Começa se o ano, a temporada, e novamente vem aquela pergunta: quem pode vencer Cruzeiro e o Rio de Janeiro? As competições começam e as torcidas fervorosas pelas suas equipes fazem o famoso ‘seca, seca’. No fim da temporada, o papo é o mesmo, títulos mineiros e cariocas. Pensar só nos números, acaba sendo superficial. Rexona e Sada dão uma lição de gestão e postergam seu reinado, que está muito longe de acabar.
Vale a pena ver de novo...
Clubes capitaneados por verdadeiros gênios com essência não apenas de treinadores, mas sim de gestores de grupos, ‘managers’ na essência da palavra. Bernardo Rezende e Marcelo Mendez dão as rédeas em quase todas as competições disputadas. Fica do outro lado o sentimento: o que fazer, como, qual, por que...? Perguntas e mais perguntas e o clichê que se tornou, Cruzeiro e Rio de Janeiro são como um casal apaixonado, até há algumas desavenças, mas o sentimento é muito forte que sabe aliar com a racionalidade, com a perfeição de Afrodite.
Não se vê contratações de ‘baciada’, apenas pontuais. O mercado externo sempre observado pelos técnicos e comissão técnica, o investimento de outrora, que apesar de aparentar serem extremamente exorbitantes, sabem ver a indústria do voleibol, sendo cada vez mais emergente, aliada a boa categoria de base que já vira referencia para a seleção brasileira, intrinsecamente.
Ambas equipes estão na fase final da Superliga, a equipe carioca já deu o primeiro passo para o título, em uma vitória fora de casa contra o Camponesa Minas. Cruzeiro faz a outra semi contra o Campinas. Se alguém tem alguma dúvida, se vão de fato, chegar a final, os deuses do esporte estão por aí para nos contrariar. Fato ou não, o legado de Rio de Janeiro e Cruzeiro surgem como um Everest, dos pequenos, médios, que tentam escala-lo, mas acabam morrendo em uma caverna

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