundo, então eu quero vencê-los. Não conheço nenhum deles pessoalmente, mas são grandes jogadores, Leal, Simon, Filipe. São jogadores de nível máximo e, obviamente, nos conhecemos da quadra, mas não pessoalmente. Eu espero que algum dia, quem sabe, eu possa vir para cá defender o Sada Cruzeiro”. Afirmou o atleta polonês a assessoria de Imprensa do Cruzeiro.

Na 1ª partida entre ambas, mostrou o poderio mineiro, em uma vitória surpreendente por 3 sets a 2, sem os seus principais jogadores, dentre eles: os selecionáveis William e Evandro, que estão defendendo a seleção canarinho. Além do desfalque, o central Isac que preferiu se preservar para partida, por conta de uma lesão. A vitória elevou o ego dos brasileiros, em especial, os torcedores cruzeirenses, que em algum momento, puderam deslumbrar sua equipe, na disputa contra uma forte seleção, podendo com isso, supostamente, jogar com igualdade contra qualquer equipe/seleção.

Do lado cruzeirense, o fator ‘motivação’ em jogar contra uma equipe do porte da Polônia se equivale e coloca cada atleta num patamar acima, de excelência. “Esse reconhecimento é muito bacana, mostra a importância do Sada Cruzeiro no voleibol mundial. Para nós é uma honra enfrentar uma seleção que está indo para uma Olimpíada. Vamos com tudo, para fazer o nosso máximo nestes dois jogos em Contagem e espero que a torcida compareça em peso”, afirmou o ponteiro Filipe, 1 dia antes do feito celeste.

As equipes se enfrentaram no dia 02 de agosto, com a vitória tão lembrada, por 3 a 2, em jogo de estreia do central cubano Simon.


sábado, 30 de julho de 2016

Opinião: Com a vitória sobre os campeões mundiais, Cruzeiro teria time para brigar por uma Olimpíada

Cruzeiro ‘crava’ o nome da história do vôlei mundial ao vencer os também campeões mundiais, a seleção da Polônia. A pergunta apesar de soar pretensiosa, coloca em ‘xeque’ o altíssimo nível do time brasileiro, em patamar das grandes seleções do mundo.
Se havia alguma dúvida sobre o poderio celeste, como referência do vôlei mundial, ‘tudo foi por terra’. 

O Sada Cruzeiro na última sexta venceu os poloneses, campeões mundiais da World Cup, realizada em 2014. A vitória de virada no ginásio do Riacho por 3 a 2 elevou o nível, jogando com uma potencia europeia, em amistoso realizado em Contagem, no ginásio do Riacho.

leal, mais uma vez, fazendo a diferença
Um detalhe: o time mineiro jogou sem alguns de seus principais jogadores, que estão com a seleção, os selecionáveis William, o oposto Evandro e o central Isac que foi cortado recentemente por Bernardinho. O último citado por sinal, até era opção para Marcelo Mendez, mas o técnico preferiu poupa-lo. A partida marcou a estreia do cubano Simon.

A vitória sobre os poloneses confirma o momento de excelência dos mineiros na modalidade. A seleção que venceu e eliminou o Brasil, em torneios mundiais, colocou uma pulga atrás da orelha de cada amante do vôlei. Esse time do Sada Cruzeiro mediria forças com as demais seleções do mundo, e decidiria as competições mais importantes do planeta?  Algo de se pensar...


O atual campeão mundial, pelo lado celeste (campeões interclubes, no ano de 2015), e por sua vez, os poloneses campeões em 2014. A disputa por si só, já merece um destaque maior. “Polska”, como é conhecido, está em fase de preparação para a olimpíada do Rio de Janeiro. O clube mineiro recebeu a seleção europeia. Com a sede no Barro Preto, região metropolitana de Belo Horizonte, os poloneses vão fazer sua preparação para os jogos e conhecer a estrutura cruzeirense.  

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Gustavo Endres homenageia o irmão, após o anúncio de aposentadoria da seleção


Após o anuncio de corte das Olimpíadas, por conta de uma lesão na panturrilha, o ponteiro Murilo Endres resolveu se aposentar e não jogar mais pela seleção brasileira. O anuncio criou uma comoção entre atletas e fãs, em especial, sua mulher e jogadora, Jaqueline. Recentemente, o irmão. Gustavo Endres, que atuou com ele também na seleção, mais no fim da carreira, descreveu o sentimento de adeus a seleção, em um curto de texto nas redes sociais. O primogênito da família “Endres” fez uma singela homenagem, reconhecendo os anos de conquista e luta, que tiveram juntos.

Murilo e Gustavo defenderam a seleção brasileira por muito tempo, e conquistaram praticamente,tudo. Uma era lembrada por todos como a mais vitoriosa de todos os tempos.

“O que dizer nesta hora pra você Fratelino.
Só tenho a agradecer a tua dedicação e sacrifício em prol desse grupo que se formou após o término da nossa geração.
Vc como exemplo e líder nos momentos mais difíceis.
Capitão dessa geração que tanta alegrias nos deu.
Exemplo para os meus filhos, teus sobrinhos!
Imagino e compartilho a tua dor neste momento.Todos nós imaginamos!
O que fica na minha memória é ter passado 5 anos juntos na seleção conquistando vários títulos juntos.

Brigando, sacaneando, comemorando juntos!
Lembro de quanta roupa suja vc teve q carregar em Saquarema.
Lembro também das derrotas que serviram de aprendizado.
Lembro de 2010 quando foste o melhor do MUNDO.Teu momento, nosso momento.
Desejo que lembre desses momentos e fique tranquilo nessa nova etapa da tua carreira.
Estamos juntos sempre meu irmão.
Forte abraço!”

Na temporada 2009/2010, os irmão Endres se enfrentaram nas quartas de final da Superliga, entre Pinheiros e Sesi. Gustavo na ocasião, levou a melhor sobre o irmão mais novo, classificando a equipe do Pinheiros para a inédita semifinal.

O anuncio aparentemente precoce de Murilo, vem depois de anos sofrendo com lesões nos ombros, recentemente, panturrilha, momentos de dificuldade que quase o deixou desempregado há 2 temporadas atrás, após o Sesi anunciar que não iria mais contar com o atleta. A chegada de Jaque no SESI, ‘corre’ nos bastidores, que a seu vínculo só teria se efetivado, caso o clube paulista, o aceitasse.


Com um bom ano de recuperação e regularidade com o SESI, mesmo caindo para o poderoso SADA CRUZEIRO nas semifinais deram um novo ânimo para o atleta. Murilo deu a volta por cima e novamente, se posicionou como um dos melhores ponteiros do país.

terça-feira, 12 de abril de 2016

RANKING PODE ENFRAQUECER O TIME MULTICAMPEÃO DO SADA CRUZEIRO


Clubes travam uma nova batalha com a entidade do voleibol (CBV) pra não perder seus atletas
Com o tetracampeonato da Superliga conquistado no último domingo e os títulos da Supercopa, Copa Brasil, Mineiro e Mundial Interclubes, fizeram do clube mineiro, o maior alvo não só dos adversários, mas sim do regulamento.

O tão famigerado e comentado ranqueamento entra como principal pauta dos clubes para manter seus atletas. Como prevê o sistema da CBV: no masculino, os clubes podem até 3 jogadores nota 7, enquanto no feminino, apenas 2.

O ranking prevê um maior nivelamento das equipes. Porém, é mal reformulada. Com o passar de cada temporada em que tal atleta fica no clube, sua pontuação vai aumentando, chegando a uma situação de a própria equipe ter que negociar algum atleta para não estourar na pontuação.

No caso específico do Cruzeiro, há rumores em que o clube tenha 5 atletas nota 7. Caso isso se confirme, e o time mineiro juntamente com as equipes não consigam nenhum tipo de resposta, em relação a regulamento vigente do ranking.

O clube poderá ter algumas estrelas negociadas para outros clubes. Inclusive, já se fala na suposta saída do central Éder e o oposto Wallace. Eles estariam indo para o Taubaté. Como em toda final de temporada, surgem muitas especulações e com o mercado aquecido, muita coisa há de acontecer,

O certo é que a diretoria cruzeirense já está se ‘coçando’ pra manter suas estrelas e continuar com a hegemonia pelo o vôlei Nacional e Internacional. Cenas do próximo capítulo estão por vir e o torcedor vai ter muitos motivos para ‘roer as unhas’.

Novidades sobre o ranking em especial, serão as mais comentadas e discutidas por clubes e torcedores. Somente o tempo irá dizer..


domingo, 10 de abril de 2016

Bruno e Lucão, bem próximos do Sesi

Após o anúncio do Modena de não renovação. Sesi pode ser a nova casa de selecionáveis

Os jogadores da seleção e atuais Modena, estão próximos de um acerto com o Sesi. O levantador e central da seleção, não devem ficar no time italiano. Mesmo tendo feita uma boa campanha, não devem ter seus vínculos renovados.

A eliminação da Champions League, supostamente, pesou, e os italianos, não devem renovar com vários atletas, dentre eles, o francês Ngapeth, além dos brasileiros. Com um time bastante caro e orçamento reduzido, se tornou quase que inviável a permanência de ambos na equipe.

Lucão e Bruninho viriam pra reforçar uma equipe, praticamente, pronta. Sendo feita com isso, apenas algumas contratações pontuais. O central Sidão entrou na pauta do Piacenza, e pode deixar o Sesi.

Essa é uma entre outras notícias, especulações, que naturalmente surgem ao fim da temporada. Consequentemente, Lucão viria para substituí-lo, além de contar com outro central, Riad.  

Ambos sofreram muita com lesões e viraram um ponto de interrogação para a gestão e planejamento do clube para as próximas temporadas. O titular e que vem ganhando a cada dia mais projeção é o jovem Aracaju, um dos grandes destaques do time paulista na última Superliga.

O mercado do vôlei está aquecido. Novidades, grandes contratações estão por vir. As equipes que fizeram uma boa Superliga devem manter suas espinhas dorsais e apenas fortalecer alguma posição que o clube necessite. 

Nada de contratação por baciada. Planejamento, estrutura e inteligência para tentarem acabar com a hegemonia de Cruzeiro e Rio de Janeiro, respectivamente.


Cruzeiro confirma status de melhor equipe do planeta e conquista tudo na temporada

'Papa tudo', Cruzeiro bate todos os recordes e entra de vez no hall das maiores equipes da história do vôlei mundial

Copa do Brasil, Supercopa, Mineiro, Mundial de Clubes, Copa Brasil e fechando o ano, mais um caneco, a Superliga.

O tetracampeonato celeste se reflete dentro de quadra, em forma de conquistas e um trabalho de planejamento, modelo, em uma gestão longa, contínua. Desde a chegada do técnico argentino Marcelo Mendez, são 21 títulos, em 25 disputados.

Sada Cruzeiro supera o tradicional Minas e a forte equipe do Florianópolis, ambas com 4 títulos da Liga nacional. Títulos, como o bicampeonato mundial, vencido sobre o time de estrelas do Zenit Kazan, mostrou o porquê, o clube mineiro a cada temporada, consegue se reinventar.

Cruzeiro com frieza, técnica e bastante paciência, se supera em mais uma conquista 

Em uma temporada com tantas boas equipes e um equilíbrio latente em cada decisão, o Cruzeiro não se apavora com os jogos importantes e decidem ponto a ponto, com paciência, frieza e uma inteligência emocional, em saber tratar conceitos como confiança e talento, em plena sintonia e qualidade.

Na partida de hoje, o Campinas ‘endureceu’ a partida e valorizou muito bem a vitória cruzeirense.

O ponteiro Lucas Loh foi o grande destaque do time campineiro, muito efetivo na maioria dos side outs, além do central Maurício Souza, muito equilibrado durante toda partida, ambos, são nomes praticamente certos para a convocação da próxima terça feira (12), do técnico Bernardinho.

Do lado do time de Belo Horizonte, é impressionante o que o cubano, hoje, naturalizado brasileiro, vem fazendo. Leal, além de ótimo passador, tem um ‘canhão’ que destrói de forma literal a defesa adversária.

A volta por cima do oposto Wallace do Cruzeiro, foi mais uma tônica da partida de hoje. Após a vitória e a confirmação do título, o oposto foi as lágrimas, agradecendo o grupo pelo o empenho e força. Ele vinha de uma lesão, que o colocou em alguns momentos, uma desconfiança, se podia voltar a jogar em alto rendimento.

A resposta foi dada dentro de quadra, mais uma vez Wallace se mostrou um jogador diferencial, um dos pilares da equipe cruzeirense. A regularidade e o talento puro sempre do ponteiro passador Filipe, tido com a melhor recepção da Superliga. Mais uma vez, foi referência no passe, e fundamental nas viradas de bola do time mineiro.

Serginho, Éder e Isak, fazem o famoso feijão com arroz, mas, com ingredientes especiais, que deixa qualquer prato, o mais requintado e apetitoso do planeta. Jogadores do nível de seleção brasileira que só dão o tempero para a melhor refeição, melhor prato.

Fechando o alicerce forte da equipe do Cruzeiro, Marcelo Mendez se faz a cada competição, o argentino mais brasileiro. O nome dele na seleção cresce a cada dia. Sob sua batuta, veio à tona uma hegemonia que perdura por anos e uma projeção ainda mais duradoura.

Jogadores serão extremamente valorizados, os adversários vão tentar desestabiliza-los, tentando alguma contratação. Mas, alguém acredita que esse time será desmontado, depois de anos de conquistas e principalmente, reforçando os seus respectivos rivais?!


A diretoria cruzeirense já trabalha nos bastidores, pra manter o legado de títulos, conquistas, que já está marcado como a melhor equipe da história do vôlei nacional, que o tempo vai lapidar pra posteridade. Histórias de uma equipe mais que vitoriosa. Como o diz o próprio hino celeste: “Cruzeiro, Cruzeiro querido, tão combatido, jamais vencido”.. 

Praia Clube entra de vez no hall das grandes equipes do vôlei nacional

Praia Clube em sua 1ª decisão de Superliga, contra a equipe do Rio de Janeiro. Emoção do início ao fim..

É notório e reconhecido pela maioria dos amantes da modalidade e especialistas. O Praia Clube veio pra ficar. A campanha do vice-campeonato só veio a confirmar o trabalho de excelência feito pela a equipe do triangulo mineiro.

A gestão primor, que faz hoje contratações pontuais, alia a paixão do torcedor, com um investimento focado e inteligência na captação de receita, etc. O ginásio lotado só confirma esse status.

Além disso, nomes com pompa, como: a central Walewska, que teve propostas por várias equipes e preferiu ficar no clube mineiro, pelos motivos, já comentados nos bastidores do vôlei, planejamento, organização e paixão por uma modalidade que fez da cidade, mais uma referência.

Uberlândia é um centro econômico importante do país, com uma agricultura e agropecuária muito forte. Ações e mercado de subsistência para o país, um centro de agronegócio.

A cidade também possui uma equipe de basquete, bastante tradicional, ‘copeira’, com títulos importantes e uma trajetória bastante significativa. O estádio Parque do Sabiá, como uma cidade do interior, ostenta uma arena para mais de 50 mil pessoas e o ginásio Tancredo Neves, conhecido como “Sabiazinho”, que sediou uma importante competição, uma etapa da Liga Mundial.

Ginásio Tancredo Neves, sediando uma etapa da Liga Mundial
Pra ratificar toda pompa do time de Uberlândia, já é tido como certo, a vinda da central da seleção Fabiana, a ponteira do Minas Carla e a renovação de Walewska e grande parte da equipe.


O tempo trata de lapidar o nome do clube, como uma das grandes forças do vôlei nacional. Ingredientes para esse bolo não faltam, um fermento de qualidade e quantidade, aliando a paixão e um trabalho sério, de planejamento, paciência e muita, mas muita luta. A hora chegou.. Uma nova história está sendo escrita no vôlei brasileiro, cheio de sangue, amor e suor. 

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Cresce os rumores do casal 20 do vôlei em novo clube, no Minas Tênis Clube

Jaque e Murilo com o filho Artur. Um novo rumo para o casal 20 do Vôlei? 
Depois o anuncio do Sesi que não irá renovar, praticamente, com todo plantel para a próxima temporada, apenas a ponteira Sabrina, terá seu vínculo empregatício renovado.

Em tempos de fim de temporada, começa-se um novo cenário, com novos roteiros, mais especificamente, o enredo das especulações. 

Com a derradeira saída de várias jogadoras, em especial, a ponteira Jaque. Com a temporada anterior, quando jogava na capital mineira pelo o Camponesa Minas, fez uma ótima campanha, levando a equipe a semi da Superliga.

Mais uma vez o nome dela surge com força na capital do Vôlei nacional. Existe inclusive alguns rumores de possíveis conversas com a atleta, por parte da direção do Minas. Somente o tempo, poderá dizer..

O pacote do Minas não viria somente a Jaque, mas o casal 20 do Vôlei Nacional, Jaque e Murilo.

O ponteiro do Sesi poderia ser viável, uma vez, que o jogador está há algum tempo no clube paulista. 

Mesmo com a boa recuperação e uma regular Superliga, a mudança de ares talvez pudesse surgir como trunfo do clube mineiro, além de uma chance, de crescer e ser mais um pilar de liderança, dentro do Minas Tênis Clube..


A contratação ainda é colocada com cuidado por parte da direção do Minas. Cenas do próximo capítulo estão por vir, em especial, em um período de ano Olímpico, muita água vai passar por debaixo dessa ponte, no quesito ‘especulação’, mais ainda. 

domingo, 3 de abril de 2016

Derrota do Praia Clube no 2º set, divisor de águas, em mais um título das cariocas


A Superliga mais uma vez mostrou, quem é quem na competição. O time do Rexona Ades liderado pelo técnico Bernardinho já havia feito a melhor campanha na fase de classificação, além de defender a hegemonia de várias temporadas.

O jogo se mostrou muito equilibrado e surpreendeu muita gente. O Time de Uberlândia jogava sem o peso das decisões, com alegria, empolgação, e principalmente, um time muito disciplinado taticamente, aliando bons saques e um bloqueio mortal.

Time do técnico Bernardinho amplia hegemonia no vôlei feminino, em mais uma conquista de Superliga

Do outro lado, o Rio de Janeiro, jogava com a pompa de ‘estrelas’ e o status de ser time a ser batido. A responsabilidade atingiu proporções ainda maiores, diante a dificuldade enfrentada pra vencer o arquirrival.

O grande destaque da competição, a ponteira Natália foi anulada na decisão, e a missão de ‘liderar’ ficou com a oposta Monique, grande destaque do time carioca. A vitória se contextualizou, principalmente, quando o time de Uberlândia vencia o 3º set por 23 a 18 e deixou o Rexona reagir e virar no marcador, vencendo na oportunidade.

O jogo parelho se manteve até o fim e. O Praia Clube mostrou que pode ser pra próxima temporada a ‘carne de pescoço’ dos cariocas, um adversário indigesto a ser enfrentado.

A Superliga mostrou que as tidas como veteranas, ainda jogam muito e são extremamente importante para suas equipes. A líbero Fabi do Rio de Janeiro, extremamente técnica e voluntariosa, ainda é um dos pilares do Vôlei Nacional. Do outro lado, a central do Praia Walewska foi a locomotiva mineira, em mais uma apresentação de gala.

É inegável não reconhecer a regularidade do time carioca, um time exigido, cobrado no patamar Bernardinho de qualidade. Mesmo não tendo jogado bem, jogou com a sorte e os erros do adversário, além, obviamente, a competência e frieza em controlar a partida em momentos adversos.

Assim foi o 3º set, uma parcial definida no emocional de uma equipe que sabe decidir e se aproveitar da experiência em decisões.

Para o Praia, ficou o sentimento de ‘podia mais’. O time fez uma belíssima atuação, mas esbarrou em pequenos erros, que não podem acontecer em uma decisão.

Em jogo de decisão, quem erra menos é o vencedor, e a equipe mineira vacilou na hora que não podia, e deu de ‘bandeja’, mais um campeonato para o Rio de Janeiro.


Nova safra que já dá grandes frutos para o país.

Nova safra que já dá grandes frutos para o país.
Brasil se torna campeão da Liga Mundial com um time renovado e grandes promessas