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| Maurício Lima, em mais um momento épico na seleção, com mais um título para sua sala de troféus |
O bicampeão olímpico falou sobre a polêmica que envolve o
atleta cubano, que recentemente se naturalizou brasileiro. A nota saiu no
Diário Oficial da União.
O ex- levantador Maurício Lima destaca o momento que a
seleção brasileira passa. “Com o Leal na seleção, somos mais favoritos. Sem ele,
continuaremos a ser, porém, menos”.
Em ano de olimpíada no próprio país, é preciso precaução
pra saber o que melhor a se fazer.
“Faz tempo que não estou na seleção, não sei
o que o Bernardo, jogadores e comissão técnica, estão pensando neste exato
momento. Como um cubano vai ser recebido por todos. É uma situação muito
complicada. Estamos prestes a uma olimpíada no Brasil, não sei se de fato, há
tempo hábil para isso”. Finaliza um dos atletas mais vitoriosos da história do
Vôlei Nacional e Internacional.
O jogador de 27 Yoandy Leal Hidalgo há alguns anos joga
no Cruzeiro e vem se despontando como um dos melhores ponteiros do planeta. Com
títulos pela equipe celeste e um currículo invejável, a cada dia se firma com
um grande nome do Vôlei, sendo o MVP no bicampeonato mundial pelo o Cruzeiro, e
supostamente, na seleção brasileira.
A naturalização de atletas tem sido algo cada vez mais
comum no meio dos esportes de alto rendimento, caso de Juantorena e Leon, ambos
cubanos. O primeiro se naturalizou Italiano, o outro craque, foi para a seleção
da Polônia.
Com a punição do governo cubano a jogadores que saem do
país, eles ficam impedidos a jogar por 2 anos. A naturalização tem sido o único
meio de atletas a disputar outras competições, de alto nível, competitividade,
falando especialmente de Cuba.
A ilha caribenha através do sistema político socialista
impede a saída de atletas que busquem ganhos, lucros, fora do país, fomentando
a ideia de investimento, subsidiada do governo aos mesmos, em sua formação,
quando ingressam em alguma modalidade.

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