quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Burocracia e lentidão afastam o ponteiro Leal a vestir a amarelinha, já nas Olimpíadas

Renato Araújo Sada Cruzeiro (Divulgação)
O ponteiro cubano que recentemente se naturalizou brasileiro se vê num impasse; mesmo sob a legalidade de ser um cidadão brasileiro. O jogador do Cruzeiro esbarra na burocracia e lentidão no processo.

Segundo a Federação Internacional de Voleibol, o atleta que se naturalizar por outra entidade, país, terá que ficar 2 anos sem defender outra seleção. Após o processo de naturalização oficializada e o cumprimento do prazo determinado, estará a disposição pra defender tal agremiação.

O técnico Bernardinho e comissão técnica queriam contar com atleta já nas olimpíadas. Entretanto, com todos os trâmites que envolvem o processo, já regulamentados, como prevê a própria FIVB.

A pergunta que não quer calar; porque houve tanta demora por parte da CBV (Confederação Brasileira de Voleibol) e a comissão técnica da seleção, na homologação de um processo de naturalização, cujo atleta está no país há algum tempo, defendendo um clube brasileiro?

O Brasil vive um momento de incógnitas, com jogadores passando por altos e baixos e a renovação estagnada. Jovens promessas despontam no mercado, mas não com a mesma quantidade e qualidade de outrora.

Lucarelli é ainda a grande esperança. Murilo e Lipe brigam por outra vaga. Lucas Loh é mais uma promessa, e foi testado por Bernardinho na Liga Mundial.

Murilo temeria vaga na seleção com a suposta chegada do cubano Leal?

Murilo celebra o bom momento pelo o Sesi, em mais um troféu VIVA VÔLEI. Sesi São Paulo Assessoria (Divulgação)

Depois da notícia que sacudiu o mundo do voleibol, sobre o anúncio da naturalização do cubano Leal.

A notícia caiu como uma ‘bomba’ para alguns jogadores da seleção, em especial, o ponteiro Murilo Endres. Coincidentemente jogam na mesma posição.

Perguntado sobre a questão da naturalização de atletas, cujos objetivos, ingressarem em outras seleções, como alternativa para maiores opções em equipes de alto rendimento, o jogador do Sesi não ‘titubeou’.

“Eu particularmente não gosto. Não sei se a gente acaba incentivando esse tipo de coisa a acontecer com mais frequência. Quem pôde estar em partidas em que jogadores já haviam jogado por alguma seleção e acaba defendendo outra, posteriormente”, argumenta o ponteiro da seleção sobre o processo de naturalização, ser prejudicial à modalidade.

Outros jogadores cubanos se naturalizaram e vão defender outras seleções, casos, como: o ponteiro Juantorena que defenderá a Itália e outro grande jogador, Leon, estará jogando pela seleção polonesa.

De acordo com a Federação Internacional de Voleibol; após a naturalização de qualquer atleta por tal país, só após 2 anos do anúncio, estará apto a defender outro país.

A notícia minimiza o ímpeto do torcedor que queria ver o atleta cruzeirense vestindo camisa canarinho, já nas olimpíadas. O atleta é hoje disparado, o melhor ponteiro do país e seria o titular na seleção, de olhos fechados.

Se afirmação de Murilo está carregada de um suposto medo, ou uma mera opinião, o tempo poderá dizer..


Mas uma realidade quase unânime, Leal não seria apenas titular da seleção brasileira, mas de qualquer país pelo mundo afora. 

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

“Queria de presente de natal, estar mais uma vez na decisão da Superliga”, afirma o técnico do Sesi, Marcos Pacheco

Divulgação; Vôlei Org, técnico do Sesi São Paulo, Marcos Pacheco

Fim de ano se aproxima e junto dele, as promessas, pedidos para o Papai Noel. A temporada 2015/2016 apesar de ter ainda muita lenha para queimar, vem mostrando o mesmo enredo dos anos anteriores, com a hegemonia cruzeirense no masculino e o time de Bernardinho, o Rexona, como um verdadeiro trator, dão as cartas no feminino.

O técnico do Sesi São Paulo no masculino Marcos Pacheco prevê mais uma temporada acirrada, mas com um pedido muito particular para o bom velhinho. “Gostaria de disputar mais uma final de Superliga. Sabemos da dificuldade que é conquistar uma competição desse nível, mas temos que acreditar e lutar até o fim. Esse é o meu sonho”, enfatiza Pacheco.

O técnico do Sesi não vem tendo sorte na disputa dos títulos Nacionais pela equipe paulista. Curiosamente, treinou o vitorioso Florianópolis, aonde se sagrou tetracampeão, revelando jogadores do quilate de Bruninho e Lucão, entre outros.   

A escassez de títulos determina uma nova realidade para o treinador, ficaram só os sonhos em poder levar o Sesi a posição mais alta no pódio. Com 2 derrotas para o ‘carrasco’ Sada Cruzeiro, a última por sinal, foi na temporada passada, em 2014/15.

Mesmo com o revés, o treinador acredita que ter um time campeão é consequência de um bom trabalho, mas frisa que a coisa mais importante não são os títulos. “Ter uma família harmoniosa não tem preço, é algo mais confortante para todos nós”.

Pra encerrar, como de praxe, Pacheco destaca a questão da corrupção no país. “Devemos acreditar num país justo, com leis e punições rígidas. Só assim, podemos pensar no progresso”.


O ano está acabando, entretanto, a temporada está muito longe de se acabar. Em 2016, competições como a Copa Brasil, e o 2º turno, complementam o calendário da entidade do Vôlei Nacional, a CBV (Confederação Brasileira de Voleibol). 

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Sidão confia na sua recuperação para as disputa das olimpíadas do Rio


O central do Sesi e da seleção que recentemente fez uma cirurgia no ombro acredita na recuperação e prevê voos mais altos para o ano de 2016.

O jogador que tem uma longa história com a seleção acredita na disputa das olimpíadas do Rio de Janeiro, mesmo tendo que ficar parado por 3 meses.

Com o período longo de recuperação, mesmo assim, o atleta esbanja confiança nas competições posteriores.

“Já fez um mês de cirurgia, tenho mais um mês para voltar com a musculação e outras atividades. Perdi muito peso, mais de 6 quilos, tenho um longo período de recuperação” retrata o momento de drama, o central do Sesi.


Perguntado sobre as olimpíadas, se estará apto para a competição, foi enfático. “Com certeza, acredito. Quero disputar a fase final da Superliga e poder se juntar com a seleção na briga pelo o ouro olímpico”, prevê um momento bem melhor para a próxima temporada.


Ex- levantador da seleção, Maurício, afirma: “Com Leal na seleção, o Brasil é mais favorito pelo o título olímpico”

Maurício Lima, em mais um momento épico na seleção, com mais um título para sua sala de troféus

O bicampeão olímpico falou sobre a polêmica que envolve o atleta cubano, que recentemente se naturalizou brasileiro. A nota saiu no Diário Oficial da União.

O ex- levantador Maurício Lima destaca o momento que a seleção brasileira passa. “Com o Leal na seleção, somos mais favoritos. Sem ele, continuaremos a ser, porém, menos”.
Em ano de olimpíada no próprio país, é preciso precaução pra saber o que melhor a se fazer. 

“Faz tempo que não estou na seleção, não sei o que o Bernardo, jogadores e comissão técnica, estão pensando neste exato momento. Como um cubano vai ser recebido por todos. É uma situação muito complicada. Estamos prestes a uma olimpíada no Brasil, não sei se de fato, há tempo hábil para isso”. Finaliza um dos atletas mais vitoriosos da história do Vôlei Nacional e Internacional.

O jogador de 27 Yoandy Leal Hidalgo há alguns anos joga no Cruzeiro e vem se despontando como um dos melhores ponteiros do planeta. Com títulos pela equipe celeste e um currículo invejável, a cada dia se firma com um grande nome do Vôlei, sendo o MVP no bicampeonato mundial pelo o Cruzeiro, e supostamente, na seleção brasileira.

A naturalização de atletas tem sido algo cada vez mais comum no meio dos esportes de alto rendimento, caso de Juantorena e Leon, ambos cubanos. O primeiro se naturalizou Italiano, o outro craque, foi para a seleção da Polônia.

Com a punição do governo cubano a jogadores que saem do país, eles ficam impedidos a jogar por 2 anos. A naturalização tem sido o único meio de atletas a disputar outras competições, de alto nível, competitividade, falando especialmente de Cuba.

A ilha caribenha através do sistema político socialista impede a saída de atletas que busquem ganhos, lucros, fora do país, fomentando a ideia de investimento, subsidiada do governo aos mesmos, em sua formação, quando ingressam em alguma modalidade.


sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Cruzeiro e Rio de Janeiro mantém o império, vencem e lideram a Superliga


O ponteiro Filipe ganha o troféu VIVA VÔLEI, em mais uma noite celeste, conquistando a liderança da competição

O começo estranho, até desconfiado, em que a competição nacional dava como os líderes, as boas equipes, como o Praia Clube e o tradicional Osasco, no feminino.

No masculino, se confirmava a força do Taubaté que montou uma verdadeira seleção, com estrelas do quilate de Lucarelli, Riad, Gavin Schmmit, entre outros. A presença do Pequi Atômico entre as primeiras posições despontava como uma das mais acirradas Superligas da história.

O decorrer da competição separou as crianças dos adultos, mostrou os verdadeiros gigantes e os Davis. Essa rodada trouxe de volta a hegemonia de Cruzeiro e Rio de Janeiro. Se vão manter esse poderio até o final, só o tempo poderá dizer.. Mas o que é fato é que as duas equipes, começaram sem a pompa, com os resultados que não se confirmaram em quadra.

Na vitória do meio de semana do Rio de Janeiro sobre o vice-líder Praia Clube, se viu um jogo tático, perfeito dos cariocas que souberam marcar as principais ações e peças do time de Uberlândia.

O bom saque dos cariocas, aliados ao alto volume de jogo, uma defesa concisa, confirmaram o amadurecimento da equipe na competição. 

O Praia Clube foi presa fácil que não soube se defender do saque e a marcação da ponteira cubana Ramirez, grande arma mineira. A vitória por 3 a 0, não só colocou o Rio de Janeiro como líder, mas abriu vantagem sobre o vice, com 3 pontos a frente.

Rio de Janeiro atropela o Praia Clube e amplia vantagem na liderança da Superliga Feminina, sobre o adversário
Destaques: a equipe do Minas se recupera bem na competição e já está no calcanhar do Praia Clube, na 3ª posição. Nota baixa: Sesi e Osasco, com altos e baixos, as equipes paulistas não passam confiança para os seus torcedores.

No masculino, a equipe do Sada Cruzeiro, como bom mineiro, chegou devagar, sem alarde, até abocanhar a liderança, depois da vitória sobre o Brasil Kirin em Campinas. A combinação de resultados ajudou o time mineiro para a retomada na liderança, depois da derrota do Taubaté para o Canoas, jogando em casa, nesta última quinta (10).

As respectivas vitórias de Cruzeiro e Rio de Janeiro confirmam mais uma vez um patamar de excelência, organização e planejamento. A equipe carioca que perdeu a levantadora Fofão contratou para o seu lugar a americana Courtney Thompson, que vem se adaptando a cada partida. O time do Rexona manteve a espinha dorsal, e a carta na manga fundamental, à liderança do técnico da seleção brasileira, Bernardinho.

O Sada Cruzeiro chegou de vez, e como o enredo dos filmes de “Bang- Bang”, é mais uma vez o franco atirador e grande favorito por mais um campeonato. Vale lembrar que o clube celeste é o atual bicampeão Mundial, Copa Brasil e mineiro, eles buscam mais uma conquista para a coleção. 

A fórmula vitoriosa do Rio de Janeiro é a mesma do Cruzeiro, equipes que mantém plantéis, fazem contratações pontuais e um planejamento infalível, invejável.

O império se perpetua a cada ano, colocando em cheque o trabalho dos clubes e uma hegemonia que é exemplo de primor e excelência.

CRÉDITOS FOTOS

FONTES: CBV, SADA CRUZEIRO 




quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Sesi vira e quebra invencibilidade do Praia Clube


Sesi São Paulo, Assessoria, Divulgação

Em mais uma partida emocionante da Superliga, mostrou a ressurreição do Sesi na partida sobre o até então vice-líder da competição, o Praia Clube. O time da capital mostrou um poder de reação e conseguiu a vitória no tie break, destaque para levantadora Pri Heldes, ganhadora do troféu VIVA VÔLEI.

Com o resultado de ontem na Vila Leopoldina, o time da casa Sesi São Paulo, subiu para 7ª posição, enquanto os mineiros caíram para 3ª posição, com a chegada do time do Rexona ao pelotão dianteiro.

O jogo marcou dois momentos importantes; a desconcentração de ambas e os detalhes peculiares, sempre fundamentais em partidas desse nível. O embate marcou uma soberania do Sesi no 1º set, com um bom saque e volume de jogo, soube controlar as jogadas fortes do adversário.

2º e 3º set mostra a força de uma equipe que briga pela parte de cima da tabela, com o jogo forte da americana Alix, a sempre explosiva Ramirez, e o bloqueio sempre efetivo, elevou o time do triângulo, que de forma impiedosa, impôs um ritmo forte sobre o Sesi. A vitória se contextualizou, com o jogo de equilíbrio, força e muita constância.

4º set define de forma literal, o que traduz uma partida desse nível. Concentração do início ao fim. Entretanto, esse elemento se dilui como uma gota de suor sobre um copo cheio. A agua que derrama o caldo derrama o entusiasmo do time de Uberlândia, que se sucumbe no set. 


Troféu VIVA VÔLEI para a levantadora do Sesi, Pri Heldes, uma das responsáveis pela vitória no duelo da última noite

As bolas de Jaqueline que batiam e voltavam no ‘muro’ mineiro em sets anteriores, dessa vez, emergiu, e a ponteira do Sesi conseguiu colocar novamente o seu time na partida, a eficiência sempre da central Fabiana, ampliou ainda mais um novo momento e espírito na partida, com a vitória dos paulistas no 4º set.

O 5º e derradeiro set começa com a emoção de outrora, com as devidas trocas de vantagens entre ambas equipes. Na metade do tie break, os erros do Praia, aliada a confiança do Sesi, deram num novo parâmetro para o jogo.

O final se desenhou ‘emocionante’. De um lado a ponteira Ramirez sempre energética, contagiante em cada ponto. De outro, a entrega da líbero Suelen, deu um novo espírito, até então, deixado de lado pelo o time do Sesi, a raça em cada jogada, sem desistir jamais de uma jogada.

O final se confirmou com a vitória do Sesi, em uma recuperação histórica e uma partida que merece o rótulo de verdadeiro duelo de Titãs. Apesar dos erros costumeiros de início de temporada. Para o torcedor do Praia fica o sentimento, não foi dessa vez.. Para a central Natasha: “Fizemos um mal 4º set, erros de saques em momentos que não podíamos perder. Como um jogo de xadrez, como você mesmo citou, os detalhes fazem total diferença”.

“No 4º set erramos um pouco demais da conta, mas o jogo foi equilíbrio do início ao fim, méritos a elas, pela vitória”, confirma o momento de crescimento do adversário, de acordo com o técnico Picinin do Praia clube.

Pelo os lados do Sesi, só festa.. O time aos poucos vem se recuperando na Superliga, com 2 vitórias seguidas, a equipe da Vila Leopoldina pode respirar com mais tranquilidade. “Vamos evoluir a cada dia mais, a vitória traz confiança e temos tudo pra fazer um 2º turno, muito melhor, mais equilibrado”. Finaliza a destaque da partida, a levantadora Pri Heldes, com o pensamento por voos mais altos para o time da capital.


terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Favoritos vencem na rodada de clássicos na Superliga

Cruzeiro vai chegando como bom mineiro, comendo pelas beiradas e alcança a vice-liderança, em mais uma vitória sobre o Minas


Esse fim de semana marcou a rodada de clássicos da competição mais acirrada do planeta, a Superliga. Com embates dignos de qualquer duelo de Titãs, veio só a confirmar o favoritismo de algumas equipes e algumas boas surpresas.

O Praia Clube é o destaque da competição. Como poucos creditavam e acreditavam no time do Triângulo mineiro, vem calando a boca dos críticos e mantendo um alto padrão, com vitórias relevantes sobre adversários cascudos.

O Praia venceu na última sexta o tradicional Minas, num jogo fardado a derrota, depois de estar perdendo por 2 a 0. Empurrada pela barulhenta e fiel torcida, equilibrou as ações, o ímpeto nas decisões e venceu com uma virada impressionante.

Liderada pela ponteira americana Alix Klineman, foi bastante efetiva, ganhando o troféu VIVA VÔLEI, como melhor jogadora. O bloqueio foi uma das principais armas no time de Uberlândia, que ampliou sua hegemonia sobre o Minas, como foi a decisão do mineiro deste ano.
Taubaté passa como um rolo compressor sobre o Sesi e mantém a liderança do torneio

Com a vitória, o Praia ocupa a vice-liderança da Superliga Feminina, e só perde nos critérios de desempate para o Osasco, que também venceu por 3 sets a 2 o time do Brasília, jogando fora dos seus domínios.

Pelo Masculino, no último sábado o time do Taubaté não tomou conhecimento do Sesi, e ampliou uma vantagem significativa, vencendo por 3 a 0, em um jogo que muitos previam 5 sets. 

O time da capital ainda esbarra na inconstância de cada partida, muitas oscilações e a falta de inspiração do conjunto, o volume de jogo e talvez um plantel mais qualitativo, como havia em outras temporadas.

Para o lado do time do Vale do Paraíba, vale destacar, a esperança do Vôlei Nacional, o ponteiro Lucarelli, que mais uma vez foi o diferencial. O time estrelado do Taubaté que conta agora com o canadense Gavin Schmitt, só confirma o status de uma das grandes equipes do Vôlei Masculino.

Só perde para o Sada Cruzeiro, que carrega o troféu de melhor equipe do planeta, recém-conquistada no bicampeonato mundial desse ano. O time cruzeirense venceu o Minas no clássico mais que mineiro, brasileiro, valendo a 6ª rodada.
No começo, aparentemente se mostrava uma partida ‘cascuda’, que seria disputada do início ao fim. Quem tem Leal, dificilmente, se prevê algo diferente que não seja a vitória. 

Em mais um jogo inspirado do cubano e a genialidade do levantador ‘mago’ Willian que variou muito bem as jogadas, aliando a explosão de Leal e Wallace, com a técnica apurada de Filipe, mais uma vez confirmou seu poderio, hegemonia sobre o Minas, em uma vitória por 3 sets a 0.

O time celeste ocupa a vice-liderança, com os mesmos 15 pontos do Taubaté, entretanto, perde nos critérios de desempate.

A Superliga escreve a cada dia sua história, com os favoritos fazendo valer o status e confirmando dentro de quadra, o investimento e planejamento. Depois de algumas temporadas tentando, o Praia Clube parece ter acertado, em montar uma equipe mais homogênea, com contratações pontuais, podendo prosperar de forma mais contundente e efetiva nessa edição da competição. O Nestlê Osasco vem com uma equipe ‘enxuta’, boas contratações e a espinha dorsal que manteve o padrão de excelência e alto nível.

Não tem como não citar o time da zona oeste de São Paulo, que de fato, mostra se uma equipe mais capacitada e madura, comparada a última temporada.

CRÉDITO (fotos)

Fonte: CBV


Nova safra que já dá grandes frutos para o país.

Nova safra que já dá grandes frutos para o país.
Brasil se torna campeão da Liga Mundial com um time renovado e grandes promessas