quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Encontro com o medalhista de ouro de Barcelona em uma eventualidade.

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Em 2013, lá estava eu para cobrir mais uma rodada da Superliga Masculina. O jogo era o que chamamos hoje, o maior clássico do Vôlei Nacional, o embate entre Cruzeiro e Sesi.

Como jornalista que deve se planejar em relação a protocolos já estipulados pela própria CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) e o clube mandante do espetáculo.

Por chegar em cima da hora, tive a dificuldade em entrar no ginásio, uma vez que deva haver algum tipo de aviso, pra se identificar, a si e na qual o veículo que estará realizando aquele trabalho, seja, site, blog, rádio, tv, qual for o veículo de transmissão.

Enquanto aguardava o aval da Assessoria do Sesi pra poder entrar ao ginásio, tive a oportunidade única de falar com um garotinho.
Perguntei pra ele:

- Qual é o seu nome e como começou a gostar de Vôlei?

Ele me respondeu:

- O meu tio joga no Cruzeiro, é o levantador Willian.

A demora pelo credenciamento criou um certa impaciência da minha parte e para os demais que lá estavam.

A frente do garotinho (sobrinho do levantador Cruzeirense Willian) estava um jogador que puxei pela memória as Olimpíadas de 1992, o reserva Toaldo, que fez parte da geração de ouro. Apontei para o garotinho, “sabe quem é ele”? respondi solicitamente. É o Toaldo, o seu tio deve conhece lo, foi um grande jogador”.

Em seguida, o ex jogador ouvindo o som uníssono, ouvindo o seu nome aclamado por alguns fãs que lá estavam, logo se virou e veio até nós.

Apresentou-se. Logo lhe disse,

- Te conheço, lembro de ti, Toaldo da seleção, campeão de 1992.

Fiz perguntas sob a carreira, um período curto, mas que foi suficiente pra estabelecer bons contatos.

Toaldo é empresário de Voleibol, atualmente.

Com a chegada da assessoria de Imprensa, eu (jornalista) pude entrar e trabalhar em uma partida, estranha, avassaladora do Cruzeiro por 3 a 0, em menos de 1 hora e meia.
Antes do término da partida, acabei tendo que correr pra pegar o último trem, imaginando, 
podendo dormir mais uma vez na rodoviária do Tietê, supostamente.

Em 2010, na volta do levantador Ricardinho ao Brasil, tive o desprazer de dormir na rodoviária, passando frio e fome, mas que valia a pena, entrevistar no que foi pra mim, o melhor levantador da história do Vôlei Mundial.



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