Muito se comenta, após as Olimpíadas, a suposta saída do
técnico Bernardinho. O titulo olímpico trouxe certas incógnitas, que contrastam
com o sentimento do torcedor, se ele deveria sair ou não da seleção.
Com títulos e mais títulos no currículo e uma hegemonia
que perdura por mais de 10 anos, Bernardo Resende já demonstra certo desgaste
com a CBV (Confederação Brasileira de Voleibol), depois de escândalos envolvendo
a entidade e a grande parceira, o Banco do Brasil, um dos pilares de
investimento do projeto “Voleibol”.
Nos bastidores corre o nome de Renan Dalzotto, ex jogador
da geração de prata do vôlei nacional. Atualmente, diretor de seleções de
quadra da CBV (Confederação Brasileira de Voleibol). Outros nomes também são
comentados, o mais famoso de todos eles, o atual técnico do Sada Cruzeiro,
Marcelo Mendez.
Em entrevista para o “Globoesporte.com”, o ídolo da
seleção, o ex ponteiro Giba fez uma declaração sobre quem ele optaria para
prosseguir o caminho de Bernardo Rezende. “Por meritocracia, o técnico que
deveria assumir é o Marcelo Mendez, pelo os títulos conquistados, etc...”
Giba ainda enalteceu a questão da desconfiança,
utilizando como parâmetro, a entrada do levantador Bruninho à seleção. “Na
época se falava que não deveria ser o Bruninho, muito se alegava o fato dele
ser o filho do Bernardo. O tempo mostrou que ele era o nome para a seleção.
Marcelo Mendez viria com o mesmo conceito, mesmo diante algumas desconfianças” ,
enfatiza o momento de ambos, para o posto de excelência e meritocracia, a
chegada à seleção brasileira, posteriormente.
