O time do Nestlê/Osasco mais uma vez mostrou a que veio.
Com uma vitória esmagadora na noite da última quinta feira (22) na casa do Sesi
São Paulo, na Vila Leopoldina.
Destaque para todo o time, sem exceção, que
conseguiu impor um ritmo alucinante. Através de bons saques, um passe na
medida, e bloqueios que se tornaram verdadeiras muralhas, ultrapassaram os
limites e quase tudo que era esperado num clássico no começo de temporada.
A central Saraelen recém-contratada, atual campeã
mundial com a seleção sub-23, vestiu a camisa do Nestle, substituindo nada
mais, nada menos, que a central Thaisa. Com agilidade e um bom bloqueio ajudou
no quesito, conseguindo conquistar uma vantagem ainda maior.
O 1º set se mostra um jogo parelho, equilibrado até a
segunda metade do set, quando o volume e planejamento deram um novo parâmetro
para partida. Com um saque mais ‘chapado’, sem peso, dificultou as ações do
Sesi, que via o esforço descomunal da levantadora Carol Leite, que não recebia
em boas condições cada bola. Corria de lá, pra cá, e com isso, o forte jogo do
Osasco se deu. Com as jogadas nas pontas bem marcadas, ora com a Ellen, ora com
a Jaqueline, pôde com isso arruinar a maioria das ações do time da capital,
através do bloqueio Osasquense.
2º set, se configurou outra partida para o Sesi.
Inflamada pela torcida, deu um novo rumo para a decisão. Os saques começaram a
fluir e trazer dificuldades para o adversário. A liderança e experiência de
Jaqueline e Fabiana equilibraram em todos os quesitos. A Jaqueline, por sinal,
justamente, sofreu com o saque do Osasco no set anterior. A confiança voltou e
junto dele o jogo do Sesi, dando números finais para o 2º set.
3º set se contextualiza o que chamamos de um jogo de
começo de temporada, com altos e baixos de ambas as equipes, o encontro de
atletas que voltavam da seleção e posteriormente, o entrosamento dos times.
Como no 1º set, o Osasco abriu uma grande vantagem. Com calma e concentração, o
Sesi foi chegando, ponto a ponto, mas não o suficiente. No final do set, o que
ninguém imaginava, aconteceu: o cartão vermelho para o Sesi, o que se
enquadra pelo o critério, pontuação para o adversário, diminuindo o entusiasmo
do time casa, fechando com isso , o time do Osasco por 25 a 21.
4º set mais uma vez mostrou a preparação avançada do
Nestlê sobre o Sesi, com o alto volume de jogo, impondo um jogo forte, bons
saques, com ações efetivas e um side out de espantar a todos que lá estavam,
devido aos avanços do Osasco, em tão pouco tempo. Não deu outra.. Osasco venceu
por 3 a 1, mostrando uma nova cara e deslumbrando grandes momentos para a
temporada.
Para a central Adenízia, a vitória conquistada foi na
base da luta, do trabalho de preparação. “As meninas que estavam aqui,
juntamente as jogadoras que vieram da seleção, estavam muito focadas, desde o
começo. O nosso projeto é ganhar, disputar todas competições em alto nível.
Enfatiza a central da seleção.
Já o técnico do Sesi, Talmo de Oliveira, aposta no tempo
pra dar uma cara mais competitiva e equilibrada para o time. “Não temos tempo,
mas vamos precisar, pra criar uma personalidade, identidade para o time”.
Com pouco tempo pra mudar o prognostico da final, Talmo
confia na experiência de algumas jogadoras e os detalhes. “Temos que amadurecer
o mais rápido possível e focar nos detalhes, fazer o side out acontecer,
funcionar todos os quesitos: ataque, defesa, recepção, com equilíbrio e
harmonia”.
A 2º e derradeira partida acontece no domingo, às 10 da
manhã. Para o Osasco, uma simples vitória já confirma ainda mais a hegemonia
pelo o estado. Do lado do Sesi, somente uma vitória na partida e em seguida, o
típico “GOLDEN SET”, que equivale ao futebol o Golden Gol, ou utilizando uma linguagem mais simples e objetiva, o desempate.
Somente uma vitória do Sesi no Golden Set levará a taça para a vila Leopoldina.
Somente uma vitória do Sesi no Golden Set levará a taça para a vila Leopoldina.

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