domingo, 23 de julho de 2017

Opinião: 5 jogadoras estrangeiras que poderiam defender a seleção feminina de voleibol


O vôlei feminino ao longo de sua trajetória no certame nacional se mostrou como grande força e referência para o mundo, em termos de talento, capacidade, competitividade. Além do ótimo nível das atletas brasileiras, jogadoras estrangeiras não apenas jogaram como se firmaram como expoentes do esporte ‘Indoor’ mais popular do planeta. Yohandy Leal, o cubano, hoje, naturalizado brasileiro é quase unânime no gosto popular. O nome do cruzeirense ganha força na equipe de Renan Dal Zotto, e provável personagem para o mundial do próximo ano. Qual jogadora estrangeira, você gostaria, vestindo a ‘amarelinha’?
Cristina Pirv, romena, grande ídolo da torcida do Minas Tênis Clube fez grande sucesso. Com a tradicional equipe mineira, Pirv conquistou a Superliga. O titulo nacional de 2001/02 só veio para confirmar o momento de apogeu, o status de excelência. Em ótimo momento, começou a ser ‘ventilado’ o nome da europeia na seleção brasileira. A ‘brasileiridade’ se confirmou após casar com o ídolo do vôlei nacional, o jogador Giba.
Pirv se firmou como grande ídolo da torcida do Minas, na conquista da Superliga 2001/02
Daymí Ramírez, a cubana conhecida pela força, garra e a costumeira provocação, como de praxe. A jogadora de 33 anos, com um legado em disputas de Superliga, principalmente, defendendo as equipes mineiras do Praia Clube e Minas, anteriormente, entra no ranking, especialmente, por representar o vôlei brasileiro, com a sua classe, técnica e vibração. Apesar de ainda não ter conquistado algum título de Superliga, Ramirez fez ótimas campanhas. Desbancando a badalada equipe do Sesi São Paulo levou o Minas a semi em uma das edições da Superliga. Posteriormente, com o Praia chegou até finalíssima, perdendo para imbatível equipe de Bernardinho, o Rio de Janeiro.
Ramirez ficou conhecida no Brasil pela garra, técnica e boas campanhas por equipes mineiras em respectivas Superligas
Destinee Hooker, a americana de 29 anos, tem o DNA do vôlei brasileiro. A conquista pelo Osasco em uma das edições da Superliga desbancando a tão temida equipe do Rio de Janeiro. O titulo foi uma pequena amostra, o seu cartão de visita do que ela pode fazer. Em sua última participação, Hooker não só comandou o Minas, como levou os mineiros a um patamar de excelência, sendo colocado por muitos especialistas, como a segunda força do vôlei nacional.
Hooker, a 'americana mais brasileira'
A emocionante batalha com as cariocas, que teve como retrospecto, uma disputa de tirar o fôlego, com apenas a definição na derradeira partida, por 3 a 2. A derrota para o Rio de Janeiro serviu para mostrar para o mundo, que não está velha, e sim, renovada, como jogadora, mais equilibrada ‘taticamente’ e ‘tecnicamente’. A americana se torna um trunfo ainda maior e um nome que todo brasileiro gostaria de ver na seleção. Hooker renovou contrato e continuará no Camponesa Minas para mais uma temporada.
Mihajlovic foi outra jogadora que fez muito sucesso no vôlei nacional. A servia de 26 anos não sentiu o peso da camisa. Com ótimas atuações foi um dos pilares da Unilever. Mesmo jogando ao lado do técnico mais competitivo do planeta, o multicampeão Bernardo Rezende, mostrou a frieza, o lado calculista e definidor. Brankica, como é conhecida desbravou o país, e mostrou para o mundo o seu nível de voleibol. Com a seleção da Sérvia tem sido uma verdadeira ‘pedra no sapato’ das brasileiras.
Fechando a lista, essa nunca jogou, mas sempre foi o sonho de consumo de vários clubes, jogadores, torcedores e dirigentes. A cubana Mireya Luis, tricampeã olímpica é conhecida até hoje, como um das maiores jogadoras de todos os tempos. Em várias entrevistas, Mireya se mostrou entusiasmada para jogar no Brasil, principalmente, para apagar a imagem ruim de brigas e provocações, diante o clássico que marcou o vôlei mundial entre Brasil e Cuba. Marcia Fú, um ícone do vôlei ‘Brazuca’, em encontro com a adversária cubana se mostrou simpática e ratificou o sentimento amistoso, amigável, após anos de rusgas.
O encontro da paz; Márcia Fú e Mireya, em reconciliação
A década de 90 é lembrada com saudosismo, nos parâmetros de Senna X Prost, Marcia Fú e Mireya Luis, se duelavam. O tricampeonato olímpico e as diversas conquistas colocam Luis, como a jogadora a ser batida e a excelência do talento, da força, da genialidade, de uma jogadora que tinha todos os fundamentos, como uma maquina de destruir, de vencer, dominar, conquistar, aniquilar. Essa foi Alejandrina Mireya Luis Hernández, conhecida e temida, como: ‘Mireya”.





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