Em 2013, lá estava eu para cobrir mais uma rodada da
Superliga Masculina. O jogo era o que chamamos hoje, o maior clássico do Vôlei
Nacional, o embate entre Cruzeiro e Sesi.
Como jornalista que deve se planejar em relação a
protocolos já estipulados pela própria CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) e
o clube mandante do espetáculo.
Por chegar em cima da hora, tive a dificuldade em entrar
no ginásio, uma vez que deva haver algum tipo de aviso, pra se identificar, a
si e na qual o veículo que estará realizando aquele trabalho, seja, site, blog,
rádio, tv, qual for o veículo de transmissão.
Enquanto aguardava o aval da Assessoria do Sesi pra poder
entrar ao ginásio, tive a oportunidade única de falar com um garotinho.
Perguntei pra ele:
- Qual é o seu nome e como começou a gostar de Vôlei?
Ele me respondeu:
- O meu tio joga no Cruzeiro, é o levantador Willian.
A demora pelo credenciamento criou um certa impaciência da
minha parte e para os demais que lá estavam.
A frente do garotinho (sobrinho do levantador Cruzeirense
Willian) estava um jogador que puxei pela memória as Olimpíadas de 1992, o reserva
Toaldo, que fez parte da geração de ouro. Apontei para o garotinho, “sabe quem
é ele”? respondi solicitamente. É o Toaldo, o seu tio deve conhece lo, foi um
grande jogador”.
Em seguida, o ex jogador ouvindo o som uníssono, ouvindo
o seu nome aclamado por alguns fãs que lá estavam, logo se virou e veio até
nós.
Apresentou-se. Logo lhe disse,
- Te conheço, lembro de ti, Toaldo da seleção, campeão de
1992.
Fiz perguntas sob a carreira, um período curto, mas que
foi suficiente pra estabelecer bons contatos.
Toaldo é empresário de Voleibol, atualmente.
Com a chegada da assessoria de Imprensa, eu (jornalista)
pude entrar e trabalhar em uma partida, estranha, avassaladora do Cruzeiro por
3 a 0, em menos de 1 hora e meia.
Antes do término da partida, acabei tendo que correr pra
pegar o último trem, imaginando,
podendo dormir mais uma vez na rodoviária do
Tietê, supostamente.
Em 2010, na volta do levantador Ricardinho ao Brasil, tive o desprazer de dormir na
rodoviária, passando frio e fome, mas que valia a pena, entrevistar no que foi
pra mim, o melhor levantador da história do Vôlei Mundial.

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