quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Memes: Serginho do vôlei, em tom de humildade após a conquista do ouro, já Neymar...


O contraste de sentimentos, Serginho, conhecido como ‘Escadinha’, considerado por muitos o maior líbero da história do vôlei mundial, em declaração após a conquista do ouro olímpico, usou e abusou da sua simplicidade, como lhe é característico. “Eu não me acho merecedor, sou um cara normal, só o filho da dona Didi de Pirituba”.

Serginho e Neymar, a guerra do ego contra a humildade

O Neymar já em tom raivoso, cheio de ressentimento, saltou uma das suas. “Vocês vão ter que me engolir”, fraseando o ex-técnico e lendário Zagallo, em uma das conquistas com a seleção, em resposta a imprensa brasileira. O craque brasileiro não é unanimidade, pela postura e atitudes extracampo. A atitude, muitas vezes intempestiva do craque do Barcelona, vai de contra a parte da imprensa, e até alguns torcedores.

Após o término da partida, que enfim acabou com o jejum do Brasil, em nunca ter conquistado a tão almejada medalha de ouro, na vitória sobre os carrascos alemães nos pênaltis, ‘marcou’ o rosto de um torcedor que o criticou durante a partida, em um lance no qual, Neymar tentou fazer uma carretilha. Jogada famosa do ex-camisa do Santos. O torcedor gritou: “Joga sério, Neymar”.

O sentimento de vingança se suscitou ao fim da partida com o titulo da seleção canarinho e o jogador tentou agredir o torcedor que deferiu a frase. Já Serginho, quase sempre, em tom amistoso, respeitoso, ao conquistar o tricampeonato da seleção e o seu bi pessoal deu ênfase aos anos defendendo a seleção, deixando uma camisa da seleção no solo sagrado do ginásio do Maracanãzinho.

São atitudes que muito refletem a realidade das 2 modalidades. O vôlei em muitos anos mantendo o status de excelência e sem qualquer atenção da mídia e o devido reconhecimento. A seleção brasileira de vôlei é a 1ª do ranking mundial há algum tempo. 

Do outro lado, jogadores de futebol são tidos como verdadeiros ‘deuses’, e tampouco vem conquistando, nos últimos anos. Porém, carrega o bastão de popularidade, com atletas ganhando cifras milionárias e a pressão da imprensa, que não mede palavras, ao falar de jogadores vaidosos, como Neymar, entre outros.


O contraste das vaidades, por sua vez, se contextualiza dentro dos gramados, quadras. Personalidades artificiais, com a típica atitude de celebridade. O torcedor, por sua vez, começa a olhar o comportamento de outra forma, tendo uma visão cada vez mais fria e racional, sobre ídolos e pseudo ídolos, abarrotados no esporte ‘brazuca’. 

Bruninho apaga as desconfianças e celebra o tricampeonato olímpico em atuação de gala

O levantador da seleção, sob holofotes, levanta o troféu que muitos questionavam. A titularidade que veio com a aposentadoria da lenda Ricardinho fez muitos repensarem o futuro da seleção. 

Bruno celebra o novo momento na seleção, de ídolo nacional, com o título olímpico
O ídolo e conhecido como um dos maiores levantadores da história do vôlei mundial, Ricardo em sua saída da seleção deixou uma luz amarela, devido a revolução e inovação tão almejada que transformou a modalidade em um esporte não só para gigantes. A velocidade de sua bola consagrou vários ponteiros, opostos, dentre eles: Nalbert, Giba, André Nascimento, Dante, entre vários outros.

Motivos pela desconfiança não faltaram, não pela questão técnica, mas sim, pela responsabilidade em substituir uma referência no vôlei mundial. A situação começou a mudar em 2010 com o título mundial, entretanto, o contínuo crescimento do levantador cruzeirense William Arjona, sendo eleito a cada ano o melhor do país em múltiplas conquistas mineiras, em especial, o bicampeonato mundial, só colocou em xeque, o porquê da sua titularidade.

Com boas passagens pelo o CIMED conquistando o tetracampeonato da Superliga pela equipe catarinense e a conquista da Superliga com o RJX do Rio de Janeiro, gerido pelo ‘milionário’ Eike Batista. Mesmo com as conquistas, a titularidade era sempre questionada.

A chegada do levantador Rapha multicampeão pela equipe italiana do TRENTINO colocou mais pressão sobre Bruno. Os resultados precoces conquistados em tampouco tempo com a equipe do Taubaté foram significativos, deixando muitos estarrecidos, e do outro lado, William colecionava títulos mais títulos.

A confiança do Bernardinho foi fundamental pela retomada. O título italiano pela equipe do MODENA ao lado do central Lucão contextualizou o bom momento. O entrosamento de longos anos na seleção se confirmou, a titularidade trouxe um amadurecimento e uma liderança nata. Talvez, reflexo até do pai e treinador, Bernardo Rezende.

A atuação de ouro sob a Itália, em uma partida cheia de nuances, trouxe todo dinamismo, tranquilidade e excelência. Passes dados com açúcar e perfeição, fazendo muitos se lembrarem da genialidade de Ricardinho, com um novo espírito e demais quesitos como trunfo.


Bruno, além de ótimo levantador, tem um ótimo saque e bom bloqueio, quesitos tão observados pelo o vôlei europeu, além da técnica, extremamente apurada, definitivamente, escreveu o nome na história da seleção. o julgamento de muitos, que não conseguiram ver o talento do ‘filho do treinador’, mas que acima de tudo, foi o ‘pai da equipe’,  se sucumbiram em meio ao jogo qualitativo e quantitativo, do grande e genial Bruno Rezende.  

Opinião: Bernardinho faz história no vôlei mundial


Bernardo Rezende é presenteado com o seu talento, em mais uma conquista olímpica

Recém-completados 3 dias do tricampeonato olímpico, Bernardo Rezende celebra não apenas uma conquista, mas, um legado com vários títulos, uma carreira irreparável. Motivo de orgulho e referência, ‘Bernardinho’, como é conhecido, é um verdadeiro conciliador de ego, um disciplinador, e ‘paizão’, em várias situações.

O ultimo quesito por sua vez, vale toda reverencia, soube lidar com maestria e sensibilidade cada partida, como uma verdadeira decisão. A Olimpíada foi uma amostra disso; evitar as críticas sobre os mais novos, trazendo toda confiança elevando a equipe.

A vitória sobre a Itália no último domingo, só confirmou o status de excelência do treinador. Mesmo sob questionamentos em supostas convocações, que muitas vezes, ‘deixava uma pulga atrás da orelha’, se mostrava por outro lado, uma filosofia. A permanência de vários atletas rechaçava a ideia da ‘família Bernardinho’, mas sempre sob uma proposta, ideia formalizada.

Talvez o maior motivo de todos os resmungões, a insistência do filho Bruno, como titular na seleção, inclusive de quem vos escreve. Bernardinho soube lidar com os bons e maus momentos, como um verdadeiro psicólogo catalisou o melhor de cada grupo, aliando à técnica, parte física, mental, e principalmente, a união do grupo, como fundamental e divisor de águas, em mais uma conquista.

A sala de troféus que pesa como verdadeiro chumbo, toneladas sobre o pescoço de um líder nato, que divide o prêmio, sucesso, competência, com uma comissão técnica e atletas, de alto nível. Rubinho (coordenador técnico) e braço direito, em uma aliança de anos. Filosofia que existe também no banco de reservas. Ligas Mundiais, Olimpíadas, Copa do Mundo, Sul-americano (clubes) e pela (seleção), Superligas, campeonatos estaduais, etc, etc...

A pergunta que não quer calar; Bernardo estaria se desligando da seleção? A resposta que todos querem ouvir, mas com uma torcida para que ele fique. A longa trajetória que por sua vez passa por desgastes, o que é muito comum. Mas, que acentua o poderio de um técnico, treinador, pai e acima de tudo, líder, com o carisma e respeito que perpetuam e contextualizam o verdadeiro conceito da palavra ‘competência’.



segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Jaque e Sheila no Minas, credenciados pelo o título da Superliga?

Jaque e Sheilla mostram o porquê do rótulo de grandes jogadores, ressurgindo com força na Olimpíada do Rio

‘Corre’ nos bastidores, na capital mineira Belo Horizonte, o acerto das selecionáveis, Jaqueline e Sheila. De fato, uma ‘bomba’, se for confirmado à contratação das atletas.

A 1ª Jaque, já é colocada como algo oficial, só esperando o fim das Olimpíadas do Rio para o anúncio. Sheila, em algumas entrevistas, já mostrava o interesse de voltar às raízes, voltar a jogar pelo o Minas, por onde foi formada. Em ano olímpico, qualquer informação pode ser qualificada como desvio de foco e por esse argumento, não foi dito nada a respeito.

2 contratações que viriam não só pra qualificar, mas pra colocar o time mais tradicional do vôlei nacional, na briga direta pelo o título. Em tempos de debandada, a volta de Jaque para o Minas e a repatriação de Sheila, viria como um fator determinante para uma camisa pesada e tradicional do vôlei brasileiro, como é a do Minas.

Jaque e Sheila deram a volta por cima, depois de uma temporada fraca por suas equipes: Sesi São Paulo e VakifBank da Turquia. A 1ª citada, por sua vez, não conseguiu levar a equipe paulista nas finais, se sucumbindo nas quartas, sendo eliminada para o Praia Clube de Uberlândia. As atuações apagadas e a má campanha, só corroboraram o mau momento. Sheila era reserva do time turco, com poucas partidas, de longe, não repetia o desempenho de outrora.

Com o título do Grand Prix conquistado sobre as americanas, como uma fênix, renasceram, e pôde mostrar para o mundo, o vôlei de qualidade, de puro talento, excelência. Caso confirme as informações, o Minas terá feito 2 contratações, com pretensões apenas de conquista do título Nacional, que não vem desde a temporada 2001/2002.


Kubiak elogia estrutura e afirma que gostaria de jogar no Cruzeiro

Leal e Filipe, junto de outras estrelas, os poloneses Kubiak, Kurek, em preparação para jogo épico, em Contagem

O ponteiro, grande destaque polonês, em preparação para a Olimpíada do Rio, pôde conhecer a estrutura do Sada Cruzeiro. Com os resultados expressivos do clube mineiro e a tradição do estado na modalidade, ao lado de outra camisa muito importante, como a do Minas Tênis Clube.

Os poloneses que foram campeões mundiais em 2014 vieram para a capital mineira, além de conhecer a estrutura, fazer um intercâmbio, o que promoveu um bom relacionamento entre os atletas celestes e os poloneses. A vitória cruzeirense só veio a corroborar os elogios dos jogadores europeus, que enfatizaram os cubanos: Leal e Simon, além do ponteiro Filipe, dentre outros. A declaração do ponteiro Kubiak trouxe uma esperança para os torcedores mais fanáticos em poder jogar pelo o clube mineiro.

“Aqui estão alguns dos melhores jogadores do mundo, então eu quero vencê-los. Não conheço nenhum deles pessoalmente, mas são grandes jogadores, Leal, Simon, Filipe. São jogadores de nível máximo e, obviamente, nos conhecemos da quadra, mas não pessoalmente. Eu espero que algum dia, quem sabe, eu possa vir para cá defender o Sada Cruzeiro”. Afirmou o atleta polonês a assessoria de Imprensa do Cruzeiro.

Na 1ª partida entre ambas, mostrou o poderio mineiro, em uma vitória surpreendente por 3 sets a 2, sem os seus principais jogadores, dentre eles: os selecionáveis William e Evandro, que estão defendendo a seleção canarinho. Além do desfalque, o central Isac que preferiu se preservar para partida, por conta de uma lesão. A vitória elevou o ego dos brasileiros, em especial, os torcedores cruzeirenses, que em algum momento, puderam deslumbrar sua equipe, na disputa contra uma forte seleção, podendo com isso, supostamente, jogar com igualdade contra qualquer equipe/seleção.

Do lado cruzeirense, o fator ‘motivação’ em jogar contra uma equipe do porte da Polônia se equivale e coloca cada atleta num patamar acima, de excelência. “Esse reconhecimento é muito bacana, mostra a importância do Sada Cruzeiro no voleibol mundial. Para nós é uma honra enfrentar uma seleção que está indo para uma Olimpíada. Vamos com tudo, para fazer o nosso máximo nestes dois jogos em Contagem e espero que a torcida compareça em peso”, afirmou o ponteiro Filipe, 1 dia antes do feito celeste.

As equipes se enfrentaram no dia 02 de agosto, com a vitória tão lembrada, por 3 a 2, em jogo de estreia do central cubano Simon.


Nova safra que já dá grandes frutos para o país.

Nova safra que já dá grandes frutos para o país.
Brasil se torna campeão da Liga Mundial com um time renovado e grandes promessas