quarta-feira, 26 de abril de 2017

Minas pode fazer uma contratação 'bombástica' para substituir a oposta Hooker

Após a saída da oposta americana Destinee Hooker do Camponesa Minas, outro nome ganha força na capital mineira. Como mais um rumor do mercado, a atleta da vez é a Sheilla Castro, que está sem clube e já demonstrou interesse em encerrar a carreira no Minas.
A norte-americana sai em alta depois de uma temporada extremamente regular, sendo destaque da equipe mineira em duelos que se tornaram clássicos eternos, como diante o Rexona Sesc, em que o time de Bernardinho 'suou' para se classificar para mais uma finalíssima, numa parcial apertada por 3 a 2.
Em tempos de mercado agitado, jogadores, técnicos, trocam de clubes, como trocam de roupa, a cada fim de temporada. Com uma gestão diferente, o vôlei não faz planejamento com contratos tão longos, em muitos casos, apenas 1 ano, com a renovação do mesmo, ao término da temporada. Após a eliminação para a equipe carioca e uma ótima campanha de ‘encher os olhos’, aumentou-se o assédio nas jogadoras do Minas, casos de Jaque, Rosamaria, Mara, Naiane, o técnico Paulo Coco e especialmente, Hooker, pilar da ótima campanha mineira na Superliga feminina.

Hooker e Coco, já anunciaram sua saída. Jaque é uma das prioridades do clube de Belo Horizonte, porém, a negociação é tida como ‘cascuda’, pelo o alto investimento na atleta e os anseios de outras equipes em contar com a jogadora. A citada Rosamaria, Mara, Léia, já renovaram com o Minas, além de Karol Tormena e Pri Daroit.
Falando de Sheilla, não é novidade pra ninguém, a sua preferência pelo o clube de BH, mesmo se tratando de rumores de mercado. A oposta que se formou nas categorias de base do Minas, despontando se como uma das mais promissoras atletas na posição, com o bicampeonato olímpico, entre vários Grand Prixs, e uma coleção de troféus, sendo MVP em alguns. Sheilla surge como pauta forte de contratação para o Camponesa Minas.
Somente o tempo dirá...
Cenas do próximo capítulo estão por vir, aumenta-se a expectativa para mais uma suposta 'bomba' nos arredores da Arena Juscelino Kubistchek.

Em tempos de especulação, William Arjona faz declaração de amor ao time celeste

William Arjona, uma palavra apenas não define o atleta cruzeirense. Com tantos títulos na bagagem, seu nome é meio que unanimidade pelo lado celeste, inclusive, se envolvendo em uma polêmica de forma indireta, na negociação do oposto Wallace, na temporada anterior. Com um grupo seleto de grandes jogadores, o Sada Cruzeiro estourava com isso, o número de atletas, com valor, nota máxima 7, tendo que abdicar de uma das suas estrelas, na situação: William ou Wallace? O time de Belo Horizonte optou por William que fez uma declaração de amor ao clube, no período de negociação.
Com a ida de Wallace para o Funvic Taubaté, Arjona ganhou mais força ainda no elenco, se tornando um pilar, intocável pelo o técnico Marcelo Mendez. Com propostas do Sesi São Paulo, que já mostrou que vai fazer todos os esforços para tirar o atleta do clube celeste. Porém, uma maré de sentimento, comoção cresce a cada dia e a sua permanência está bem próxima de acontecer.
Na negociação de outrora, o ‘Mago’, como é conhecido, mostrou toda consideração, respeito e sentimento pelo o Cruzeiro, com os seguintes dizeres: “Quero me aposentar aqui no Cruzeiro, estou adaptado, tenho minha família que me acompanha. Belo Horizonte se tornou a minha casa”, finaliza o levantador.
Com as especulações do mercado, e a suposta saída de Bruno Rezende do Sesi, muito se cogita em contratar William para o posto. Missão das mais árduas; tirar não apenas um atleta, mas, sim um líder nato, um ídolo. A diretoria do Cruzeiro já se mostrou a respeito do assunto. “Só sai, se quiser”. Com as portas abertas no time mineiro e a liderança conquistada em vários anos, e títulos, mais títulos, se torna muito complicado, tirar um jogador de destaque do clube adversário, sabendo também, que estará reforçando o outro lado.
Como diz o ditado: ‘em time que se ganha, não se mexe’. Se o ‘Mago’ concorda ou não, apenas ao término da Superliga e a renovação ou não do seu contrato se mostrará para torcedores, jogadores, comissão técnica, dirigentes.

domingo, 16 de abril de 2017

A chegada tardia de Hooker e Jaque custou à classificação para a final da Superliga. Entendam o porquê...


Muitos avaliam como a temporada do Camponesa Minas como bastante positiva, ao ‘endurecer’ no confronto com o time multicampeão de “Sir’ Bernardinho. A campanha digna, de grandeza do Minas, só não pode ser colocada como perfeita, por se tratar da equipe mais tradicional do vôlei nacional. Minas vinha com a Léia, pretendida por José Roberto na seleção brasileira no lugar de Camila Brait, a tarimbada Carol Gattaz, a experiente e valorizada Jaqueline, a jovem e promissora ponteira Rosamaria, além da central Mara, com passagens pelo o time de Bernardinho e também seleção brasileira, além do destaque, a contratação da americana Destinee Hooker.
Os nomes peso vieram pra fazer a balança na equipe mineira, que teve meio que de forma tardia, a chegada de Jaque e Hooker. A campanha de recuperação no segundo turno foi avassaladora e só não pôde deslumbrar uma melhor qualificação por conta da irregularidade do primeiro turno e a formação da espinha dorsal, que só veio posteriormente.
Seria prepotente falar que a equipe mineira ficaria com a primeira posição, mas, sim, que poderia buscar, talvez a frente de Osasco e Praia Clube, um melhor posicionamento, com isso, escaparia do Rexona, e não se enfrentariam, de forma precoce, nas semifinais. O preço do planejamento custou muito caro e a eliminação para as cariocas, só confirmou, que se ganha uma competição, literalmente, no começo.
Correndo contra o tempo e procurando não cometer os mesmos erros, o Minas já ‘corre atrás’ da renovação de contrato de algumas atletas e talvez, as substitutas para as possíveis perdas. Hooker, por exemplo, ganha mais de 100 mil reais por mês, precisará uma parceira forte para segurar a atleta. A notícia boa é que o time de Paulo Coco já renovou com a patrocinadora “Camponesa” e promete fazer investimentos grandes, e não cometer, por sua vez, a demora na gestão de grupo, supostamente, formação de um plantel qualitativo, quantitativo.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Hooker manda mensagem de solidariedade à Thaísa

A oposta do Camponesa Minas, a americana Destinee Hooker mandou uma mensagem de solidariedade a uma amiga especial, a central Thaisa. A central que hoje defende as cores da Turquia, a equipe do Eczacibasi, sofreu uma torção séria, levando a todos muita preocupação. Hooker e Thaísa jogaram juntas pelo o Osasco, conquistando a Superliga e acirrando com isso um grande elo de respeito, afeto e carinho. Confiram abaixo a mensagem da americana, que tem como dizeres:conquistando a Superliga e acirrando com isso um grande elo de respeito, afeto e carinho. Confiram abaixo a mensagem da americana, com os seguintes dizeres:

“Te amo muito, minha irmã. Muito triste o que aconteceu hoje, contigo, nesta partida. você está nas minhas orações. Uma das melhores bloqueadoras do mundo, mas importantemente, uma das mais bacanas. O mundo do voleibol aguarda pelo o seu retorno”, afirma a atual oposta do Minas, há alguns dias, pelas redes sociais.


“A torção fez Thaísa sair aos prantos de quadra na terça-feira, durante a semifinal da Liga dos Campeões, disputada entre sua equipe, o o Eczacibasi, e o Fenerbahçe. O acidente ocorreu no terceiro set. O jogo foi interrompido por alguns minutos, já que as demais atletas ficaram assustadas com o episódio. A partida terminou com vitória do Eczacibasi por 3 sets a 1, e o elenco homenageou a brasileira com o sinal do número 6, em referência à camisa da bicampeã olímpica”, afirma o Portal da Globo.

Após a partida, foi confirmado através de um diagnóstico que tudo não passou de um susto, como descreve o portal do G1. Mesmo sendo uma lesão que gerasse certas preocupações, foi avaliada que a melhor coisa a ser feita, seria um tratamento, ainda nada que envolvesse uma intervenção cirúrgica. A jogadora brasileira teve sua perna engessada, após algumas semanas, deverá começar fisioterapia.

A 'carta na manga' de Bernardinho para a decisiva partida contra o Minas

Depois da vitória sobre o Camponesa Minas por 3 sets a 1, em uma partida que celebrou um verdadeiro estudo tático de ‘Sir’ Bernardinho contra a equipe de Paulo Coco. A boa defesa aliada ao volume de jogo e o poder de definição, fizeram as cariocas se igualasse no marcador, que será decidido, posteriormente, nessa sexta feira (hoje, 14), ás 20h, na Arena da Barra. A partida que confirmou o ressurgimento do Rexona Sesc, teve como importante decisão do treinador carioca, a entrada da jovem Drussyla.
A entrada da jovem ponteira no lugar da holandesa Anne Buijs trouxe mais estabilidade e poder de decisão. Rio de Janeiro entrava como ‘franco atirador’, o famoso tudo ou nada. O saque tão criticado em outras partidas foi a principal arma, que posteriormente, dificultou todas as ações da equipe mineira.

Hooker e Jaque, Mara, Rosamaria, Gattaz e cia perderam o passe e o equilíbrio tático, técnico, se tornando quase que insustentável o quadro criado na partida. O side out que tinha como o pilar a líbero Leia, passando por Naiane, que teve um rendimento muito abaixo do esperado, sendo substituída por Karine, no decorrer do jogo. O 'passeio' da equipe carioca nos dois primeiros sets, só não foi pior, por que as mineiras acordaram literalmente na partida, apenas no terceiro set, meio que de forma tardia.
Drussyla, como ‘carta na manga’ de Bernardinho não só entrou como foi extremamente importante para a estruturação da equipe e o poder de definição, já citado. O quarto set e derradeiro mostrou a entrada de vez do Camponesa Minas na partida. Os contínuos erros e a estabilidade do time carioca, sucumbiram qualquer expectativa de vitória, consequentemente, um tie break para a equipe de Belo Horizonte. Vitória carioca e expectativa de mais uma grande partida, para 'cardíacos'. Quem levará o melhor? Será decidida a classificação hoje e a confirmação do maior embate da Superliga, sem sombra de dúvidas.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Naiane ‘cala’ os críticos


A vitória esplendorosa do Camponesa Minas sobre o Rexona Sesc por 3 sets a 1, em pleno domínio carioca, jogando no clube do Tijuca. A partida mostrou a eficiência do trabalho tático, técnico, do treinador da equipe Paulo Coco, que soube explorar as principais armas, o tão famoso ‘side out’, praticamente perfeito, aliada ao dinamismo da levantadora Naiane sobre as cariocas.

Bernardinho tentou trabalhar todas as armas possíveis, mas esbarrou na precisão da levantadora e toda equipe do Minas. Mara, sempre forte no bloqueio, juntamente com a Carol Gattaz e a eficiência de Leia, em defesas de extrema dificuldade.

O saque foi outra arma usada pelos minas tenistas. Naiane também foi efetiva nesse fundamento também. Com o famoso saque tático trouxe dificuldade para o time de ‘Sir’ Bernardinho. Do lado carioca, ficou só o fator emocional, psicológico, com uma equipe extremamente tarimbada, venceram o 3º set e colocaram pressão sobre o time de Belo Horizonte.

4º set, mais uma vez, o Minas colocou um forte jogo, impondo bastante dificuldade, o saque deu as cartas e aproximou o clube mineiro de uma vitória épica. A mocidade da levantadora Naiane de 22 anos, tão citada na partida, pouco ‘pesou’ o fator emocional. A instabilidade de outrora deixava de ter alguma relevância, dando um novo roteiro na curta trajetória no vôlei nacional.

Para a próxima partida, que ocorrerá na sexta feira (07), às 21h30, o Camponesa vai a busca de mais uma proeza; vencer e colocar pressão sobre a forte e favorita equipe do Rexona. A suposta vitória poderá colocar os mineiros a uma vitória da decisão. Caso, a equipe carioca vença abrirá uma vantagem por 2 a 1 nos confrontos, podendo decidir em Minas, sua classificação para mais uma final no currículo.


O que há de fato? Haverá uma grande partida entre 2 grandes equipes; os estrategistas Paulo Coco e Bernardo Rezende já estão pensando, como vencer, como passar pelas defesas adversárias e principalmente, o ‘extra’ jogo, que conta com ingredientes de suma importância para essa panela de pressão chamada decisão. O fator emocional dá as cartas e acirra o sentimento de luta, dedicação, técnica, qualidade, competência, eficiência. 

Atuação de Leal contra o Campinas rende pedido de comentarista do Sportv para a seleção brasileira


Depois de mais uma atuação de gala do ponteiro cruzeirense Leal, após uma importante vitória sobre o Campinas, por 3 a 1, valendo a primeira partida das quartas de final da Superliga Masculina. Os comentários de admiração pelo cubano e brasileiro (naturalizado), recentemente. Só confirmam o momento de ascensão, inclusive pela mídia especializada.

O comentarista do Sportv Nalbert Bitencourt, ao fim da partida, destacou: 

“O Leal está aí, em 2018, quem sabe, pra fazer parte da seleção. Ele ocupa uma posição carente e vai fazer muita diferença, na parte técnica, tática, como jogador que é de extrema qualidade”, afirma o ex jogador da seleção, fazendo de forma clara, campanha para o atleta do Cruzeiro.


Em 2018, ano de mundial, é provável a liberação do atleta para a disputa da competição, na expectativa da convocação de Renan Dal Zotto, que substitui o ícone Bernardinho. Com a formalização do atleta junto ao boletim internacional. Nas últimas Olimpíadas, Leal já era citado por torcedores, imprensa, como o ‘cara’ para a seleção.

Nalbert, hoje comentário do canal SporTV, como um nato na posição de ponteiro que Leal está chegando pra 'cravar' seu nome, como um dos maiores jogadores de todos os tempos, defendendo a 'amarelinha'

Com a duração de 2 anos ainda não completados desde a sua homologação junto ao governo cubano, como forma de punição, não podendo atuar por uma seleção de outro país e também por algum clube estrangeiro. Hoje, se encontra num estado de confirmação, tendo como o pleito, de novo atleta brasileiro e principalmente, defendendo a ‘amarelinha’.
A partida...

Campinas valorizou e muito a vitória cruzeirense. Com bons saques de Diogo e Maurício Souza trouxeram bastante dificuldade, aliada ao bom bloqueio campineiro. A vitória por 3 a 1, aparentemente fácil, se mostrou muito complicada. A estrutura defensiva do time paulista, muitas vezes, coibiu de forma efetiva a equipe mineira. O grupo seleto de grandes jogadores, com a força do elenco e peças de substituição.

Mesmo não fazendo uma partida de ‘encher os olhos’ por parte do Sada Cruzeiro, que viu do outro lado uma equipe muito aguerrida e disciplinada taticamente. Mais uma vez a força do elenco pesou e o Cruzeiro foi abrindo com o decorrer do set, Leal e Filipe, destaques no passe e definição. Simon, sempre acima da média, dessa vez foi apenas regular, mas que, de forma alguma diminuiu o ímpeto e o quadro da partida, que se demonstrou enganoso pelo o volume de jogo do time paulista, mas decisivo para a equipe celeste, passando como um rolo compressor sobre o time liderado pelo argentino Horácio Dileo.



quinta-feira, 6 de abril de 2017

Aumenta o coro para a volta de Wallace ao Cruzeiro, por conta de uma pequena mudança no ranking da CBV

A Superliga continua de vento em polpa, com a mesma empolgação de outrora. Porém, a discussão eterna que sempre sucinta nos clubes e atletas é o famoso ranqueamento, que tem como princípio; fazer uma balança, para que haja uma competição mais equilibrada a cada ano. Entretanto, não é isso, exatamente o que acontece, Cruzeiro e Rio de Janeiro mantém um reinado de várias temporadas, mesmo se opondo ao sistema da CBV (Confederação brasileira de Voleibol), contrariando qualquer paradigma, fazendo um trabalho de planejamento, qualidade e principalmente, competência.
É ‘ventilado’ nos bastidores dos clubes, em especial, o Sada Cruzeiro, a volta do ídolo Wallace. Com a pequena mudança no ranking da Confederação que prevê: atletas até 1980, terem, posteriormente, sua pontuação em queda de 1 ponto, a cada temporada. É o caso dos levantadores: William (Sada Cruzeiro) e Rapha (Taubaté), ambos atingem esses pré-requisitos estipulados pela CBV, com isso, aumenta- se os rumores de algumas estratégias, já nos bastidores da modalidade.

Não se fala nada, o silencio que perturba faz algumas previsões sobre uma possível negociação. Com a saída de Wallace e Éder na temporada anterior para o Taubaté, é comentado uma possível volta do primeiro citado, por sua vez, para o time celeste. Clube que ele é ídolo e viveu o melhor momento da carreira. Com um jogador de valor 7 a menos, o Cruzeiro teria a chance de trazer, não apenas um jogador, mas sim um ídolo do clube. Com a situação de Evandro ainda não resolvida, ‘ventila- se’ esse tipo de informação.
Entenda o caso:
O time de Belo Horizonte havia 3 atletas com pontuação 7, casos do ponteiro Leal, o central Isac e o citado, o levantador William. Com a exclusão do último atleta, citado acima, abriria uma vaga para mais um jogador com a pontuação máxima, supostamente, o oposto que joga atualmente no Taubaté. Em momento decisivo na Superliga, não se fala nada abertamente, mas, começa se uma nova fase, a das especulações.
Cenas do próximo capítulo estão por vir, e uma novela que está longe de acabar; o amor e gratidão entre Cruzeiro e Wallace. Somente o tempo poderá dizer...

Dal Zotto deixa nas entrelinhas a preferência pela recuperação de Murilo do que Leal na seleção

Em recente entrevista a diversos veículos de comunicação, o novo mandatário da seleção brasileira masculina de voleibol deixou várias incógnitas no ar, em especial, a renovação do grupo que foi campeão olímpico esse ano e questões, como a permanência de medalhões e a suposta, tão comentada vinda do ponteiro, naturalizado brasileiro recentemente, o cruzeirense Leal. Já, há algum tempo é ‘ventilado’ o nome de Leal, inclusive, uma espécie de comoção entre os amantes da modalidade. O até então apenas ‘jogador cubano’ mostrou para o país, em forma de títulos e mais títulos, sua capacidade. Debates aconteceram entre grupos e uma simples ideia que era apenas cogitada, deixava de ser rumor, pra virar uma possibilidade. ‘Reza a lenda’ que o ponteiro celeste já estará disponível para as competições, podendo com isso, ser convocado pela seleção de Dal Zotto.
Entretanto, o novo comandante canarinho, ao citar Leal deixou nas entrelinhas, algo ainda, meio que distante, para as pretensões do atleta. Andando na contra mão, o mesmo citou a recuperação de Sidão e Murilo, dando a entender que há alguma chance dos jogadores (medalhões) voltarem à seleção. o nome em questão: o ponteiro do Sesi, Murilo Endres que joga por sua vez na mesma posição de Leal, vem sofrendo há algum tempo com sequentes lesões que o afastou inclusive da seleção campeão olímpica.

Leal goza de qualidade, competência e vive o auge na carreira. Com o tricampeonato mundial pelo o Cruzeiro, e a confirmação como melhor jogador na posição cresce o nome na seleção. Com a homologação do processo, o nome no Diário Oficial, Renan poderá contar com um nome quase que ‘fundamental’ na sua convocação e a questão, ‘meritocracia’.
Com as saídas de Lipe e a indefinição de Murilo, que alegou na última temporada não jogar mais pela seleção. A chegada de um ponteiro com poder de definição acima da média e passador como Leal, viria pra preencher essa lacuna. Lucas Loh, Douglas e talvez até o ponteiro Rodriguinho possam ser novidades nas futuras convocações de Dal Zotto.
Em 2018, o Brasil disputa mais um mundial e a pressão pelo o nome de Leal na seleção cresce a cada dia, por parte da mídia, torcedores e os números que se superam, com novos recordes, marcas. As perguntas estão muito longe de serem respondidas. Único fato: Leal é de longe o melhor ponteiro do país, seja com a família ‘Dal Zotto’, ou qualquer outra.
León e Juantorena ‘engrossa’ o número de atletas espalhados pelo o planeta com a naturalização em outros países, o primeiro por sua vez, se naturalizou polonês, o segundo, é um dos pilares do vôlei italiano, há algum tempo. Com a proibição na ilha de Fidel, cujos jogadores poderem atuar em outros países, há um período de anos que limita os atletas nas competições e qualquer contrato com algum clube, deixando os ilegíveis por 2 anos. Somente cumprindo o prazo, o jogador pode assumir um novo contrato e qualquer veiculação empregatícia com qualquer entidade, não podendo com isso, nunca mais jogar pela seleção cubana.
Em tempos de crise, vários jogadores buscam o exterior para se estruturarem, coisa que o governo cubano, os proíbe, por isso, surge esse processo, com meios de boicote aos novos jogadores que postulam uma carreira fora de seu país.

Opinião: a diferença entre Rio de Janeiro e Cruzeiro para outras equipes é quilométrica

Começa se o ano, a temporada, e novamente vem aquela pergunta: quem pode vencer Cruzeiro e o Rio de Janeiro? As competições começam e as torcidas fervorosas pelas suas equipes fazem o famoso ‘seca, seca’. No fim da temporada, o papo é o mesmo, títulos mineiros e cariocas. Pensar só nos números, acaba sendo superficial. Rexona e Sada dão uma lição de gestão e postergam seu reinado, que está muito longe de acabar.
Vale a pena ver de novo...

Clubes capitaneados por verdadeiros gênios com essência não apenas de treinadores, mas sim de gestores de grupos, ‘managers’ na essência da palavra. Bernardo Rezende e Marcelo Mendez dão as rédeas em quase todas as competições disputadas. Fica do outro lado o sentimento: o que fazer, como, qual, por que...? Perguntas e mais perguntas e o clichê que se tornou, Cruzeiro e Rio de Janeiro são como um casal apaixonado, até há algumas desavenças, mas o sentimento é muito forte que sabe aliar com a racionalidade, com a perfeição de Afrodite.
Não se vê contratações de ‘baciada’, apenas pontuais. O mercado externo sempre observado pelos técnicos e comissão técnica, o investimento de outrora, que apesar de aparentar serem extremamente exorbitantes, sabem ver a indústria do voleibol, sendo cada vez mais emergente, aliada a boa categoria de base que já vira referencia para a seleção brasileira, intrinsecamente.
Ambas equipes estão na fase final da Superliga, a equipe carioca já deu o primeiro passo para o título, em uma vitória fora de casa contra o Camponesa Minas. Cruzeiro faz a outra semi contra o Campinas. Se alguém tem alguma dúvida, se vão de fato, chegar a final, os deuses do esporte estão por aí para nos contrariar. Fato ou não, o legado de Rio de Janeiro e Cruzeiro surgem como um Everest, dos pequenos, médios, que tentam escala-lo, mas acabam morrendo em uma caverna

Nova safra que já dá grandes frutos para o país.

Nova safra que já dá grandes frutos para o país.
Brasil se torna campeão da Liga Mundial com um time renovado e grandes promessas