quarta-feira, 29 de março de 2017

Camponesa Minas x Rexona Sesc, final antecipada


Apesar do discurso e da matéria soar como pretensiosa leva se em questão o nível técnico e a temporada de ambas as equipes. Minas vem com uma sequencia avassaladora e um segundo turno, posteriormente, irrepreensível. Do outro lado, está nada mais nada menos, que a equipe de ‘Sir’ Bernardinho, várias vezes campeão da Superliga, atingindo através do seu perfeccionismo, uma excelência de deixar todos, boquiabertos.


O porquê da final antecipada...

Mesmo há várias semanas do término da Superliga, Rio de Janeiro e Minas já mostram uma tendência e um crescimento dentro da competição. O time mineiro, por sua vez, vem mantendo um equilíbrio e especialmente, atuações de gala da americana Destinee Hooker, além da defesa constante de Leia, aliada ao forte bloqueio de Gattaz e Mara, fazem o típico ‘side out’, com a maestria de poucos.

Finalizando o grupo, a ponteira Rosamaria, que carrega um dos melhores ataques na Superliga, se mantendo na parte de cima do ranking da CBV (Confederação Brasileira de Voleibol). A quarta posição se deve pelo ao rendimento fraco no primeiro turno. A chegada de Jaque e Hooker trouxe o que os mineiros precisavam. A solidez defensiva capitaneada por Paulo Coco (Coordenador técnico da seleção brasileira feminina), experiência, aliada, com as boas novidades; o amadurecimento da jovem Naiane, como levantadora titular equipe.

Virou clichê falar do Rexona. Pra vencer a equipe carioca, não basta apenas jogar bem, mas ser perfeito, ter paciência. Elas jogam com muito volume de jogo e um equilíbrio tático, de dar inveja. A classificação na primeira posição só veio pra ratificar o favoritismo, e as constantes vitórias em edições anteriores da Superliga.

A chegada do tradicional Osasco Nestlé e a emergente equipe do Dentil Praia Clube confirmam um bom momento. Mesmo sob uma ótima campanha, ambas as equipes foram apenas discretas, sem grandes atuações, talvez, a vitória sobre o Rexona, jogando no ‘caldeirão’ osasquense. Fora disso, a equipe da zona oeste de São Paulo só teve performances medianas, nada que ‘enchesse os olhos’. Com um investimento mais baixo de outrora, o Osasco, mesmo com várias conquistas, entra como um azarão para levantar mais um caneco.

Para os lados do time de Uberlândia, o ano de 2017 é só a confirmação do trabalho sério, de auto investimento que a equipe têm tido nos últimos anos, principalmente, segurando o posto de segunda força no vôlei feminino. Entretanto, não se vê um crescimento de produção que ratificasse ou que de fato, possamos ‘cravar’, o Praia Clube será campeão. 

Algo ainda meio que ‘cru’, mesmo tendo várias jogadoras selecionáveis em seu plantel. As decisões seguidas contra o Rio de Janeiro podem trazer um fator emocional maior e ajudar num suposto trunfo. O Praia joga com a força da torcida, do conjunto, e principalmente por uma firmação na cena nacional de voleibol. Há algumas rodadas, ficou bem próximo da vitória, jogando contra o Rio de Janeiro. Terá pompa para vencer a equipe carioca ou outra mineira (Minas). Somente o tempo dirá...

A Superliga, a cada ano se firma como uma das competições mais equilibradas do planeta, especialmente, esse ano que apareceu ainda mais equipes para ‘engrossar’ o grupo seleto de times com bom planejamento, estrutura, que hoje colhe os frutos do trabalho. Bauru e Brasília, muitos gostam de dizer que são equipes que não postulam nada, apenas a classificação. Entretanto, são equipes novas com bons investimentos que até de forma precoce já mostram bons resultados.

O Pinheiros, como forte equipe na formação de atletas, sempre dá o famoso susto, vencendo adversários até com mais investimentos, como o caso do Sesi, até então com altos investimentos, no ano de 2015. A Superliga segue e o tempo mais que qualquer um pra separar o joio do trigo, entre campeões e meros coadjuvantes.


domingo, 26 de março de 2017

Notícia boa para a torcida do Minas


Após a classificação para as semis da Superliga Feminina sobre o Bauru, a atleta do Camponesa Minas sofreu uma torção que gerou preocupação no torcida. Passados alguns dias, a ponteira da equipe mineira já se mostra mais confortável e boa expectativa para o decorrer da Superliga, em nota do seu clube e Assessoria de Imprensa.

Na reta final para mais uma decisão, o Minas deve jogar com a temida equipe do Rexona, tantas vezes campeã da Superliga. Para esse embate, a força total será de suma importância para um time homogêneo poder enfrentar as cariocas, cita a fisioterapeuta do clube mineiro, em especial, na recuperação de uma atleta do quilate de Rosamaria.

“Iniciamos um tratamento chamado Game Ready, que é um equipamento de gelo com compressão intermitente, ainda, em Bauru. Não foi uma lesão grave. Quando ela chegou em Belo Horizonte foi reavaliada pelos médicos do clube, que fizeram uma ressonância magnética e constataram um pequeno estiramento, sem gravidade. Ela realiza diversos exercícios, treinamento sensório motor e atividades na piscina. Ela responde muito bem aos tratamentos”, afirma Marcela Gomide.


O Minas enfrenta o Rio de Janeiro já na próxima sexta feira (31), na capital mineira, às 21h30. 

terça-feira, 21 de março de 2017

'Panela velha é que faz comida boa', Hooker coloca o Minas perto das semis

Minas está a 1 partida de mais uma semifinal na Superliga Feminina, liderada pela americana Hooker. o clube mineiro venceu de virada a equipe do Bauru, por 3 a 2, na maior partida da rodada.
Apesar do termo citado, a americana de 29 anos mostra que a sua idade, apesar de não ser tratar de uma veterana de fato, apresenta uma experiência digna das grandes e decisivas jogadoras. ‘Destinee Hooker’, como é conhecida, não só jogou como foi decisiva na vitória heroica por 3 a 2 sobre a equipe do Bauru, jogando na capital mineira, no último sábado (19). Como esperado, o jogo entre Minas e Bauru era aguardado pelo embate mais equilibrado da rodada, o time mineiro detentor da quarta posição contra a equipe do interior paulista que fez uma campanha de destaque, chegando na 5ª posição. Ambas fizeram boas temporadas, com altos e baixos costumeiros, diante uma competição tão longa, como a Superliga.
Vamos à partida...
Jogando na Arena JK (Juscelino Kubitschek) em Belo Horizonte, como previsto, colocou em ‘xeque’ o jogo do ‘Tira Teirna’. Pelas fases de turno e returno, o duelo se manteve equilibrado, com uma vitória para cada lado. Com erros e mais erros, a equipe tradicional de Minas viu o time paulista abrir vantagem. A escolha do técnico minas tenista Paulo Coco ao tentar uma mudança tática na estrutura da equipe, mantendo Pri Daroit no lugar de Rosamaria, com intuito de manter um melhor passe, posteriormente.
Não surtiu tanto efeito a escolha de Coco que viu sua equipe sucumbindo se ao bom saque do Bauru, que soube jogar nos primeiros sets, de forma forte, intensa. As dominicanas Castilho e Rivera deram um show a parte. A segunda por sua vez, incomodou e muito o Minas, boa passadora e muito forte no ataque trouxe dificuldade. Castilho, como uma das melhores defensoras da Superliga confirmou excelência no fundamento, dando equilíbrio e autonomia para o time do interior paulista.
O Camponesa Minas perdia confiança a cada ponto, mesmo em uma partida de altíssimo nível de Hooker e o bloqueio da central Mara, grande arma mineira, que serviu como a ‘válvula de escape’, desafogando em alguns momentos as ponteiras, em especial, Jaque, que não fez uma grande partida, mas soube crescer na hora certa junto com a equipe. A vitória dos dois primeiros sets do Bauru deu conforto e tranquilidade para o decorrer da partida. Fim de jogo? Não. O Minas com o peso de sua camisa, tradição, inflamada pela sua torcida mostrou por que é o manto sagrado, entidade maior do vôlei nacional.
A lesão de Rivera trouxe um novo status para equipe paulista, um ‘apagão’ geral, que afetou todo sistema. A igualdade dos sets trouxe toda emoção, vibração de uma partida que reserva ser um dos grandes confrontos de vôlei nacional, hoje, amanhã e os anos posteriores. A entrada de Rosamaria, meio que inconstante, fria, demorou...mas definiu um momento do time de BH. Com um dos melhores ataques da competição, Rosamaria mostrou a que veio e foi se ‘soltando’, marcando e ajudando a equipe encostar-se ao marcador.
O Tie Break definiu o ressurgimento de um time que pode e deve dar muito trabalho nessa Superliga. Minas vence, não convence, mas mostra a história, o suor da camisa e o enredo de luta a cada partida, honrando seu manto, sua história. O derradeiro set trouxe toda calma e equilíbrio que a equipe mineira precisava, vencendo o set e a partida, de forma gloriosa.
Para a próxima partida, a promessa é de mais um grande jogo, cheio de nuances. Jogando em outro caldeirão, os mineiros jogam por uma vitória simples para chegar a mais uma semifinal, diante de um adversário que promete ser ‘pedreira’, não vender de forma barato o jogo, a classificação. A partida, talvez, decisiva, acontece amanhã, às 21: 30 min (horário de Brasília), no interior de São Paulo. Caso o Bauru vença, outro embate está previsto para acontecer no próximo sábado, com horário ainda a ser definido.

domingo, 5 de março de 2017

Bruno faz reverência ao Cruzeiro: “Com certeza, o melhor time da história do vôlei nacional”


O levantador do Sesi e seleção brasileira Bruno Rezende enalteceu as marcas do Sada Cruzeiro, como impressionantes. Após mais uma derrota para o time mineiro, por 3 a 0, se mostrou se preocupado com o atual momento do Sesi e reconhece que o time ‘fraquejou’ em todos os sets. A reverencia ao Cruzeiro foi feita há algumas semanas para o blog Vôleibr10, do jornalista, blogueiro Artur de Figueiredo.

De acordo com Bruno: “ O Cruzeiro ainda não é o melhor time de todos os tempos, do planeta, mas aqui no Brasil, com toda certeza. Suas marcas são impressionantes. Não lembro de uma equipe como essa no Brasil, apenas o Cimed, mas, nada perto do que o Cruzeiro fez e continua fazendo, batendo recordes e mais recordes”, enfatizou o levantador da seleção brasileira.
O jogo

Na partida que contou com o ginásio lotado, o time cruzeirense não deu chance para o Sesi em uma vitória pra lá de arrebatadora por 3 a 0, jogando dentro de casa, no famoso ginásio do Riacho, no último sábado (04). A vitória em um grande clássico, teve ainda mais peso pelo o fato da equipe celeste, ter jogado sem 2 das grandes estrelas do time, o levantador William, o ponteiro Leal.

Mesmo sem 2 dos grandes jogadores, o Cruzeiro mostrou porquê é o time a ser batido no planeta. Com um banco repleto de bons jogadores e jovens promessas, têm aliado a experiência e a juventude com inteligência, capacidade, competência e planejamento.
O ponteiro, que substituiu Leal foi Rodriguinho. 

Para muitos que não lembram, o citado foi destaque em uma partida contra o mesmo Sesi em São Paulo. Rodriguinho jogava pelo a equipe do Rio de Janeiro, do empresário e atualmente preso (envolvimento em propinas e sonegação fiscal), Eike Batista, que na oportunidade, investia na equipe carioca, intitulada RJX.







Marcelinho Ramos cita a força do vôlei mineiro, todas já classificadas para a fase de playoff da Superliga


A história de Minas no voleibol é algo que merece toda relevância, destaque, nos áureos tempos da equipe mais tradicional do vôlei brasileiro, o clube do Minas Tênis Clube, em diversos títulos nacionais. A história ainda traz o emergente Montes Claros, vice-campeão da Superliga, na temporada 2009/10, além da forte equipe do Praia Clube, vice campeão da Superliga passada. O mais novo momento conta ainda com o Juiz de Fora, entrando no G-8 das melhores equipes do país, sem citar o multicampeão Sada Cruzeiro. O atual e importante técnico do Montes Claros, rechaça esse momento de destaque do vôlei mineiro no cenário nacional.
Para Marcelinho, existe um trabalho muito competente e uma escola tradicional de voleibol aqui em Minas. “O trabalho é bem feito. Temos nossos parceiros que sempre nos acompanharam. Minas é um celeiro de grandes jogadores e formadores de atleta”. A atual classificação da Superliga conta com o líder invicto Sada Cruzeiro, Montes Claros na 5ª posição, Juiz de Fora ocupando a 6ª posição e o Minas Tênis Clube na 7ª posição, fechando o grupo de classificados para a fase de Playoffs da Superliga masculina. Apesar de faltar ainda algumas rodadas, as equipes mineiras, estão quase que certas no famoso ‘mata- mata’.
No feminino não é diferente, Praia Clube duela com o Osasco a vice-liderança, acompanha bem de perto o Camponesa Minas. O vice-campeonato do Praia no sul americano mostra a evolução do clube de Uberlândia que ano passado não conseguiu bater a equipe de Bernardinho, em mais uma decisão, perdendo novamente para o Rexona, ficando com o vice campeonato.
O técnico do Montes Claros rechaçou a ideia de planejamento que é feita no estado de Minas, especialmente, nas categorias de base e investimento. “Temos um time com menor investimento que algumas equipes que estão abaixo de nós. O trabalho de base é bem feito, fizemos contratações pontuais, para conseguir um bom resultado em uma competição de tão alto nível, como a Superliga”, enfatiza o 5º colocado da Superliga Masculina.
A campanha de destaque das equipes mineiras vem pra consagrar o crescimento de uma modalidade tida como o esporte batizado pelo o povo mineiro, como uma verdadeira paixão. Minas Gerais tem sediado torneios internacionais, como: Sul americano, mundiais, etapas da Liga Mundial e Grand Prix, dentre outros mais.

Opinião: Cruzeiro, sem dó, nem piedade, atropela o time do Sesi, mesmo sem William e Leal, poupados

Já virou praxe, vitorias sobre o Sesi, mesmo sendo eliminado pela citada equipe na última edição da Copa Brasil, mantém um retrospecto intimidador sobre a equipe paulista. O time celeste na noite do último sábado (04), no ginásio do Riacho, em Contagem, venceu, convenceu e colocou a equipe de São Paulo em reflexão sobre a forma de jogar, tática, técnica, etc...A vitória por 3 a 0 e a invencibilidade na competição, colocam o Sada Cruzeiro em verdadeiro estágio de excelência. As ausências do levantador William e o ponteiro Leal, inacreditavelmente, não foram sentidas.
A jovem promessa Rodriguinho, aliada a experiência de Filipe, o levantador Fernando, conhecido como “Cachopa”, mostrou a força do oposto Evandro e o ‘Torpedo’ azul, o central cubano Simon, deram todo tempero e efetivação de supremacia do time mineiro na partida e no campeonato. O Sesi com uma base recheada de grandes jogadores se sucumbiu, mesmo com um saque forte durante a partida, não foi páreo para o alto nível e volume de jogo, aliada ao bloqueio cruzeirense que funcionou, um dos pontos mais fortes na equipe de Marcelo Mendez.
Do lado do Sesi, o levantador Bruno Rezende ao término da partida, se mostrou preocupado com a derrota por 3 a 0 para o Cruzeiro, não oferecendo nos momentos mais importantes, uma performance, rendimento, que supostamente, confirmaria alguma reação e equilíbrio. Em entrevista ao canal Sportv, Rezende afirma: “Vivemos muitos picos, altos e baixos, durante a partida, ora, erramos em demasia, falta equilíbrio. Eu tive alguns erros, os atacantes, numa melhor virada, falta aspecto constância para a equipe. Fico preocupado com esse momento que estamos vivendo, é hora de repensar o nosso jogo”, finaliza o levantador do Sesi.
Mesmo sob esse clima de desconfiança que paira sobre a cabeça dos jogadores do Sesi, a equipe teve alguns bons momentos; a volta progressiva de Riad e o crescimento do jovem Douglas, campeão olímpico no time de Bernardinho. O que merece ser pensando também é a forma com que o clube paulista tem jogado. O entrosamento entre Bruno e Lucão tem se mostrado ‘perceptível’ para o adversário, sabendo disso, o Sada se preparou, pensando no jogo paulista. O muro Isac, Simon, os mais técnicos, supostamente, mais baixos, Filipe, Rodriguinho, foram efetivos na marcação dos atacantes do Sesi.
Ao final da partida e dos sets, Marcelo Mendez, fez substituições para testar algumas peças. A entrada de Cristiano, em especial, foi muito positiva, o jovem jogador cruzeirense entrou no 2º set e trouxe dificuldade para o adversário no saque, marcando inclusive um ace, levando o ginásio a êxtase total, em mais uma vitória, por 26 a 24. Léo e Alan foram outras boas novidades do lado mineiro, que contou com o levantador jovem, mas, que aparenta uma maturidade de um veterano. Substituindo William, Cachopa, foi bastante efetivo na dinâmica do jogo celeste.
Fica a reflexão: como jogar com o Sada Cruzeiro? Algum cientista, psicólogo ou até mesmo um filosofo pra refletir sobre a realidade que existe entre o time celeste e os demais clubes, um mundo entre Davi contra Golias, sendo que, nesse caso, o Golias quebra qualquer roteiro, script. Sada Cruzeiro é o novo Golias, o que mata, aniquila e coloca o adversário na vulnerabilidade da mediocridade.

Riad dispara: “A CBV foi desonesta com o Rubinho”

Após a vitória sobre o Montes Claros por 3 sets a 0, conquista que manteve a equipe paulista ainda na cola do Líder Sada Cruzeiro, o central Riad do Sesi perguntado sobre a partida, entre outros assuntos, fez uma crítica dura a CBV (Confederação Brasileira de Voleibol) sobre a não permanência de Rubinho, que até então possuía o cargo de coordenador técnico da seleção e não foi efetivado como técnico, posteriormente, com a saída de Bernardinho.
Para o central, a não efetivação de Rubinho na seleção mostra que a entidade não tem critério. “Rubinho foi meu treinador no juvenil, estava há mais de 12 anos na seleção, sabia de tudo do voleibol. Eu não critico o Renan, ele não tem culpa alguma sobre a decisão. A CBV agiu de forma desonesta com ele, por ser a pessoa mais preparada para ocupar o cargo”.
O jogador do Sesi ainda enfatiza que apesar de questionar a Confederação, deseja que a seleção tenha êxito com essa nova gestão e continue na rota de títulos, conquistas. “A seleção não deve trocar muito jogadores, a base é essa mesma. Desejo ao Renan e comissão técnica muito sucesso e que todos possam manter o país no topo, com as conquistas e o trabalho de alto nível”.
A pauta “Seleção” veio à tona. Com a tarimba de ser um dos centrais mais valorizados do mercado, com passagens por diversos clubes e vários títulos, o assunto seleção brasileira não podia ser deixado de lado. “Não sei o que posso esperar da seleção com essa nova gestão. Tive lesões que me prejudicaram. A sequência vai depender de muita coisa. Não posso te dizer o que vai acontecer, é algo difícil e não dá pra afirmar nada agora. Só o tempo”, finaliza o central, que teve passagens por clubes da Itália e conquistas importantes, como a Superliga pela equipe do Rio de Janeiro, entre outras.

Campeão olímpico da geração de Barcelona vê o reflexo de Bernardinho como principal empecilho para Renan


É notório e indiscutível o legado de Bernardinho na seleção. Títulos e mais títulos o credenciaram como um dos melhores, ou o “melhor”, treinador de todos os tempos do vôlei mundial. O tricampeonato olímpico sendo que 2 vieram das suas ‘mãos’ (2004/16). A história recheada de títulos só corrobora o legado de um treinador que usou as marcas pessoais como trunfo, peso e muita responsabilidade.
Após o anuncio de sua saída, logo em seguida, a entidade CBV (Confederação Brasileira de Voleibol) trouxe outro ícone da geração de prata, o até então diretor de seleções, Renan Dal Zotto, recebeu o convite e aceitou a se tornar o novo comandante da estrela maior, chamada seleção brasileira. Dal Zotto carrega consigo a trajetória pelo o Cimed, que sagrou se campeão da Superliga por várias vezes, em funções, como: técnico e dirigente.
Para muitos especialistas, atletas, ex jogadores, o peso de defender uma seleção, cuja nomenclatura “Família Bernardinho”, se acentua e os títulos só confirmam esse status, a dificuldade e o peso de substituir , quiçá o técnico mais vitorioso da historia do vôlei mundial. Para o ex jogador, comentarista e empresário, Toaldo, vê esse legado como principal empecilho. “Substituir o Bernardo não será nada fácil. Logo na 1ª competição, se não conquistar, vão começar a pedir a cabeça dele”, afirma o campeão olímpico de Barcelona.
Outro fator bastante comentado e colocado em ‘xeque’ para muitos especialistas é o fato de Dal Zotto estar longe da função de treinador. “Quando se atua nos bastidores é uma coisa. Outra é; estar na quadra comandando jogadores, conta muito e principalmente, o período de 8 anos sem treinar qualquer equipe, pode ser um fator de bastante dificuldade”. Afirma mais uma lenda da modalidade.
Toaldo acredita que o tempo pode ajudar Renan, mas terá que ter bons resultados e paciência por parte da CBV, caso os resultados não cheguem, como esperado. “Somente o tempo poderá dizer”, finaliza o ex jogador

Nova safra que já dá grandes frutos para o país.

Nova safra que já dá grandes frutos para o país.
Brasil se torna campeão da Liga Mundial com um time renovado e grandes promessas