Mais uma vez o Brasil sucumbiu se numa fase decisiva de
um campeonato Internacional.
Entretanto, o país, conseguiu atingir números ainda
mais pessimistas, não chegando nas semis, após a eliminação, pelo os critérios
de desempate para a França e Estados Unidos.
A classificação se foi, após a confirmação da derrota da
seleção Francesa para os americanos por 3 a 1. Esse resultado era o único que a
seleção canarinho não esperava, uma vez que os americanos venciam por 2 a 0.
O set virou, a agitação, entusiasmo e principalmente a
confiança, voltou, com a gana de vencer, mais concentrados, conseguiram impor
um 3º set de alto nível, com ótimo volume e um poder de recuperação,
fundamental.
A torcida brasileira que lá estava em massa, foi a cada
ponto, desanimando se, perdendo com isso todo ímpeto no sonho de ver a seleção
numa semifinal de Liga Mundial, realizada em casa.
Mesmo que pequeno, mais ainda presente, cada torcedor
brasileiro tinha uma esperança, numa vitória Francesa, coisa que não
aconteceu..
A França precisava fazer 15 pontos no 4º set pra se
classificar. Tarefa essa fácil pra uma seleção que teve um equilíbrio, regular
em toda competição, mesmo vendo do outro lado, a potência Estados unidos.
O resultado a favor dos americanos, juntamente com a incumbência
dos Franceses que conseguiram chegar, e ultrapassar a casa dos 15 pontos, tirou
a seleção brasileira.
A luz amarela se acende, e é colocado em cheque o
trabalho do técnico Bernardinho. Com mais um revés, o Brasil precisa se
reinventar pra voltar a trazer resultados convincentes.
A tão comentada ‘panela’, que é sempre colocada como um
banquete nas pautas esportivas, reflete um cenário nada satisfatório.
A insistência em jogadores tarimbados como Murilo, que
ainda possui um bom passe, recepção, mas que perde em termos de ataque. Escolhas
são colocadas em cheque. Muitos falam na titularidade intocável de Bruninho,
que nos últimos anos não se reinventou e com isso o Brasil tem sofrido, com um
jogo muito previsível.
As notas baixas: Bernardinho morre junto com as suas
escolhas, não dá oportunidade para o central Riad, que mantém números
interessantes. Em contrapartida, Lucão em piores condições em termos de
rendimento, que o Riad, é mantido como titular, intocável, criando talvez até certo
comodismo.
As Olimpíadas batem a porta.. Algo deve ser feito o mais
rápido possível. Se não esses números se tornarão um abismo de uma seleção que
acostumou o Brasileiro a brigar pela as primeiras posições.
Somente o tempo poderá dizer..

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