O ponteiro cubano que recentemente se naturalizou
brasileiro se vê num impasse; mesmo sob a legalidade de ser um cidadão brasileiro.
O jogador do Cruzeiro esbarra na burocracia e lentidão no processo.
Segundo a Federação Internacional de Voleibol, o atleta
que se naturalizar por outra entidade, país, terá que ficar 2 anos sem defender
outra seleção. Após o processo de naturalização oficializada e o cumprimento do
prazo determinado, estará a disposição pra defender tal agremiação.
O técnico Bernardinho e comissão técnica queriam contar
com atleta já nas olimpíadas. Entretanto, com todos os trâmites que envolvem o
processo, já regulamentados, como prevê a própria FIVB.
A pergunta que não quer calar; porque houve tanta demora
por parte da CBV (Confederação Brasileira de Voleibol) e a comissão técnica da
seleção, na homologação de um processo de naturalização, cujo atleta está no
país há algum tempo, defendendo um clube brasileiro?
O Brasil vive um momento de incógnitas, com jogadores
passando por altos e baixos e a renovação estagnada. Jovens promessas despontam
no mercado, mas não com a mesma quantidade e qualidade de outrora.
Lucarelli é ainda a grande esperança. Murilo e Lipe
brigam por outra vaga. Lucas Loh é mais uma promessa, e foi testado por
Bernardinho na Liga Mundial.

Quero saber quando ele poderá vestir a amarelinha... mesmo não sendo pra essa olimpiada.
ResponderExcluirDesculpe, amigo, pela demora. Obrigado por prestigiar o blog. O mais provável é que ele esteja já disponível para o mundial de 2018. O prazo que a FIVB dá até o registro no Diário Oficial são de 2 anos. Obrigado por acompanhar, fique sempre ligado sobre as novidades do mundo do voleibol. Forte abraço!
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