quinta-feira, 6 de abril de 2017

Dal Zotto deixa nas entrelinhas a preferência pela recuperação de Murilo do que Leal na seleção

Em recente entrevista a diversos veículos de comunicação, o novo mandatário da seleção brasileira masculina de voleibol deixou várias incógnitas no ar, em especial, a renovação do grupo que foi campeão olímpico esse ano e questões, como a permanência de medalhões e a suposta, tão comentada vinda do ponteiro, naturalizado brasileiro recentemente, o cruzeirense Leal. Já, há algum tempo é ‘ventilado’ o nome de Leal, inclusive, uma espécie de comoção entre os amantes da modalidade. O até então apenas ‘jogador cubano’ mostrou para o país, em forma de títulos e mais títulos, sua capacidade. Debates aconteceram entre grupos e uma simples ideia que era apenas cogitada, deixava de ser rumor, pra virar uma possibilidade. ‘Reza a lenda’ que o ponteiro celeste já estará disponível para as competições, podendo com isso, ser convocado pela seleção de Dal Zotto.
Entretanto, o novo comandante canarinho, ao citar Leal deixou nas entrelinhas, algo ainda, meio que distante, para as pretensões do atleta. Andando na contra mão, o mesmo citou a recuperação de Sidão e Murilo, dando a entender que há alguma chance dos jogadores (medalhões) voltarem à seleção. o nome em questão: o ponteiro do Sesi, Murilo Endres que joga por sua vez na mesma posição de Leal, vem sofrendo há algum tempo com sequentes lesões que o afastou inclusive da seleção campeão olímpica.

Leal goza de qualidade, competência e vive o auge na carreira. Com o tricampeonato mundial pelo o Cruzeiro, e a confirmação como melhor jogador na posição cresce o nome na seleção. Com a homologação do processo, o nome no Diário Oficial, Renan poderá contar com um nome quase que ‘fundamental’ na sua convocação e a questão, ‘meritocracia’.
Com as saídas de Lipe e a indefinição de Murilo, que alegou na última temporada não jogar mais pela seleção. A chegada de um ponteiro com poder de definição acima da média e passador como Leal, viria pra preencher essa lacuna. Lucas Loh, Douglas e talvez até o ponteiro Rodriguinho possam ser novidades nas futuras convocações de Dal Zotto.
Em 2018, o Brasil disputa mais um mundial e a pressão pelo o nome de Leal na seleção cresce a cada dia, por parte da mídia, torcedores e os números que se superam, com novos recordes, marcas. As perguntas estão muito longe de serem respondidas. Único fato: Leal é de longe o melhor ponteiro do país, seja com a família ‘Dal Zotto’, ou qualquer outra.
León e Juantorena ‘engrossa’ o número de atletas espalhados pelo o planeta com a naturalização em outros países, o primeiro por sua vez, se naturalizou polonês, o segundo, é um dos pilares do vôlei italiano, há algum tempo. Com a proibição na ilha de Fidel, cujos jogadores poderem atuar em outros países, há um período de anos que limita os atletas nas competições e qualquer contrato com algum clube, deixando os ilegíveis por 2 anos. Somente cumprindo o prazo, o jogador pode assumir um novo contrato e qualquer veiculação empregatícia com qualquer entidade, não podendo com isso, nunca mais jogar pela seleção cubana.
Em tempos de crise, vários jogadores buscam o exterior para se estruturarem, coisa que o governo cubano, os proíbe, por isso, surge esse processo, com meios de boicote aos novos jogadores que postulam uma carreira fora de seu país.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Nova safra que já dá grandes frutos para o país.

Nova safra que já dá grandes frutos para o país.
Brasil se torna campeão da Liga Mundial com um time renovado e grandes promessas