quinta-feira, 30 de abril de 2015

Minas reforça a ótima campanha da última Superliga e manterá um time muito competitivo

Minas volta a ser competitivo, talvez essa seja a manchete mais correta. O time mais tradicional do Vôlei Nacional mais uma vez estará entre as grandes equipes, demonstrada o esforço a diretoria Minastenista em trazer atletas de alto nível, vale destacar a contratação da oposta Rosamaria, uma das revelações da competição, que fez um ótimo papel, jogando pelo o Pinheiros.

Além da Rosamaria, também vem a líbero Leia, ambas do Pinheiros. O time mineiro também acertou com a central Mara, destaque pelo o São Caetano, manteve um equilíbrio, constância, com um bom bloqueio bem efetiva na competição.

A espinha Dorsal foi mantida, com a permanência de Carol Gattaz, Mari Paraíba que foi recentemente convocada por Zé Roberto para defender a Seleção Brasileira e a oposta/ponteira Carla, que esteve entre as melhores, na seleção da Superliga Feminina, através do equilíbrio em ambos fundamentos, volume, força, técnica..

A primeira competição é o Mineiro, e já tem um grande desafio pela frente, a quebra da hegemonia do Praia Clube de Uberlândia, tetracampeão Estadual.

Crise no Sesi? Casal 20 do Vôlei 'Murilo e Jaque', acertam vínculo com o time paulista



Como todo início de temporada, começa se mais uma vez o período de especulações. Saídas e chegadas de atletas são algo comum, mas um novo paradigma chega com força pra trazer um novo status para o Vôlei Nacional, 'a crise financeira'. Já não é de hoje que o Sesi comenta nos bastidores uma possível redução no investimento, tanto no masculino, tanto no feminino. Entretanto, o time não perderá o poder de competição e montará um time minimamente, 'competitivo', pra brigar pelo os demais torneios pelo o país.

Na contra mão disso tudo, trouxeram a tão cobiçada ponteira, a esposa de Murilo (jogador do Sesi que renovou contrato) e de fato, uma das melhores na posição, 'Jaqueline'. Em comum acordo entre as partes, o time paulista com isso renovou com o ponteiro Murilo. O time para temporada 2015/2016 contará com o líbero Serginho, até então descartado, quase havia acertado com o time do Campinas. O medo de perder um dos melhores líberos do mundo fez com que o Sesi, literalmente 'corresse', chegasse aos valores que o jogador havia pedido até então, com isso o acerto se tornou viável, posteriormente, a renovação de contrato.

'Família unida', Sesi junta o casal do Vôlei Nacional
Com a volta do central Sidão, que anteriormente disputou a Superliga pelo o Taubaté e um dos melhores bloqueadores do país, o central Gustavão que jogou pelo o Campinas, além da chegada do ponteiro Thiago Alves, deram um clima mais otimista, de um time que estava fardado a perder, como previa o mercado, em uma competição tão nivelada como a Superliga.

Novos ares respira o Sesi, trazendo um clima mais leve e realista sob o ponto de vista financeiro. Agora, é ver pra crer se os altos e baixos que tanto marcou a equipe durante todo ano, se manterá.

O time da capital ainda renovou com os técnicos Talmo de Oliveira (feminino) e no masculino, Marcos Pacheco, respectivamente.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Sada Cruzeiro marca o status de um dos times mais vitoriosos na história do Vôlei Nacional


Mais uma temporada chega ao fim, motivos de alegria se contrastam com as incertezas que permeiam a modalidade que mais dá títulos para o país que é o Voleibol. A confirmação de um clube, organizado, estruturado, como o Cruzeiro, que utiliza o 'planejamento', como fator fundamental na formação de um time campeão. O reflexo disso tudo foi visto mais uma vez na quadra, com o tricampeonato da Superliga.

Pensar na base do time campeão e não citar o trabalho que se faz nos bastidores, é esquecer de elementos que 'consolidam o Cruzeiro como time competitivo, sustentável, mesmo trabalhando sob parâmetros mais modestos, em comparação a outros times.

O investimento na formação tem sido relevante, com o título na Superliga B, foi confirmado mais uma vez, que não se faz Voleibol apenas com estrelas, mas sim, pensando no futuro, revelando atletas, que posteriormente, vem ganhando experiência, alguns inclusive jogando pela seleção, dando uma maior sustentabilidade as futuras gerações Celestes, podendo com isso, disputar com nível e equilíbrio as demais competições pelo o país, pelo o mundo afora.

Sada Cruzeiro, dá uma lição para o país, como formar um time campeão, sem perder a essência, valorizar a marca e ter reconhecimento por parte do público e da mídia, com qualidade e quantidade.
Parabéns Sada Cruzeiro.. por marcar o Vôlei num patamar jamais alcançado, fazendo um trabalho de alto nível, competência e planejamento.

Créditos: imagem
Ass do Cruzeiro

O esporte Olímpico e a crise sem precedentes... Uma nova luz se acende?




Como quase todo fim de temporada, os títulos quando não aparecem servem como um verdadeiro buraco fundo, sem perspectivas, sem futuro. Assim é o Vôlei Nacional.. Times com alto investimento se sucumbindo em meio a cobranças, em alguns momentos até cruéis, por soarem oportunistas, sem vislumbrar algo a médio, longo prazo.

O Vôlei mais uma vez coloca em cheque os moldes na qual são implantados seu sistema de formação, muitas vezes, deficitário, tirando as raras exceções, o vôlei se tornou um esporte que ainda utiliza como parâmetro, 'atletas tarimbados, com experiência', em contrapartida, equipes como Minas, dando literalmente a cara pra bater, com uma grande maioria de atletas feita em suas categorias de base.

Esse contraste se reverte dentro da quadra, com equipes formadas, com suas bases de seleção. Com a crise financeira assolando o país, o roteiro tende a mudar radicalmente, e a cobrança por títulos de outrora, se manterá, mas como outros parâmetros. Os times serão forçados a formar, revelar atletas, pra diminuir os gastos e propiciar a tão discutida e almejada, 'renovação'.

Com o título recente da Superliga B, o Sada Cruzeiro segue mesmo que de forma tímida, um trabalho mais focado na categoria de base, reflexo se vê nas competições, devido ao equilíbrio técnico, emocional da 'molecada'.

Seguindo também esta linha, o Sesi São Paulo pretende resgatar esse quesito, “formar mais' e “gastar menos”. Depois da derrota nesta última Superliga para o Cruzeiro, já se ouve rumores pela Vila Leopoldina, que o time da capital terá um investimento bem menor do que em outras temporadas.

Com um time recheado de atletas 'caros' sob aspecto financeiro, fará com que o Sesi enxugue suas contas, tendo que descartar atletas, como: Lucarelli e Riad, ambos contratados pelo o Taubaté. Consequentemente a debandada continua, visando valores mais menores, mas não menos competitivos.

O Taubaté por sua vez, segue o caminho inverso dos demais. Com uma base formada que deu 2 títulos importantes para a cidade do Vale do Paraíba, o time vem forte para todas as competições, com investimento 'surreal' traz atletas, como o ponteiro Lucarelli, o central Riad, ambos jogaram no Sesi pela temporada anterior. A contratação do oposto canadense Gavin Schimit, o central Otávio (ex Minas) e a suposta contratação do ponteiro também canadense Winters que atuou pelo o Cruzeiro, anteriormente. Se forem confirmadas todas as contratações, teremos certeza de um time que brigará novamente com o Cruzeiro por tudo.

Porém não é essa questão, até que ponto montar verdadeiras seleções fará com que o time tenha longevidade no esporte? Histórias e mais histórias se repetem todos os anos, entrada de patrocínios fortes, grandes investidores que inflacionam o mercado, sem prever um planejamento estrutural, físico, se sucumbem a projetos desastrosos, que possamos recordar sobre a empresa de Eike Batista, montou um time vitorioso, com atletas de ponta, que deram o respaldo sucessivamente, com o título da Superliga 2012/13 para o time do Rio de Janeiro. Há 2 anos atrás deixou o clube na 'mão', jogada as moscas, sem salário, estrutura alguma.

Muito se pensa, se discute, mas pouco se faz pelo o Vôlei.. a filosofia de títulos que atrai cada vez mais oportunistas, sem compromisso com o esporte é um mal que corrói as veias da modalidade, matando a essência, sendo posto em cheque o trabalho de quase 3 décadas. Enquanto não houver uma competição mais igualitária, com os clubes recebendo por direitos de transmissão, leis de incentivo a clubes/formadores, o Brasil viverá o hiato de títulos com atletas de talento, mas sem uma devida renovação altamente competitiva..

Com o interesse de outras emissoras, inclusive, algumas abertas, como o caso da Redetv, que transmitiu a final da Superliga, abre se uma nova lacuna pra discutir metodologias, mercado, abertura para o diálogo dos clubes, com o devido retorno de imagem e outros quesitos a serem discutidos. Uma luz se acende no fim do túnel, dando mais autoestima, respeito e dignidade para uma modalidade que tanto deu e dá para o país.

domingo, 12 de abril de 2015

Sada Cruzeiro confirma o favoritismo e se torna tri campeão da Superliga

Técnico Cruzeirense Marcelo Mendez se torna um dos mais vitoriosos na história do Vôlei Nacional. Com o título conquistado hoje alcança o status de melhor técnico estrangeiro na história do Vôlei Brasuca. 


Como todo clássico do Vôlei Nacional, os detalhes fazem toda diferença numa partida desta magnitude, o que mais uma vez foi fundamental. Um jogo cheio de nuances, equilíbrio e o fator 'concentração' sendo colocado em cheque a todo momento.

O psicológico foi um divisor de águas, com erros de arbitragem para ambos os lados, deram um tempero, que a experiência Celeste, se aproveitou pra vencer.

O Jogo

A eficiência intrínseca a concentração numa decisão se deu, como um parâmetro fundamental no título. O 1º set, caminhou com o time paulista, muito bem, efetivo no saque, com bom volume de jogo, dificultou o passe Cruzeirense, comprometendo no 'side out', fortalecendo o bloqueio. Fundamento esse que definiu o 1º set para o Sesi.

2º set, o Cruzeiro veio com outra proposta. Com a entrada do ponteiro canadense Winters, o time ganhou em qualidade no passe, motivado por quase 15 mil torcedores, o time mineiro soube aliar técnica, eficiência e ampliou no marcador, até fechar por 25 a 19.

3º set, com certeza, pra muitos, um dos sets mais disputados da Superliga que mostrava uma vantagem considerável para o Sesi, porém, com uma mudança de estratégica de saque, elevou se o time que conseguiu o equilíbrio no momento mais importante do set. Com uma parcial de 24 a 22, o time paulista, até então, se colocava numa situação comoda, confortável pra fechar. Sem forçar nos momentos finais, com um saque mais tático do levantador do Cruzeiro Willian, levou ao time do Sesi aos erros, que se confirmou numa virada histórica, e até então, o sumido central Cruzeirense Éder, apareceu no final, com bons bloqueio pra definir o set para o time celeste.

4º set, apático por parte do Sesi. Do outro lado, um time com garra, motivado pelo set anterior, literalmente com a faca nos dentes, não dei chance para os paulistas, impondo um jogo forte, Leal e Wallace reinando nas viradas de bola e mais uma vez, o saque do Éder se tornou fundamental, um verdadeiro bombardeio que desestabilizou de vez o adversário. A vantagem foi crescendo, automaticamente, ganhava confiança o Cruzeiro, enquanto o Sesi, meio cabisbaixo, tentava juntar os cacos de um set, que de fato, mostrou qual era a melhor equipe do país.

Cruzeiro, CAMPEÃO, levando o time ao tri campeonato da Superliga, campeão várias vezes do Sul Americano, Mineiro, campeão Mundial. Confirmando de vez, como a maior referência do Vôlei Masculino, títulos mais títulos alcançados em tão pouco tempo, marcando o status de 'melhor time do Brasil e uma das maiores equipes da história do Vôlei Nacional e Internacional.

sábado, 11 de abril de 2015

Rio de Janeiro e Osasco, Cruzeiro e Sesi, em mais uma decisão.. motivos de comemoração?


O clássico mais conhecido do Vôlei Nacional feminino, mais uma vez se repetirá. O que deveria ser motivo de euforia, motivação, Acende se uma luz amarela sob em quais parâmetros está não se apenas definindo a competição, mas todas as nuances que envolve o Vôlei Brasileiro, como um todo.

Times com seleções montadas, investimentos estratosféricos, com o devido retorno de mídia, apoio de patrocinadores, etc. Do outro lado, times que vendem literalmente o almoço pra comprar a janta. Não conseguem se equivaler, com baixos investimentos, pouca visibilidade, acabam sucumbindo se em meio a um sistema competitivo, em que se divide o joio do trigo.

Mineirinho, mais uma vez sediando a grande final da Superliga Masculina, que já é o clássico do Vôlei Brasileiro, entre Cruzeiro e Sesi, amanhã, às 9 da manhã. 
No meio desse jogo cruzado, aparece a CBV e a TV GLOBO (detentora dos direitos de transmissão), subsidiando uma competição de alto nível, com valores que beiram a esmola, cujo o valor do patrocinador é depreciado pela própria emissora detentora, que não tem sua marca difundida pelo o país.Além dos direitos transmissão, jamais serem repassados para os clubes.

O formato no qual é condicionado os clubes e a competição, como o ranqueamento de atletas nota 7, tanto no feminino, tanto masculino, pressupõe se uma competição mais equilibrada, através desta metodologia. Como exemplo, cada clube pode ter no máximo 2 atletas nota 7 (feminino) e 3 atletas nota 7 (masculino). Sabendo se disto, os clubes adotam 'sabiamente' uma nova política, contratando jogadores que estão no exterior, sejam eles (elas) estrangeiras, ou repatriação, com isso chegariam com uma pontuação menor, reforçando suas equipes com primor, competitividade, em alto nível.

A questão financeira, os investimentos, estão firmados em muitas vezes na contratação da revelação de outros clubes, que não conseguem combater o assédio, propriamente dito, e liberam seus atletas, por não ter condições de disputar com outros em termos de valores. Já nos bastidores, percebe se o assédio de alguns clubes, que gozam de riqueza e veem seu patrimônio triplicarem a cada dia, com altos investimentos e todo aparato midiático, fundamental no firmamento de uma marca.

Ao contrário do futebol em que a marca, o patrocínio, é secundário. Muitos chamam o Osasco de Molico, o Cruzeiro de Sada, o time do Sesi, que é exatamente, uma marca, um investidor, juntamente com a FIESP, ou seja, o investidor tem o mesmo peso do nome do clube, time. Errado? Não. São eles que mantém a modalidade, o esporte, mas que haja, uma espécie de dosagem, a identificação de um clube, uma camisa, um escudo, deveria ser mais forte.

Chegamos mais uma vez, mais uma final de Superliga. As apostas do início do campeonato se confirmaram. Resultado dos números aplicados em termos de investimento, serviram como balança para a competição. Vale a pena destacar, como em outras competições, o Minas e Pinheiros, maiores formadores de atleta, chegaram até o fim, com contratações pontuais, obtiveram um resultado expressivo. Poderiam ter ido melhor?

Supostamente, sim. São 2 equipes grandes, tradicionalíssimas do esporte 'Brasuca'. Equiparar títulos, decisões, ainda dependem de uma junção de fatores na qual o Vôlei Brasileiro está sendo moldado. Brigar com times que investem 5, 7, 8 milhões, contra outros, que dependem da categoria de base e valores mais modestos é quase que surreal, uma disputa covarde. Que o Brasil repense no formato na qual está sendo feito não apenas cada competição, mas a vontade, motivação, em fazer um campeonato mais justo, igualitário, com boas surpresas e cada vez mais novas revelações.

domingo, 5 de abril de 2015

Técnico do Sesi, Talmo de Oliveira, reconhece a superioridade e cobra mudança de postura


Ontem (04), o time do Sesi perdeu em casa para o Osasco e se viu numa situação complicada na Superliga. Somente a vitória fora do seus domínios, traz de volta a decisão para sua casa, a Vila Leopoldina.

O Sesi entrou na partida desconcentrado, com isso, viu o Molico abrir grande vantagem no marcador, no 1º set. No 2º set entrou com poder de decisão, funcionando todas as ações; defesa, armação, ataque, o famoso 'side out', comandou por várias vezes, mas viu do outro lado, um time com com garra, disposição tática e técnica pra virar no marcador. Com uma sucessão de erros da sua principal jogadora, a central da seleção Fabiana, com 3 erros seguidos, entregou de bandeja a vitória para o Osasco. Por sinal, Fabiana, se mostrou muito abaixo do esperado. Ela que é um dos pilares do time do Sesi.

Para Talmo, os erros são comuns, mas que devem ser melhor analisados, pois se tratar de uma semifinal de Superliga, os detalhes são fundamentais. “Temos que corrigir os erros, mudar a postura, estar firme e ciente sobre as alterações técnicas e táticas do outro lado, se não teremos chances”.

Pra encerrar, enfatiza a atenção em todos os momentos. “Temos que entrar ligado do início até o fim, só assim pra conseguir um resultado diferente, com muita motivação e concentração”.

Bloqueio do Molico Osasco comanda a vitória sob o Sesi São Paulo na primeira partida da Semifinal


Na partida comandada pelo o time do Osasco, um elemento foi fundamental na vitória, o 'bloqueio', com 27 pontos. Além do bloqueio, o saque do Molico fez a diferença, dificultando a recepção, posteriormente, quebrando por inteiro o 'Side Out' do Sesi, que se mostrou durante toda partida, com altos e baixos.

A líbero Camila Brait trouxe a tranquilidade e serenidade para os momentos difíceis, com bons passes e liderança, soube contornar a partida e levar a uma vitória de suma importância, posteriormente, ela ganhou o troféu VIVA VÔLEI.

O equilíbrio se deu no 2º set, quando as parciais se permaneceram iguais até o fim. O Sesi com uma vantagem de 3 pontos, chegava muito próximo de uma definição, mas inexplicavelmente, com 3 erros seguidos da sua jogadora e mais experiente, a central Fabiana, deu um fim surpreendente, com a vitória para o Molico. Consequentemente, o volume de jogo e equilíbrio psicológico se confirmou, dando a vitória para o Osasco, fechando em 3 sets a 2.

Para o Técnico do Sesi, Talmo de Oliveira, o fundamento 'bloqueio' foi muito forte e decisivo para a partida. “Realmente, foi determinante, não tínhamos um passe tão bom, e o bloqueio veio pra definir a partida a favor delas, mesmo numa partida equilibrada, tirando o primeiro set.

A partida se mostrou equilibrada, com chance para ambas partes. “Estávamos pra fechar por 24 a 22 no 2º set e tomamos uma virada incrível. O jogo foi muito equilibrado do início ao fim, apesar do 1º set que foi atípico. Complementa Oliveira, sobre as nuances da partida aproximou o time do Osasco da classificação. 

O volume de jogo e o controle emocional, serviram de parâmetro para uma partida com emoções a flor da pele, com temperos fundamentais: qualidade, técnica, competividade.   




sexta-feira, 3 de abril de 2015

Serginho ressalta a volta do Murilo como fundamental na classificação e prevê uma final, 'verdadeiro duelo de titãs'


A classificação do Sesi veio depois de muita aplicação tática, técnica, que trouxe, consequentemente, mais volume de jogo e equilíbrio. Um dos destaques da partida contra o Taubaté, o ponteiro Murilo elevou o time da Vila Leopoldina, com bastante variações, o 'Side Out' foi eficiente e um dos fatores determinantes para a classificação.

Para o líbero Serginho, o Murilo é sempre muito importante, contamos com ele, porque além de líder, é um jogador que passa muita segurança para o grupo. “Temos um grupo forte, a volta do Murilo trouxe mais calma e equilíbrio que precisávamos, o que foi de suma importância para a classificação”.

Já pensando na final, Escadinha adota um discurso de respeito e cautela sobre o Rival Cruzeiro. “Vamos jogar mais uma vez no Mineirinho, é bastante complicado enfrentá los, mas vamos com tudo, respeitando quem esteja do outro lado”. Enfatiza um dos melhores líberos do mundo sobre a partida que já virou um clássico do Vôlei Nacional, o embate entre Cruzeiro e Sesi. 

Fonte: Imagem
Lucas Dantas (Ass de Imp Sesi)  

Taubaté colhe os cacos da eliminação e ressalta o ano vitorioso do time


Passados 2 dias da eliminação na Superliga para o Sesi São Paulo, o time do Taubaté junta os cacos de uma temporada desgastante, que teve resultados positivos e perspectivas ainda melhores sob o ponto de vista, títulos. Com 2 taças conquistadas, 'Copa Brasil' e 'Paulista', o time do Vale do Paraíba, alçou voos altos em tão pouco tempo de formação. Entretanto, como toda conquista, tem se um preço. As competições elevam físico, técnico e principalmente, o psicológico, o aproveitamento da equipe se deu, reflexo esse que foi sentido na semifinal, com 2 derrotas seguidas para o time da capital.

Para o ponteiro Lipe, uma partida dessa magnitude, o time deve jogar com um nível de concentração altíssimo, coisa que não aconteceu conosco, tivemos erros pontuais que culminaram na perda dos pontos e posteriormente, no crescimento do time adversário. “Faltou controle psicológico pra manter o time com um poder de concentração, o que acabou criando um peso aquém do que poderíamos”.

O Ponteiro ainda confirmou que o fator 'casa' foi importante na eliminação, uma vez que grande parte das vitórias foram conquistadas no ginásio do Abaeté. “Tivemos uma queda de rendimento, que não podíamos. Jogávamos em casa, com o apoio da torcida, e como, anteriormente, na partida contra o Campinas, vimos o time desequilibrado, oscilando muito” finaliza Lipe.

Apesar da derrota, o técnico César Douglas, enaltece o ano do Taubaté. “Já na metade da temporada, o time ganhou 2 títulos importantes, como a Copa Brasil e o Paulista. Foram campeonatos que serviram de parâmetro para dizer a todos, a que veio”.

Para a próxima temporada, já foi confirmado, o ponteiro Lipe, o levantador Rapha e em processo de negociação o técnico César Douglas. Os demais atletas passarão por novas conversas. Sabendo- se, supostamente, que o assédio será grande pelo os resultados conquistados e o alto nível dos atletas.

Créditos da imagem: Lucas Dantas (Ass de Imp do Sesi)

Nova safra que já dá grandes frutos para o país.

Nova safra que já dá grandes frutos para o país.
Brasil se torna campeão da Liga Mundial com um time renovado e grandes promessas