A tragédia na Colômbia deixou marcas, cicatrizes, que
ficarão para posteridade. Homenagens ao redor do planeta por grandes clubes
europeus, sul-americanos e o esporte olímpico, entre outras modalidades, sentem
o seu luto e querem homenagear os heróis que se foram, como símbolo de
respeito, consideração e humanidade.
![]() |
| Serginho e a representação no vôlei, como líder, em um momento trágico, com a equipe da Chapecoense. Acidente que vitimou 71 pessoas, entre atletas, comissão técnica, jornalistas e tripulantes |
O líbero do Sesi Serginho, após a vitória sobre o Taubaté
pela Superliga, não titubeou em falar sobre sua real motivação para a partida.
“Não queria jogar, em respeito a todos, mesmo não sendo ligado de forma direta
as pessoas que lá estavam’.
O ‘eterno’ camisa 10 da seleção ainda ressaltou: “Não há
clima pra jogar. O que é o esporte diante uma situação como essa?! O esporte
não significa nada, diante uma tragédia dessa”, lamenta o maior líbero da
história do voleibol. O depoimento foi após o término do jogo do clássico
paulista entre Sesi e Taubaté, ocorrido no último sábado (03), no ginásio da
Vila Leopoldina.
O acidente com a companhia boliviana LaMia que caiu na Colômbia na madrugada de segunda para terça
feira, vitimou 71 pessoas, dentre elas: jogadores da Chapecoense, comissão
técnica e parte da imprensa.
Sobreviveram 6 pessoas, 3 jogadores, 1 jornalista
e 2 comissários de bordo. Para as próximas semanas, muitas notícias por vir. Em
especial, a análise das caixas pretas, a polêmica do combustível e as supostas
negligencias da companhia, com destaque para o piloto e dono da aeronave
“Miguel Quiroga”, também falecido no acidente.

Nenhum comentário:
Postar um comentário