sábado, 31 de outubro de 2015

Bicampeão mundial festeja a nação cruzeirense

Vibração, luta e muita emoção, temperam mais uma conquista cruzeirense

Sada Cruzeiro confirma o status de melhor equipe do planeta

Sada Cruzeiro e Zenit Kazan decidiram a final do Mundial Interclubes, que aconteceu na cidade de Betim, MG, no ginásio Divino Braga. Com planteis de encher os olhos, de um lado o time mineiro do Cruzeiro, campeão de tudo nos últimos anos no Vôlei Nacional e internacional.

Do outro lado, o time russo do Zenit Kazan, atual campeão europeu, com estrelas do quilate: o oposto americano Matt Anderson, o ponteiro cubano Leon, entre outros grandes nomes.
O JOGO

Mundial de clubes começa como toda grande decisão, equilibrada, de altíssimo nível, com ações de ambas as equipes, o side out funcionando perto da perfeição. O time Russo do Zenit Kazan, forçando com o cubano Leon, fundamental, na definição das ações. Cruzeiro liderado pelo levantador Willian, impõe o equilíbrio e volume de jogo.

O equilíbrio se mantém, os erros de saques do time do Sada, aliadas ao forte saque do Kazan, toma a dianteira no 1º set. O forte bloqueio do central Éder dá um novo rumo para o set, virando com isso no marcador para o time celeste. Sucessivos erros russos aproximam o Cruzeiro de fechar o set. O bloqueio do oposto Allan, aproxima o time mineiro da vitória no set. O ponteiro Filipe tratou de dar os números finais e a vitória cruzeirense no 1º set.

2º set começa com o Cruzeiro desconcentrado, errando muito, aceitando o jogo do time russo. Com o decorrer do set, o time mineiro diminuiu a vantagem no marcador. O poderio no saque e o ataque avassalador do ponteiro Leon, mantêm os russos em vantagem no marcador. O ace da jovem promessa cruzeirense, o ponteiro Alan, diminui a vantagem.

A ‘parede’ Éder traz novamente o Cruzeiro para o set, mas que de alguma forma não foram tão efetivo para o decorrer da partida. Os sucessivos erros do time mineiro aproximaram da vitória no 2º set. A entrada do oposto Poletaev foi bastante efetiva, dando números finais para o set. Vitória do Kazan por 25 a 21.

3º set se mostra, com o ponteiro cruzeirense Leal destruindo, atuando na maioria das ações do time mineiro. O equilíbrio se mantém até metade do set. o volume de jogo do time russo aliado ao bom saque impôs uma nova dinâmica.

O saque de Wallace coloca de vez o Cruzeiro no jogo. A emoção e o equilíbrio emocional se torna uma ferramenta fundamental para um jogo desse nível. Com a chance de definir o Set, o oposto Wallace parou no paredão russo. Filipe, sempre decisivo, explora o bloqueio, e  fecha o 4º set por 27 a 25 para o time mineiro, desempatando o embate.

4º set se confirma com as 2 equipes disputando em alto nível, volume de jogo e a pancadaria como menu principal, ora com Leon, ora com Leal. Os cubanos destruindo as defesas adversárias. A bola na rede de Leon em uma tentativa de diagonal curta abre vantagem para o time do Cruzeiro.

Sada Cruzeiro confirma hegemonia no Vôlei Mundial. Muita festa e emoção no ginásio Divino Braga, em Betim MG.
Filipe em mais um contra ataque, deixa o Cruzeiro a 4 pontos do bicampeonato Mundial. Leal em mais um ataque avassalador do fundo, fica a 1 ponto do título. Novamente o cubano mostra porque está entre os melhores ponteiros do mundo.


SADA CRUZEIRO. Bicampeão do mundo. A nação celeste está em festa.. Cruzeiro confirma o status de melhor equipe do planeta. PARABÉNS, NAÇÃO CRUZEIRENSE! Com 2 títulos disputados e 2 conquistados, colocam mais uma vez, os mineiros como o time a ser batido. 

A Superliga começa no próximo fim de semana. Motivos de confiança são o que não faltam para um clube que em tão pouco tempo, vem demonstrando um trabalho de excelência, um verdadeiro pilar do Vôlei Mundial. 

CRÉDITOS:

Imagens; assessoria de Imprensa, SADA CRUZEIRO

domingo, 25 de outubro de 2015

Murilo crava: “O Cruzeiro é o adversário a ser batido”


O ponteiro da seleção ao final da partida entre Sesi e São José, que teve como vitorioso, o time da casa, foi perguntado. Qual é o time a ser batido na Superliga?

Para Murilo: “A Superliga vai ser super disputada, temos várias equipes, dentre elas: Campinas, Taubaté, Minas que terá dois cubanos, entre várias outras”.

Ele enfatiza ainda: “O Cruzeiro hoje é referência no Vôlei Nacional, Mundial, pelo os títulos conquistados, e boa estrutura. É claro, que vão nos colocar entre as favoritas, mas o Cruzeiro, é de fato, o time a ser batido na competição”.


A Superliga começa em novembro e promete ser uma das mais disputadas da história.

CREDITOS: FOTOS Vôlei Org

Lorena: ”Deixamos o adversário crescer e perdemos a chance de acabar com o jogo”


O jogo que representou um começo apoteótico da temporada no embate entre Sesi e São José, tiveram como parâmetro, o alto volume de jogo de ambas as equipes, o equilíbrio e a parte técnica, psicológica, como fundamentais, numa partida tão parelha.

O jogo que terminou com a vitória do Sesi, teve além disso, mais de 3 horas de duração e 6 sets disputados.

Para o oposto do São José, Lorena, a partida se mostrou favorável para o seu respectivo time. Entretanto, nos momentos mais importantes, por erros próprios, colocaram a equipe da capital na partida.

“Perdemos a chance pra matar o jogo, com isso o time de lá começou a crescer. Apesar do resultado, estou feliz com o jogo que fizemos. Fomos ao limite, mas tem hora que ninguém aguenta mais”.   

Pra Finalizar, o oposto do Vale do Paraíba ainda destaca: “Saímos de cabeça em pé, estávamos 3 pontos a frente no Tie Break, mas o jogo é jogado, disputamos até o último ponto”.


O São José começa agora a preparação para Superliga que está prevista para o mês de novembro. 

CRÉDITOS: fotos, São José, Assessoria

Teste pra cardíaco.. Sesi vence São Jose no Golden Set e está na final



O time da capital mais uma vez mostrou o peso da camisa. Jogando em sua casa, a conhecida Vila Leopoldina, mostrou uma recuperação indiscutível, depois de estar perdendo por 2 sets a 1, virando no tie break e conquistando posteriormente a vaga no Golden Set. O jogo foi uma prévia sobre o que reserva a temporada, um jogo de muita emoção, técnica, volume de jogo e em especial, bom condicionamento físico e o fator psicológico, fundamental em decisões como essa.

A partida mostrou o retorno do ponteiro do Sesi e seleção Murilo. Depois da disputa da Liga mundial, em que o ponteiro funcionava mais como um passador. Dessa vez, trouxe de volta toda explosão e definição que lhe é característico. Vale recordar que o Murilo fez uma cirurgia no ombro, meses atrás. 

Com alguns movimentos comprometidos, teve como função, apenas de passador. A partida contra o São José mostrou um ponteiro 110% recuperado, com ações diversas, se tornando muito eficaz e eficiente nos sides outs e saques, posteriormente.

O JOGO

O jogo aliou todos os temperos de uma decisão: nervosismo, “catimba”, técnica, condicionamento físico, psicológico. De um lado, jogadores de temperamento forte e experiência como: Lorena e Mário Júnior. Do outro, Murilo, Serginho, faziam a vez do Sesi nas ações do seu respectivo time. O talento de Lorena mais uma vez foi diferencial para o time do São José. Decisivo, o combustível do time do Vale do Paraíba. Com o cansaço do 

4º set, caiu de produção e viu o crescimento do Sesi, que pôde com isso, mudar o panorama da partida.
Além de Lorena, Diogo, outro jogador experiente, foi bastante efetivo e definidor para o São José. O ponteiro Hugo, juntamente com o central Brunão e o líbero Mário Júnior, deram todo equilíbrio, e dificultaram bastante as ações do Sesi.

O 1º set mostrou um Sesi controlado, focado, com um bom saque, e muito bem estruturado em quadra. O mesmo não se viu do outro lado, o SJ ainda disperso na partida, foi vendo cada bola caindo na sua quadra, deixando que o time da casa abrisse uma grande vantagem. Com o set sob controle, o Sesi fechou, com tranquilidade.

O 2º set resgatou o espírito competitivo do São José, a adrenalina como algo peculiar em atletas como Diogo, Lorena, funcionaram como fator motivacional. Com uma boa recepção, Mário júnior contribuiu para o side out e elevou as ações do SJ, que via, ora com Lorena, Diogo, Hugo, nas pontas, ações efetivas, fortes, ou até no meio com Brunão ou Júnior com o habilidoso levantador Rodriguinho.

O trio composto com Lorena, Diogo e Rodriguinho, mais uma vez se deu. Com a experiência de terem jogado juntos no Montes Claros na temporada 2009/2010, foram fundamentais para o entrosamento de um time tão renovado. Efeito disso se viu na quadra no 2º e 3º set, colocando o fator ‘entrosamento’ a um patamar de quase excelência, avançando e abrindo verdadeiras crateras na defesa do Sesi, vencendo ambos os sets.

4º set se contextualizou de vez como uma grande decisão. Muito nervosismo, reclamação, xingamentos de um lado para o outro, fez da Vila Leopoldina como uma verdadeira panela de pressão. Como esperado, um jogo que tinha todos os preceitos, valores nitroglicerínicos, uma bomba, propriamente dita, pronta pra se armar. Pesou muito para o time da casa o fator, ‘concentração’ e ‘preparação física’. 

As jovens promessas do Sesi foram eficientes, as bolas de velocidade de meio com Leandro com o levantador Thiaguinho, fizeram uma combinação perfeita, mostrando toda a experiência que trouxeram da seleção sub-23. A volta do central Sidão que foi ovacionado durante toda partida e o retorno de outro central Gustavão que passou no começo do projeto pelo o clube. Além do ponteiro Thiago Alves, ainda não 100% aparentemente, não foi usado durante a partida.

Todos esses fatores aliados, só promoveram o Sesi que com um plantel maior, pôde trocar peças, fazendo um time mais competitivo, homogêneo e inteiro para toda partida.

A garra e liderança de Serginho e Murilo trouxeram novamente o Sesi para o jogo, o líbero principalmente, a todo momento chamava a torcida que alguns momentos se calou, devido ao alto rendimento do time do Vale do Paraíba.
Com 3 bloqueios seguidos, o ginásio virou literalmente poeira, barulho e muita pressão, sendo fundamental para a vitória do Sesi no 4º set.

O Tie Break só confirmou o espírito de superação do time do Sesi. A jovem promessa Douglas tratou de dar o ápice de energia e jovialidade, para uma partida de muito desgaste. Atuando bem no saque e no ataque, contribuiu e muito para o fechamento do set. Vitória do Sesi, levantado a partida para o Golden Set.
GOLDEN SET
A confiança tão relevante para cada time, se firmou de vez para o Sesi. Depois de ganhar o 4º e o Tie Break, teve um ingrediente como fator fundamental para a classificação. Sucumbidos, a aparente imagem da derrota, era algo visível no rosto de cada jogador do SJ. 

Como diria um termo no futebol, ‘não havia pernas’. Nesse caso, não havia pernas, braços, coração. O time morreu.. o cansaço chegou e traçou o destino para o time do Vale do Paraíba. Vale recordar, foi uma partida de 6 sets, em uma decisão no início de temporada. Com plantel reduzido e menos jogadores, minaram as principais jogadas com Lorena e Diogo, que não conseguiram passar mais pelo o paredão do Sesi. 

Vitória para do time de casa no set desempate, em um jogo não recomendado para cardíacos. Emoção do inicio ao fim e uma certeza: essa temporada será de altíssimo nível.

Créditos: fotos Sesi São Paulo assessoria


sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Osasco passa como um rolo compressor sobre Sesi no 1º jogo da decisão


O time do Nestlê/Osasco mais uma vez mostrou a que veio. Com uma vitória esmagadora na noite da última quinta feira (22) na casa do Sesi São Paulo, na Vila Leopoldina. 

Destaque para todo o time, sem exceção, que conseguiu impor um ritmo alucinante. Através de bons saques, um passe na medida, e bloqueios que se tornaram verdadeiras muralhas, ultrapassaram os limites e quase tudo que era esperado num clássico no começo de temporada.

A central Saraelen recém-contratada, atual campeã mundial com a seleção sub-23, vestiu a camisa do Nestle, substituindo nada mais, nada menos, que a central Thaisa. Com agilidade e um bom bloqueio ajudou no quesito, conseguindo conquistar uma vantagem ainda maior.

O 1º set se mostra um jogo parelho, equilibrado até a segunda metade do set, quando o volume e planejamento deram um novo parâmetro para partida. Com um saque mais ‘chapado’, sem peso, dificultou as ações do Sesi, que via o esforço descomunal da levantadora Carol Leite, que não recebia em boas condições cada bola. Corria de lá, pra cá, e com isso, o forte jogo do Osasco se deu. Com as jogadas nas pontas bem marcadas, ora com a Ellen, ora com a Jaqueline, pôde com isso arruinar a maioria das ações do time da capital, através do bloqueio Osasquense.

2º set, se configurou outra partida para o Sesi. Inflamada pela torcida, deu um novo rumo para a decisão. Os saques começaram a fluir e trazer dificuldades para o adversário. A liderança e experiência de Jaqueline e Fabiana equilibraram em todos os quesitos. A Jaqueline, por sinal, justamente, sofreu com o saque do Osasco no set anterior. A confiança voltou e junto dele o jogo do Sesi, dando números finais para o 2º set.

3º set se contextualiza o que chamamos de um jogo de começo de temporada, com altos e baixos de ambas as equipes, o encontro de atletas que voltavam da seleção e posteriormente, o entrosamento dos times. 

Como no 1º set, o Osasco abriu uma grande vantagem. Com calma e concentração, o Sesi foi chegando, ponto a ponto, mas não o suficiente. No final do set, o que ninguém imaginava, aconteceu: o cartão vermelho para o Sesi, o que se enquadra pelo o critério, pontuação para o adversário, diminuindo o entusiasmo do time casa, fechando com isso , o time do Osasco por 25 a 21.

4º set mais uma vez mostrou a preparação avançada do Nestlê sobre o Sesi, com o alto volume de jogo, impondo um jogo forte, bons saques, com ações efetivas e um side out de espantar a todos que lá estavam, devido aos avanços do Osasco, em tão pouco tempo. Não deu outra.. Osasco venceu por 3 a 1, mostrando uma nova cara e deslumbrando grandes momentos para a temporada.

Para a central Adenízia, a vitória conquistada foi na base da luta, do trabalho de preparação. “As meninas que estavam aqui, juntamente as jogadoras que vieram da seleção, estavam muito focadas, desde o começo. O nosso projeto é ganhar, disputar todas competições em alto nível. Enfatiza a central da seleção.

Já o técnico do Sesi, Talmo de Oliveira, aposta no tempo pra dar uma cara mais competitiva e equilibrada para o time. “Não temos tempo, mas vamos precisar, pra criar uma personalidade, identidade para o time”.

Com pouco tempo pra mudar o prognostico da final, Talmo confia na experiência de algumas jogadoras e os detalhes. “Temos que amadurecer o mais rápido possível e focar nos detalhes, fazer o side out acontecer, funcionar todos os quesitos: ataque, defesa, recepção, com equilíbrio e harmonia”.

A 2º e derradeira partida acontece no domingo, às 10 da manhã. Para o Osasco, uma simples vitória já confirma ainda mais a hegemonia pelo o estado. Do lado do Sesi, somente uma vitória na partida e em seguida, o típico “GOLDEN SET”, que equivale ao futebol o Golden Gol, ou utilizando uma linguagem mais simples e objetiva, o desempate. 

Somente uma vitória do Sesi no Golden Set levará a taça para a vila Leopoldina.


Nova safra que já dá grandes frutos para o país.

Nova safra que já dá grandes frutos para o país.
Brasil se torna campeão da Liga Mundial com um time renovado e grandes promessas