terça-feira, 12 de abril de 2016

RANKING PODE ENFRAQUECER O TIME MULTICAMPEÃO DO SADA CRUZEIRO


Clubes travam uma nova batalha com a entidade do voleibol (CBV) pra não perder seus atletas
Com o tetracampeonato da Superliga conquistado no último domingo e os títulos da Supercopa, Copa Brasil, Mineiro e Mundial Interclubes, fizeram do clube mineiro, o maior alvo não só dos adversários, mas sim do regulamento.

O tão famigerado e comentado ranqueamento entra como principal pauta dos clubes para manter seus atletas. Como prevê o sistema da CBV: no masculino, os clubes podem até 3 jogadores nota 7, enquanto no feminino, apenas 2.

O ranking prevê um maior nivelamento das equipes. Porém, é mal reformulada. Com o passar de cada temporada em que tal atleta fica no clube, sua pontuação vai aumentando, chegando a uma situação de a própria equipe ter que negociar algum atleta para não estourar na pontuação.

No caso específico do Cruzeiro, há rumores em que o clube tenha 5 atletas nota 7. Caso isso se confirme, e o time mineiro juntamente com as equipes não consigam nenhum tipo de resposta, em relação a regulamento vigente do ranking.

O clube poderá ter algumas estrelas negociadas para outros clubes. Inclusive, já se fala na suposta saída do central Éder e o oposto Wallace. Eles estariam indo para o Taubaté. Como em toda final de temporada, surgem muitas especulações e com o mercado aquecido, muita coisa há de acontecer,

O certo é que a diretoria cruzeirense já está se ‘coçando’ pra manter suas estrelas e continuar com a hegemonia pelo o vôlei Nacional e Internacional. Cenas do próximo capítulo estão por vir e o torcedor vai ter muitos motivos para ‘roer as unhas’.

Novidades sobre o ranking em especial, serão as mais comentadas e discutidas por clubes e torcedores. Somente o tempo irá dizer..


domingo, 10 de abril de 2016

Bruno e Lucão, bem próximos do Sesi

Após o anúncio do Modena de não renovação. Sesi pode ser a nova casa de selecionáveis

Os jogadores da seleção e atuais Modena, estão próximos de um acerto com o Sesi. O levantador e central da seleção, não devem ficar no time italiano. Mesmo tendo feita uma boa campanha, não devem ter seus vínculos renovados.

A eliminação da Champions League, supostamente, pesou, e os italianos, não devem renovar com vários atletas, dentre eles, o francês Ngapeth, além dos brasileiros. Com um time bastante caro e orçamento reduzido, se tornou quase que inviável a permanência de ambos na equipe.

Lucão e Bruninho viriam pra reforçar uma equipe, praticamente, pronta. Sendo feita com isso, apenas algumas contratações pontuais. O central Sidão entrou na pauta do Piacenza, e pode deixar o Sesi.

Essa é uma entre outras notícias, especulações, que naturalmente surgem ao fim da temporada. Consequentemente, Lucão viria para substituí-lo, além de contar com outro central, Riad.  

Ambos sofreram muita com lesões e viraram um ponto de interrogação para a gestão e planejamento do clube para as próximas temporadas. O titular e que vem ganhando a cada dia mais projeção é o jovem Aracaju, um dos grandes destaques do time paulista na última Superliga.

O mercado do vôlei está aquecido. Novidades, grandes contratações estão por vir. As equipes que fizeram uma boa Superliga devem manter suas espinhas dorsais e apenas fortalecer alguma posição que o clube necessite. 

Nada de contratação por baciada. Planejamento, estrutura e inteligência para tentarem acabar com a hegemonia de Cruzeiro e Rio de Janeiro, respectivamente.


Cruzeiro confirma status de melhor equipe do planeta e conquista tudo na temporada

'Papa tudo', Cruzeiro bate todos os recordes e entra de vez no hall das maiores equipes da história do vôlei mundial

Copa do Brasil, Supercopa, Mineiro, Mundial de Clubes, Copa Brasil e fechando o ano, mais um caneco, a Superliga.

O tetracampeonato celeste se reflete dentro de quadra, em forma de conquistas e um trabalho de planejamento, modelo, em uma gestão longa, contínua. Desde a chegada do técnico argentino Marcelo Mendez, são 21 títulos, em 25 disputados.

Sada Cruzeiro supera o tradicional Minas e a forte equipe do Florianópolis, ambas com 4 títulos da Liga nacional. Títulos, como o bicampeonato mundial, vencido sobre o time de estrelas do Zenit Kazan, mostrou o porquê, o clube mineiro a cada temporada, consegue se reinventar.

Cruzeiro com frieza, técnica e bastante paciência, se supera em mais uma conquista 

Em uma temporada com tantas boas equipes e um equilíbrio latente em cada decisão, o Cruzeiro não se apavora com os jogos importantes e decidem ponto a ponto, com paciência, frieza e uma inteligência emocional, em saber tratar conceitos como confiança e talento, em plena sintonia e qualidade.

Na partida de hoje, o Campinas ‘endureceu’ a partida e valorizou muito bem a vitória cruzeirense.

O ponteiro Lucas Loh foi o grande destaque do time campineiro, muito efetivo na maioria dos side outs, além do central Maurício Souza, muito equilibrado durante toda partida, ambos, são nomes praticamente certos para a convocação da próxima terça feira (12), do técnico Bernardinho.

Do lado do time de Belo Horizonte, é impressionante o que o cubano, hoje, naturalizado brasileiro, vem fazendo. Leal, além de ótimo passador, tem um ‘canhão’ que destrói de forma literal a defesa adversária.

A volta por cima do oposto Wallace do Cruzeiro, foi mais uma tônica da partida de hoje. Após a vitória e a confirmação do título, o oposto foi as lágrimas, agradecendo o grupo pelo o empenho e força. Ele vinha de uma lesão, que o colocou em alguns momentos, uma desconfiança, se podia voltar a jogar em alto rendimento.

A resposta foi dada dentro de quadra, mais uma vez Wallace se mostrou um jogador diferencial, um dos pilares da equipe cruzeirense. A regularidade e o talento puro sempre do ponteiro passador Filipe, tido com a melhor recepção da Superliga. Mais uma vez, foi referência no passe, e fundamental nas viradas de bola do time mineiro.

Serginho, Éder e Isak, fazem o famoso feijão com arroz, mas, com ingredientes especiais, que deixa qualquer prato, o mais requintado e apetitoso do planeta. Jogadores do nível de seleção brasileira que só dão o tempero para a melhor refeição, melhor prato.

Fechando o alicerce forte da equipe do Cruzeiro, Marcelo Mendez se faz a cada competição, o argentino mais brasileiro. O nome dele na seleção cresce a cada dia. Sob sua batuta, veio à tona uma hegemonia que perdura por anos e uma projeção ainda mais duradoura.

Jogadores serão extremamente valorizados, os adversários vão tentar desestabiliza-los, tentando alguma contratação. Mas, alguém acredita que esse time será desmontado, depois de anos de conquistas e principalmente, reforçando os seus respectivos rivais?!


A diretoria cruzeirense já trabalha nos bastidores, pra manter o legado de títulos, conquistas, que já está marcado como a melhor equipe da história do vôlei nacional, que o tempo vai lapidar pra posteridade. Histórias de uma equipe mais que vitoriosa. Como o diz o próprio hino celeste: “Cruzeiro, Cruzeiro querido, tão combatido, jamais vencido”.. 

Praia Clube entra de vez no hall das grandes equipes do vôlei nacional

Praia Clube em sua 1ª decisão de Superliga, contra a equipe do Rio de Janeiro. Emoção do início ao fim..

É notório e reconhecido pela maioria dos amantes da modalidade e especialistas. O Praia Clube veio pra ficar. A campanha do vice-campeonato só veio a confirmar o trabalho de excelência feito pela a equipe do triangulo mineiro.

A gestão primor, que faz hoje contratações pontuais, alia a paixão do torcedor, com um investimento focado e inteligência na captação de receita, etc. O ginásio lotado só confirma esse status.

Além disso, nomes com pompa, como: a central Walewska, que teve propostas por várias equipes e preferiu ficar no clube mineiro, pelos motivos, já comentados nos bastidores do vôlei, planejamento, organização e paixão por uma modalidade que fez da cidade, mais uma referência.

Uberlândia é um centro econômico importante do país, com uma agricultura e agropecuária muito forte. Ações e mercado de subsistência para o país, um centro de agronegócio.

A cidade também possui uma equipe de basquete, bastante tradicional, ‘copeira’, com títulos importantes e uma trajetória bastante significativa. O estádio Parque do Sabiá, como uma cidade do interior, ostenta uma arena para mais de 50 mil pessoas e o ginásio Tancredo Neves, conhecido como “Sabiazinho”, que sediou uma importante competição, uma etapa da Liga Mundial.

Ginásio Tancredo Neves, sediando uma etapa da Liga Mundial
Pra ratificar toda pompa do time de Uberlândia, já é tido como certo, a vinda da central da seleção Fabiana, a ponteira do Minas Carla e a renovação de Walewska e grande parte da equipe.


O tempo trata de lapidar o nome do clube, como uma das grandes forças do vôlei nacional. Ingredientes para esse bolo não faltam, um fermento de qualidade e quantidade, aliando a paixão e um trabalho sério, de planejamento, paciência e muita, mas muita luta. A hora chegou.. Uma nova história está sendo escrita no vôlei brasileiro, cheio de sangue, amor e suor. 

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Cresce os rumores do casal 20 do vôlei em novo clube, no Minas Tênis Clube

Jaque e Murilo com o filho Artur. Um novo rumo para o casal 20 do Vôlei? 
Depois o anuncio do Sesi que não irá renovar, praticamente, com todo plantel para a próxima temporada, apenas a ponteira Sabrina, terá seu vínculo empregatício renovado.

Em tempos de fim de temporada, começa-se um novo cenário, com novos roteiros, mais especificamente, o enredo das especulações. 

Com a derradeira saída de várias jogadoras, em especial, a ponteira Jaque. Com a temporada anterior, quando jogava na capital mineira pelo o Camponesa Minas, fez uma ótima campanha, levando a equipe a semi da Superliga.

Mais uma vez o nome dela surge com força na capital do Vôlei nacional. Existe inclusive alguns rumores de possíveis conversas com a atleta, por parte da direção do Minas. Somente o tempo, poderá dizer..

O pacote do Minas não viria somente a Jaque, mas o casal 20 do Vôlei Nacional, Jaque e Murilo.

O ponteiro do Sesi poderia ser viável, uma vez, que o jogador está há algum tempo no clube paulista. 

Mesmo com a boa recuperação e uma regular Superliga, a mudança de ares talvez pudesse surgir como trunfo do clube mineiro, além de uma chance, de crescer e ser mais um pilar de liderança, dentro do Minas Tênis Clube..


A contratação ainda é colocada com cuidado por parte da direção do Minas. Cenas do próximo capítulo estão por vir, em especial, em um período de ano Olímpico, muita água vai passar por debaixo dessa ponte, no quesito ‘especulação’, mais ainda. 

domingo, 3 de abril de 2016

Derrota do Praia Clube no 2º set, divisor de águas, em mais um título das cariocas


A Superliga mais uma vez mostrou, quem é quem na competição. O time do Rexona Ades liderado pelo técnico Bernardinho já havia feito a melhor campanha na fase de classificação, além de defender a hegemonia de várias temporadas.

O jogo se mostrou muito equilibrado e surpreendeu muita gente. O Time de Uberlândia jogava sem o peso das decisões, com alegria, empolgação, e principalmente, um time muito disciplinado taticamente, aliando bons saques e um bloqueio mortal.

Time do técnico Bernardinho amplia hegemonia no vôlei feminino, em mais uma conquista de Superliga

Do outro lado, o Rio de Janeiro, jogava com a pompa de ‘estrelas’ e o status de ser time a ser batido. A responsabilidade atingiu proporções ainda maiores, diante a dificuldade enfrentada pra vencer o arquirrival.

O grande destaque da competição, a ponteira Natália foi anulada na decisão, e a missão de ‘liderar’ ficou com a oposta Monique, grande destaque do time carioca. A vitória se contextualizou, principalmente, quando o time de Uberlândia vencia o 3º set por 23 a 18 e deixou o Rexona reagir e virar no marcador, vencendo na oportunidade.

O jogo parelho se manteve até o fim e. O Praia Clube mostrou que pode ser pra próxima temporada a ‘carne de pescoço’ dos cariocas, um adversário indigesto a ser enfrentado.

A Superliga mostrou que as tidas como veteranas, ainda jogam muito e são extremamente importante para suas equipes. A líbero Fabi do Rio de Janeiro, extremamente técnica e voluntariosa, ainda é um dos pilares do Vôlei Nacional. Do outro lado, a central do Praia Walewska foi a locomotiva mineira, em mais uma apresentação de gala.

É inegável não reconhecer a regularidade do time carioca, um time exigido, cobrado no patamar Bernardinho de qualidade. Mesmo não tendo jogado bem, jogou com a sorte e os erros do adversário, além, obviamente, a competência e frieza em controlar a partida em momentos adversos.

Assim foi o 3º set, uma parcial definida no emocional de uma equipe que sabe decidir e se aproveitar da experiência em decisões.

Para o Praia, ficou o sentimento de ‘podia mais’. O time fez uma belíssima atuação, mas esbarrou em pequenos erros, que não podem acontecer em uma decisão.

Em jogo de decisão, quem erra menos é o vencedor, e a equipe mineira vacilou na hora que não podia, e deu de ‘bandeja’, mais um campeonato para o Rio de Janeiro.


sábado, 2 de abril de 2016

William quer encerrar carreira no Cruzeiro, mas ainda não teve seu contrato renovado


Sada Cruzeiro Divulgação
O levantador William Arjona, conhecido como ‘mago’ e um dos líderes da máquina de ganhar títulos, a equipe SADA CRUZEIRO, falou após a classificação de seu clube para mais uma final de Superliga.

O levantador também da seleção argumentou sobre um impasse, atualmente, a renovação de contrato. 

“Espero finalizar a carreira aqui no Cruzeiro, porém, ainda não renovei o contrato. Estou no aguardo. Pelos os nossos feitos, merecíamos até um busto, são conquistas de um grupo maravilhoso. Tenho orgulho em fazer parte desse grupo”.

Com mais de 5 anos, jogando pelo time celeste, vem colecionando títulos e mais títulos, e convocações importantes pela seleção.

O posto de melhor levantador da competição mais acirrada do planeta que é a Superliga, só confirma o status de um dos atletas, supostamente, mais valorizados do país.


A sua equipe decide no próximo domingo mais uma Superliga, Taubaté ou Campinas. Será a 3ª decisão seguida do clube mineiro, que vai tentar fechar o ano, como a equipe mais regular do planeta, com todas competições disputadas e vencidas. 

“Somos um time acostumado com decisões” declara o técnico Marcelo Mendez


Após o termino de mais uma grande decisão, a equipe do Sada Cruzeiro se classificou para a final da Superliga, eliminando o Sesi por 3 sets a 2.

O jogo marcou a supremacia do time mineiro, mesmo tendo do outro lado, um adversário duro, cascudo, Sesi São Paulo. O clássico se mostrou ‘parelho’ do início ao fim, um verdadeiro teste para cardíacos.

Sada Cruzeiro Divulgação
O saque foi ingrediente principal das equipes, em especial, o Sesi conseguiu jogar com um nível de equilíbrio e concentração, com poucos erros de saque, aliado a efetividade do jovem central Aracaju, que além de marcar alguns aces na partida, trouxe bastante dificuldade para a defesa cruzeirense.

A versatilidade, técnica do ‘mago’ William, aliada a eficiência do líbero Serginho, ajudou a manter o Cruzeiro, equilibrado. O jogo se desenvolveu e a troca de pontos no marcador se mantinha, o alto nível técnico, tático, se confirmou.

Ao fim da partida, o Sesi não aguentou a pressão e se sucumbiu. O Cruzeiro com o forte bloqueio e a sempre constância da dupla Leal e Wallace e o ponteiro mais equilibrado desse país, Filipe.

As ações técnicas se equivalem aos parâmetros táticos, o bom posicionamento do bloqueio, a cobertura e a velocidade dão uma dinâmica, bastante efetiva, divisora de águas na partida.

Muito se pensa que o equilíbrio emocional seja o fator determinante das vitórias do Cruzeiro. 

Para o técnico Marcelo Mendez, o entrosamento e o costume com grandes jogos fez com que a equipe, se efetivasse cada vez mais: “Somos acostumados a decisões, formamos um grupo forte, que não sente o jogo, a pressão”, enfatiza o técnico cruzeirense.




Cruzeiro amplia freguesia sobre o Sesi e está mais uma vez na final

Sada Cruzeiro Divulgação. Festa cruzeirense fora de casa

O retrospecto ruim dos paulistas sobre os mineiros, mais uma vez caiu como um guindaste, em mais um jogo de ‘encher os olhos’, de pura competitividade e equilíbrio.

O Sesi mesmo tendo feito uma boa partida, não conseguiu segurar o ritmo e acabou perdendo para o Cruzeiro no tie break. Desde a temporada 2010/11, quando a equipe paulista venceu o time celeste, no ginásio do Mineirinho, na primeira decisão dos clubes, não houve mais vitórias ou eliminações.

Com a eliminação na semi da Copa Brasil desde ano, o Sesi mantém um jejum de vitórias sobre o Sada Cruzeiro. Foram várias eliminações; como na semifinal da Superliga, temporada 2012/13, na decisão da Copa Brasil de 2014, e decisões da Superliga, nas temporadas, 2013/14 e 2014/15.

O jogo

O ginásio Lauro Gomes, localizado na região de São Caetano, estava lotado. A pressão do time da casa era enorme, só esqueceram que do outro lado havia outra equipe, muito forte, quase imbatível.

O Cruzeiro como time ‘encardido’, mostrou o porquê é a equipe ser batida no mundo. Apesar do equilíbrio do início ao fim, teve como roteiro, uma mesmice no script de cada competição. 

O Cruzeiro venceu por 3 sets a 2 e decide com Campinas ou Taubaté, defendendo a hegemonia, em uma temporada perfeita, com o bicampeonato mundial, Mineiro, Supercopa, Copa Brasil e Sul-americano.

O Sesi começa bem na partida, equilibrada no seu side-out, se manteve ‘parelho’. Do outro lado, a equipe cruzeirense, jogando de forma fria e calculista, não deixou o adversário ‘desgarrar’ no marcador. 

A entrada do central Sidãp surte efeito, com um bloqueio iguala no marcador para o time paulista. O bloqueio de Isak dá números finais para a equipe mineira, em vitória por 26 a 24.

O 2º set começa; com os cruzeirenses mais concentrados. Com um bom saque, impõe dificuldade para o time adversário. O fundamento se torna uma arma quase que infalível para o Sesi, colocando a equipe na partida e fazendo o Cruzeiro experimentar do próprio veneno. 

A famosa ‘patada’ do cubano Leal amplia ainda mais no marcador. Com um forte e eficiente saque de Aracaju aliada ao bom bloqueio, fazem uma barreira quase que instransponível, a reação no set, deu um novo ânimo para o Sesi, dando números finais, com a vitória do Sesi por 29 a 27.

0 3º set se define como o Sesi mais agressivo, o bom saque dá uma perspectiva positiva, mantendo uma vantagem sobre o seu adversário. 

Comendo pelas beiradas, ‘mineiramente’, o Cruzeiro chegou ao empate, com o ace de Leal. O equilíbrio se mantém até o final. Com um erro de cálculo do ponteiro cruzeirense Filipe, ajudou o Sesi a igualar e virar no marcador, com a vitória paulista por 25 a 22.

0 4º set se mostra, o mesmo dos anteriores, equilíbrio do inicio ao fim, um jogo digno de uma semifinal de Superliga. Com a falha de Douglas, o Cruzeiro abre uma vantagem na parcial. 

O levantador William em mais um ótimo saque, deixa os cruzeirenses cada vez mais próximos da vitória. Aracajú, de fato, o melhor sacador da partida, conseguiu manter ‘acordado’ o Sesi, equilibrado e vivo no set. O ataque de Wallace acaba com as pretensões do Sesi no set, com a vitória do Cruzeiro e igualdade na partida, por 25 a 23.

Tie break se define, com a supremacia do time mineiro, que além de calar a torcida paulista, soube jogar a pressão para o outro lado. O som uníssono de ‘Cruzeirooooooo..’ ecoava pelo o ginásio. A grande maioria de vermelho se sucumbia à pressão do time mineiro.

Com a frieza que lhe é característico, controla as ações e mantém uma pequena vantagem. 

De forma cirúrgica, o Cruzeiro costura os melhores atalhos e se aproxima da classificação. Com mais uma bola pra fora, o time mineiro está em mais uma final, vencendo o set por 15 a 10 e o jogo por 3 sets a 2.


Nova safra que já dá grandes frutos para o país.

Nova safra que já dá grandes frutos para o país.
Brasil se torna campeão da Liga Mundial com um time renovado e grandes promessas