Como
todo clássico do Vôlei Nacional, os detalhes fazem toda diferença
numa partida desta magnitude, o que mais uma vez foi fundamental. Um
jogo cheio de nuances, equilíbrio e o fator 'concentração' sendo
colocado em cheque a todo momento.
O
psicológico foi um divisor de águas, com erros de arbitragem para
ambos os lados, deram um tempero, que a experiência Celeste, se
aproveitou pra vencer.
O
Jogo
A eficiência intrínseca a
concentração numa decisão se deu, como um parâmetro fundamental
no título. O 1º set, caminhou com o time paulista, muito bem,
efetivo no saque, com bom volume de jogo, dificultou o passe
Cruzeirense, comprometendo no 'side out', fortalecendo o bloqueio.
Fundamento esse que definiu o 1º set para o Sesi.
2º set, o Cruzeiro veio com outra
proposta. Com a entrada do ponteiro canadense Winters, o time ganhou
em qualidade no passe, motivado por quase 15 mil torcedores, o time
mineiro soube aliar técnica, eficiência e ampliou no marcador, até
fechar por 25 a 19.
3º set, com certeza, pra muitos, um
dos sets mais disputados da Superliga que mostrava uma vantagem
considerável para o Sesi, porém, com uma mudança de estratégica
de saque, elevou se o time que conseguiu o equilíbrio no momento
mais importante do set. Com uma parcial de 24 a 22, o time paulista,
até então, se colocava numa situação comoda, confortável pra
fechar. Sem forçar nos momentos finais, com um saque mais tático do
levantador do Cruzeiro Willian, levou ao time do Sesi aos erros, que
se confirmou numa virada histórica, e até então, o sumido central
Cruzeirense Éder, apareceu no final, com bons bloqueio pra definir o
set para o time celeste.
4º set, apático por parte do Sesi.
Do outro lado, um time com garra, motivado pelo set anterior,
literalmente com a faca nos dentes, não dei chance para os
paulistas, impondo um jogo forte, Leal e Wallace reinando nas viradas
de bola e mais uma vez, o saque do Éder se tornou fundamental, um
verdadeiro bombardeio que desestabilizou de vez o adversário. A
vantagem foi crescendo, automaticamente, ganhava confiança o
Cruzeiro, enquanto o Sesi, meio cabisbaixo, tentava juntar os cacos
de um set, que de fato, mostrou qual era a melhor equipe do país.
Cruzeiro, CAMPEÃO, levando o time ao
tri campeonato da Superliga, campeão várias vezes do Sul Americano,
Mineiro, campeão Mundial. Confirmando de vez, como a maior
referência do Vôlei Masculino, títulos mais títulos alcançados
em tão pouco tempo, marcando o status de 'melhor time do Brasil e
uma das maiores equipes da história do Vôlei Nacional e
Internacional.

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