domingo, 5 de março de 2017

Opinião: Cruzeiro, sem dó, nem piedade, atropela o time do Sesi, mesmo sem William e Leal, poupados

Já virou praxe, vitorias sobre o Sesi, mesmo sendo eliminado pela citada equipe na última edição da Copa Brasil, mantém um retrospecto intimidador sobre a equipe paulista. O time celeste na noite do último sábado (04), no ginásio do Riacho, em Contagem, venceu, convenceu e colocou a equipe de São Paulo em reflexão sobre a forma de jogar, tática, técnica, etc...A vitória por 3 a 0 e a invencibilidade na competição, colocam o Sada Cruzeiro em verdadeiro estágio de excelência. As ausências do levantador William e o ponteiro Leal, inacreditavelmente, não foram sentidas.
A jovem promessa Rodriguinho, aliada a experiência de Filipe, o levantador Fernando, conhecido como “Cachopa”, mostrou a força do oposto Evandro e o ‘Torpedo’ azul, o central cubano Simon, deram todo tempero e efetivação de supremacia do time mineiro na partida e no campeonato. O Sesi com uma base recheada de grandes jogadores se sucumbiu, mesmo com um saque forte durante a partida, não foi páreo para o alto nível e volume de jogo, aliada ao bloqueio cruzeirense que funcionou, um dos pontos mais fortes na equipe de Marcelo Mendez.
Do lado do Sesi, o levantador Bruno Rezende ao término da partida, se mostrou preocupado com a derrota por 3 a 0 para o Cruzeiro, não oferecendo nos momentos mais importantes, uma performance, rendimento, que supostamente, confirmaria alguma reação e equilíbrio. Em entrevista ao canal Sportv, Rezende afirma: “Vivemos muitos picos, altos e baixos, durante a partida, ora, erramos em demasia, falta equilíbrio. Eu tive alguns erros, os atacantes, numa melhor virada, falta aspecto constância para a equipe. Fico preocupado com esse momento que estamos vivendo, é hora de repensar o nosso jogo”, finaliza o levantador do Sesi.
Mesmo sob esse clima de desconfiança que paira sobre a cabeça dos jogadores do Sesi, a equipe teve alguns bons momentos; a volta progressiva de Riad e o crescimento do jovem Douglas, campeão olímpico no time de Bernardinho. O que merece ser pensando também é a forma com que o clube paulista tem jogado. O entrosamento entre Bruno e Lucão tem se mostrado ‘perceptível’ para o adversário, sabendo disso, o Sada se preparou, pensando no jogo paulista. O muro Isac, Simon, os mais técnicos, supostamente, mais baixos, Filipe, Rodriguinho, foram efetivos na marcação dos atacantes do Sesi.
Ao final da partida e dos sets, Marcelo Mendez, fez substituições para testar algumas peças. A entrada de Cristiano, em especial, foi muito positiva, o jovem jogador cruzeirense entrou no 2º set e trouxe dificuldade para o adversário no saque, marcando inclusive um ace, levando o ginásio a êxtase total, em mais uma vitória, por 26 a 24. Léo e Alan foram outras boas novidades do lado mineiro, que contou com o levantador jovem, mas, que aparenta uma maturidade de um veterano. Substituindo William, Cachopa, foi bastante efetivo na dinâmica do jogo celeste.
Fica a reflexão: como jogar com o Sada Cruzeiro? Algum cientista, psicólogo ou até mesmo um filosofo pra refletir sobre a realidade que existe entre o time celeste e os demais clubes, um mundo entre Davi contra Golias, sendo que, nesse caso, o Golias quebra qualquer roteiro, script. Sada Cruzeiro é o novo Golias, o que mata, aniquila e coloca o adversário na vulnerabilidade da mediocridade.

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