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| Jaque e Sheilla mostram o porquê do rótulo de grandes jogadores, ressurgindo com força na Olimpíada do Rio |
‘Corre’ nos bastidores, na capital mineira Belo
Horizonte, o acerto das selecionáveis, Jaqueline e Sheila. De fato, uma
‘bomba’, se for confirmado à contratação das atletas.
A 1ª Jaque, já é colocada como algo oficial, só esperando
o fim das Olimpíadas do Rio para o anúncio. Sheila, em algumas entrevistas, já
mostrava o interesse de voltar às raízes, voltar a jogar pelo o Minas, por onde
foi formada. Em ano olímpico, qualquer informação pode ser qualificada como
desvio de foco e por esse argumento, não foi dito nada a respeito.
2 contratações que viriam não só pra qualificar, mas pra
colocar o time mais tradicional do vôlei nacional, na briga direta pelo o
título. Em tempos de debandada, a volta de Jaque para o Minas e a repatriação
de Sheila, viria como um fator determinante para uma camisa pesada e
tradicional do vôlei brasileiro, como é a do Minas.
Jaque e Sheila deram a volta por cima, depois de uma temporada
fraca por suas equipes: Sesi São Paulo e VakifBank da Turquia. A 1ª citada, por
sua vez, não conseguiu levar a equipe paulista nas finais, se sucumbindo nas
quartas, sendo eliminada para o Praia Clube de Uberlândia. As atuações apagadas
e a má campanha, só corroboraram o mau momento. Sheila era reserva do time
turco, com poucas partidas, de longe, não repetia o desempenho de outrora.
Com o título do Grand Prix conquistado sobre as
americanas, como uma fênix, renasceram, e pôde mostrar para o mundo, o vôlei de
qualidade, de puro talento, excelência. Caso confirme as informações, o Minas
terá feito 2 contratações, com pretensões apenas de conquista do título
Nacional, que não vem desde a temporada 2001/2002.

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