Após o termino de mais uma grande decisão, a equipe do
Sada Cruzeiro se classificou para a final da Superliga, eliminando o Sesi por 3
sets a 2.
O jogo marcou a supremacia do time mineiro, mesmo tendo
do outro lado, um adversário duro, cascudo, Sesi São Paulo. O clássico se
mostrou ‘parelho’ do início ao fim, um verdadeiro teste para cardíacos.
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| Sada Cruzeiro Divulgação |
O saque foi ingrediente principal das equipes, em especial,
o Sesi conseguiu jogar com um nível de equilíbrio e concentração, com poucos
erros de saque, aliado a efetividade do jovem central Aracaju, que além de
marcar alguns aces na partida, trouxe bastante dificuldade para a defesa
cruzeirense.
A versatilidade, técnica do ‘mago’ William, aliada a
eficiência do líbero Serginho, ajudou a manter o Cruzeiro, equilibrado. O jogo
se desenvolveu e a troca de pontos no marcador se mantinha, o alto nível
técnico, tático, se confirmou.
Ao fim da partida, o Sesi não aguentou a pressão e se
sucumbiu. O Cruzeiro com o forte bloqueio e a sempre constância da dupla Leal e
Wallace e o ponteiro mais equilibrado desse país, Filipe.
As ações técnicas se equivalem aos parâmetros táticos, o
bom posicionamento do bloqueio, a cobertura e a velocidade dão uma dinâmica,
bastante efetiva, divisora de águas na partida.
Muito se pensa que o equilíbrio emocional seja o fator
determinante das vitórias do Cruzeiro.
Para o técnico Marcelo Mendez, o
entrosamento e o costume com grandes jogos fez com que a equipe, se efetivasse
cada vez mais: “Somos acostumados a decisões, formamos um grupo forte, que não
sente o jogo, a pressão”, enfatiza o técnico cruzeirense.

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